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21PCB

Edmilson Silva Costa

Filiado ao PCB desde 1970 e secretário-geral do partido desde 2016; economista doutorado pela Unicamp, em sua 5ª disputa eleitoral — nenhuma vitória até 2026.

Idade
76 anos
Profissão
Aposentado (exceto servidor público) — ocupação declarada ao TSE; economista (doutor pela Unicamp), professor e jornalista por formação
Cargo atual
Candidato à Presidência da República (PCB, nº 21, registro DEFERIDO) e secretário-geral nacional do Partido Comunista Brasileiro (desde 17/10/2016)
Coligação
Partido isolado (PCB, nº 21) — chapa pura com vice Cleusa Santos (Cleusa dos Santos, PCB), servidora pública civil aposentada, nascida em 07/04/1956 em Goiânia (GO), superior completo, bens declarados em 2026: R$ 1.793.166,06 (Folha/TSE).
Seção 1

Para onde quer levar o Brasil?

Visão de país, prioridades declaradas e modelo de desenvolvimento, com a fonte original de cada afirmação.

Visão de país

O programa registrado no TSE descreve o Brasil a partir de cinco 'grandes transformações estruturais' (política; economia; área social e mundo do trabalho; serviços públicos e meio ambiente; relações internacionais) que levariam o país 'rumo ao Socialismo': Poder Popular com Conselhos Populares eleitos nos locais de trabalho, moradia e estudo, Orçamento Popular 100% deliberativo, Assembleia Constituinte de Novo Tipo convocada em dois anos, extinção do Senado e revogabilidade de mandatos; nacionalização e estatização do sistema monetário e financeiro com criação do Banco dos Trabalhadores; jornada de 30 horas semanais sem redução salarial e reforma agrária popular; saúde e educação 100% públicas. O programa afirma que 'o Brasil está maduro para o Socialismo' e rejeita 'saídas meramente reformistas', apresentando a revolução socialista como saída para os problemas da classe trabalhadora.

Prioridades declaradas

  • Poder Popular e democracia direta (Conselhos Populares, Orçamento Popular deliberativo, Assembleia Constituinte de Novo Tipo e extinção do Senado)
  • Nacionalização e estatização do sistema monetário e financeiro (Banco dos Trabalhadores) e auditoria da dívida pública com suspensão de juros
  • Trabalho e direitos sociais: jornada de 30 horas semanais sem redução salarial, fim da escala 6x1 e salário mínimo no piso do Dieese
  • Saúde e educação 100% públicas e gratuitas, com estatização dos setores privados correspondentes
  • Segurança pública desmilitarizada e unificada, com fim da política de 'guerra às drogas'
  • Meio ambiente: combate ao desmatamento e ao garimpo ilegal, revisão do Código Florestal e taxação de emissões
  • Relações internacionais: integração regional (ALBA e Unasul) e solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental

Modelo de desenvolvimento

Atribui ao Estado o comando da economia: nacionalização e estatização do sistema monetário e financeiro, Banco dos Trabalhadores para os fundos previdenciários e de seguridade, reestatização das empresas privatizadas, Petrobras 100% estatal, controle do câmbio e do comércio exterior, revogação do arcabouço fiscal, da Lei de Responsabilidade Fiscal e da autonomia do Banco Central (cuja diretoria passaria a ter representantes de centrais sindicais, do Dieese e do Cofecon), substituição da LRF por uma 'Lei de Responsabilidade Social' e BNDES como financiador. Crescimento associado a reindustrialização, investimento público e 'fronteiras tecnológicas' (CEITEC/semicondutores, monopólio estatal de terras raras e minerais críticos) e a reforma tributária progressiva com imposto sobre lucros, dividendos, grandes fortunas, transações financeiras e heranças. O setor privado é objeto de estatização nos setores considerados estratégicos (saúde, ensino, comunicações, saneamento, energia e indústria bélica) e o agronegócio é expropriado pela reforma agrária popular. Desigualdade tratada por cotas (54% para a população negra e 70% a 80% para egressos de escola pública), recuperação do salário mínimo até o piso do Dieese em quatro anos, ampliação da licença-maternidade e paternidade para um ano e legalização do aborto. Meio ambiente descrito como 'luta anticapitalista', com revisão do Código Florestal, ampliação de unidades de conservação, restrição a descartáveis plásticos e taxação de emissões.

ParcialConfiança: Confiança média

Extraído do plano registrado no TSE — 'Programa do Partido Comunista Brasileiro (PCB) para as Eleições Presidenciais de 2026: Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo', 16 páginas, aprovado na convenção de 01/08/2026 —, do mesmo texto publicado pelo partido em 15/08/2026 e de entrevista do candidato ao jornal O Poder Popular. O documento registrado é o próprio programa do PCB adotado pela candidatura, e não um plano de governo redigido para o mandato: visão, prioridades e modelo de desenvolvimento são declarações programáticas do partido assumidas pelo candidato, o que motiva a marcação de 'parcial'. O índice do TSE agrupa as propostas da candidatura em 8 categorias fixas e iguais para todos os candidatos, e não em prioridades declaradas por este candidato; as prioridades acima vêm das seções do próprio programa (as cinco transformações estruturais e os 21 pontos da plataforma). Não foram extraídos custos, prazos, metas quantificadas nem fonte de financiamento por proposta, e não há registro de implementação: o candidato nunca exerceu cargo executivo ou legislativo.

Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.Programa Anticapitalista e Anti-imperialista para o Brasil — Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 (registrado no TSE)Partido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 15/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Versão do mesmo programa publicada no site do partido, usada para conferir o texto obtido do PDF registrado no TSE.Conversa com Edmilson Costa, candidato à presidência pelo PCBO Poder Popular · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista em que o candidato resume as cinco grandes transformações, a constituinte com metade dos constituintes eleitos por movimentos populares, a extinção do Senado, a estatização do ensino privado e a solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela e Irã.
Seção 2

Que capacidades sua trajetória demonstra?

Cada capacidade traz evidências concretas — papel exercido, complexidade e resultado observado — e a fonte para conferir.

Capacidade de execução

Consegue transformar prioridades em entregas concretas?

Não conta como evidência: Número de servidores, tempo de cargo e tamanho do orçamento.

Evidências documentadas4 evidências

Direção nacional do PCB como secretário-geral desde 17/10/2016, com convenção nacional eleitoral em 01/08/2026, programa registrado no TSE e candidatura presidencial deferida. A trajetória anterior inclui quatro campanhas próprias entre 2008 e 2014 (prefeitura de São Paulo, vice-presidência, vice-prefeitura e Senado), todas não eleitas. Não há passagem por cargo executivo estatal: as entregas verificáveis são de organização partidária e de campanha.

Diálogo, negociação e articulação

Consegue construir entendimento e coordenar atores com interesses diferentes?

Não conta como evidência: Número de partidos sem explicar o que foi negociado.

Evidências documentadas4 evidências

Articulação documentada em três frentes: coligação Frente de Esquerda com o PSOL em São Paulo (2012), delegação do PCB ao 19º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários (Rússia, 2017) e sucessão interna no partido em 2016, por indicação unânime do Comitê Central. Em 2026 o PCB disputa isolado, sem coligação ou federação, com 0 deputados e 0 senadores em exercício; não há registro de negociação legislativa nem de mesa de negociação com o poder público.

Liderança e formação de equipes

Consegue montar, coordenar, delegar e manter equipes funcionando?

Não conta como evidência: Quantidade de pessoas formalmente subordinadas.

Cobertura parcial4 evidências

Chefia da estrutura nacional do PCB: secretariado desde 2016, integração da Comissão Política Nacional desde 2001, delegações internacionais com dirigentes designados por função e manutenção de imprensa e fundação partidárias. A formação de quadros aparece na docência universitária declarada (mais de 20 anos de magistério em 2008) e na produção de obras de análise econômica, sem dados públicos sobre quantidade de quadros formados.

As fontes públicas consultadas não registram tamanho, composição, remuneração ou forma de delegação das equipes dirigidas: nenhuma das quatro trajetórias passou por cargo executivo estatal, e a capacidade é demonstrada pela direção de estruturas partidárias, sindicais, associativas e empresariais e pela formação de quadros.

Tomada de decisão

Como enfrentou decisões difíceis, trade-offs e pressão?

Não conta como evidência: Anos de experiência executiva como proxy de critério.

Evidências documentadas4 evidências

Em 2010 o partido admitiu retirar sua candidatura presidencial própria para fechar aliança nacional com o PSOL, negociando tempo de rádio e TV e coligações proporcionais; sem acordo, manteve a chapa própria, e desde então recusou aliança com o PT no 1º turno em seis eleições consecutivas (0,04% dos votos válidos em 2022). Em 2023, a decisão do Comitê Central de suspender a participação na Plataforma Mundial Anti-imperialista ocorreu depois da divulgação da ida dele ao evento e abriu a crise interna. Em 2026 lançou a pré-candidatura após a cisão de 2023 e sustentou programa de extinção do Senado e suspensão do pagamento da dívida pública, respondendo sobre viabilidade com aposta em mobilização popular.

Gestão de crises e mudança

Como atuou quando o cenário mudou ou surgiu uma situação crítica?

Não conta como evidência: Ausência de crise na gestão como mérito.

Evidências documentadas4 evidências

Em outubro de 2016 conduziu a transição na secretaria-geral do PCB: o Comitê Central aceitou a carta de afastamento do antecessor e o indicou por unanimidade, com criação de um Secretariado Político colegiado. Na crise interna de 2023, a direção sob sua secretaria-geral assinou a nota sobre os ataques públicos ao partido e formalizou expulsões por fracionismo, em processo contestado pelos grupos desligados e que resultou na cisão que originou o PCBR. Antes disso, integrou o processo de Reconstrução Revolucionária iniciado após a cisão de 1992.

Coordenação institucional

Consegue trabalhar entre instituições, níveis de governo e organizações?

Não conta como evidência: Tempo acumulado no Executivo.

Evidências documentadas4 evidências

Coordenação entre partidos, movimentos e organizações internacionais sem ter exercido mandato: convenção eleitoral unificada com PSOL, PSTU, MTST e coletivos indígenas em Roraima (2018), articulação com partidos comunistas estrangeiros na Plataforma Mundial Anti-imperialista e no Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, e convenções realizadas em espaço da Câmara Municipal de São Paulo e da Associação Brasileira de Imprensa. O programa registrado em 2026 propõe mecanismos de negociação com entidades sindicais e de serviço público.

Comunicação pública

Consegue explicar prioridades, decisões e posições de forma compreensível e consistente?

Não conta como evidência: Número de seguidores e aparições na mídia sem conteúdo.

Evidências documentadas6 evidências

Dirige desde 2005 o jornal do partido relançado como Imprensa Popular (tabloide mensal de 12 páginas) e, em 2026, o Jornal O Poder Popular circula com edições numeradas (Nº 101 a Nº 109; a Nº 105 é de maio e a Nº 109 de setembro), com linha editorial definida pelo Secretariado Nacional do Comitê Central, que ele coordena como secretário-geral. Assina análises econômicas no portal nacional do PCB e expõe o programa em entrevistas a veículos nacionais e à imprensa comunista internacional (Opera Mundi, Sputnik, ICP), com transcrições republicadas no site do partido. É autor de livros sobre economia e de poesia, sem títulos localizados nas fontes desta rodada.

Visão estratégica

Consegue definir prioridades e conectar decisões de curto prazo a objetivos maiores?

Não conta como evidência: Tamanho do plano de governo.

Evidências documentadas5 evidências

O programa registrado no TSE ('Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo', 35 propostas, 16 páginas) organiza a ação em cinco transformações estruturais com instrumentos e prazos declarados: Orçamento Popular 100% deliberativo, Conselhos Populares como base permanente, Assembleia Constituinte de Novo Tipo convocada em até dois anos (metade dos membros eleita por organizações sociais em ENCLAT) e salário mínimo alcançando o piso do Dieese em quatro anos. A viabilidade é justificada pelo grau de industrialização do país, e não por apoio parlamentar — o partido não tem deputados nem senadores em exercício. O eixo internacionalista (soberania, socialismo e internacionalismo de classe) é a quinta transformação estrutural.

Indicadores objetivos

Dados verificáveis que sustentam as evidências acima. São contexto comparável, não nota de capacidade.

Bancada do partido na Câmara dos Deputados (antes da eleição de 2026)
0/513 deputados federais e 0 senadores
Consulta às APIs oficiais da Câmara dos Deputados (deputados em exercício na 57ª Legislatura com siglaPartido=PCB) e do Senado (parlamentares em exercício em 29/09/2026): nenhum resultado.
Leis aprovadas como autor principal
—
Indicador aplicável a parlamentares: nunca exerceu mandato legislativo (vereador, deputado estadual/federal ou senador) — 0 mandatos em 5 disputas documentadas (2008–2026, TSE) e anos_legislativo = 0; não há produção legislativa de autoria a contar em nenhuma casa.
Capacidade de diálogo
Entrevistas a Opera Mundi (01/04/2026), Sputnik (27/06) e imprensa internacional (ago/2026); convenção nacional do PCB (01/08/2026)
Diálogo documentado com setores diversos (sindicatos, empresariado, imprensa, oposição, religiosos, sociedade civil) — análise aproximada a partir de fontes recentes (2025–2026), com exemplos citados. Descrição de fatos, não juízo de valor sobre o diálogo. No caso: sem bancada e sem coligação, o diálogo documentado em 2026 é com imprensa nacional e internacional e com o campo da esquerda, com exemplos citados abaixo.
Negociação e acordos
PCB não lança candidaturas ao Congresso em 2026 e mantém chapa própria (01/08/2026); apoio a candidaturas do PSOL (ago/2026)
Acordos e negociações documentados em fontes recentes (2025–2026): pautas, mediações, entendimentos partidários, greves, federações — análise aproximada com exemplos citados e fontes. No caso: o entendimento documentado de 2026 combina recusa de coligação na chapa presidencial, ausência de candidaturas próprias ao Legislativo e apoio seletivo a candidaturas do PSOL, com exemplos abaixo.
Partidos na coligação/federação registrada
1 partido (PCB — chapa pura, sem coligação ou federação registrada)
Quantidade de partidos que compõem a coligação ou federação registrada para a Presidência (DJE/TSE, 2026) — proxy objetivo e comparável de articulação partidária. Partido isolado conta como 1. No caso: registro em chapa pura à Presidência em 2026, com a vice também filiada ao PCB.
Seção 3

Como enxerga o Brasil no mundo?

Posições documentadas, estratégia, experiência internacional com peso proporcional à responsabilidade efetiva, e projeção — que é visibilidade, não capacidade diplomática.

Visão de mundo

O programa do PCB ('Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo', registrado no TSE e publicado pelo partido em 15/08/2026) coloca a luta contra o imperialismo como eixo e define, entre as cinco transformações estruturais propostas, a das relações internacionais: afirmar o internacionalismo e a autodeterminação dos povos, 'fortalecer todos os processos de integração, tanto regionais quanto internacionais' e prestar solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental. O documento declara buscar uma 'nova ordem internacional' baseada na cooperação, na autodeterminação dos povos, no internacionalismo proletário e na paz entre as nações, com parcerias comerciais estratégicas que priorizem o desenvolvimento industrial e tecnológico e a retenção de riquezas e lucros no país. Prevê regulação das 'Big Techs e redes sociais imperialistas', monopólio estatal das telecomunicações e da internet e reestruturação dos comandos das Forças Armadas, com nova política de formação militar voltada à defesa da soberania. A análise do OPEB (27/09/2026) registra que o programa substitui o 'universalismo pragmático' e o legalismo institucional da diplomacia brasileira por uma leitura de enfrentamento e que não detalha BRICS, governança climática nem os mecanismos de interdependência econômica global.

Estratégia de política externa

O que o programa declara pretender obter: nova ordem internacional e reforço dos processos de integração; parcerias comerciais que preservem indústria, tecnologia e excedentes no país; solidariedade ativa a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental; e uso da estatização de áreas estratégicas (energia, água, saneamento, comunicações, minério e terras raras) como instrumento de soberania material. Há proposta de retomar o controle da região amazônica e de revisar processos de produção mineral. A análise do OPEB registra que o documento não apresenta instrumentos para comércio, finanças internacionais ou governança global, o que a fonte descreve como lacuna, e não como posição.

Experiência e articulação internacional

Registros documentados, com responsabilidade qualificada: (1) como secretário de Relações Internacionais do PCB (até 2016), esteve no congresso do Partido Comunista Colombiano em julho de 2012, com intervenção feita em nome do PCB — representou o partido; (2) como secretário-geral, integrou a delegação do PCB ao XIX Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, em Petrogrado (ex-Leningrado) e Moscou, em novembro de 2017 — participou da delegação, e a intervenção do partido no encontro foi proferida pelo então secretário de Relações Internacionais, Eduardo Serra; (3) interlocução com imprensa estrangeira, com entrevista publicada pelo International Communist Press (icp.org.tr) e entrevistas transcritas no site do partido originalmente concedidas a veículos de imprensa estrangeira — Sputnik Brasil e Opera Mundi. Não foi localizado registro de negociação entre Estados, de acordo internacional ou de cargo em organismo internacional exercido pelo candidato; a responsabilidade registrada é de direção e representação partidária internacional.

Projeção internacional

Publicação em inglês sobre a candidatura e sobre o programa no International Communist Press (icp.org.tr), veículo de imprensa comunista internacional, e síntese em inglês das suas propostas de política externa pelo Brazil in English (27/09/2026), a partir da análise do OPEB. O programa também é publicado nos canais do próprio partido. Não foram localizadas entrevistas a veículos estrangeiros de grande circulação em 2025–2026.

Projeção internacional mede notoriedade, não capacidade diplomática.

ParcialConfiança: Confiança média

As posições internacionais de Edmilson Costa vêm do programa do PCB — documento partidário registrado no TSE ('Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo', PDF de 16 páginas aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026) e da sua versão publicada pelo partido; por essa origem programática, o bloco está marcado como 'parcial'. O texto do programa foi obtido do PDF e conferido com a versão partidária, e cruzado com a análise do OPEB (27/09/2026). A experiência internacional foi levantada em registros do próprio PCB (Congressos do partido colombiano, 2012; XIX Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, 2017) e em entrevistas a veículos estrangeiros, com a responsabilidade de cada ato qualificada (participou / representou). Não foi possível confirmar, em fonte primária, a participação do candidato em encontro internacional em Caracas em 2023, citada apenas em sítio crítico ao partido — registrado em dataGaps. Bloco sem nota e sem ordenação entre candidatos.

Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.PCB oficializa candidaturas à PresidênciaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 03/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota oficial (03/08/2026): Convenção Nacional Eleitoral realizada em 01/08/2026 na Câmara Municipal de São Paulo, com Edmilson Costa (presidente) e Cleusa Santos (vice).PEB NAS URNAS: Edmilson Costa (PCB)OPEB — Observatório de Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Análise do programa do PCB (autores Clara Parra Dias, Leonardo Cezar Tesser e Patricia Lima Rego). Descreve a diretriz de ruptura revolucionária, a leitura Norte-Sul, a ausência de detalhamento sobre BRICS, governança climática e mecanismos de interdependência econômica global.PCB presente no 19° Encontro Internacional de Partidos Comunistas e OperáriosPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 07/11/2017 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Registro do próprio partido: o PCB enviou delegação ao XIX Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, em Petrogrado (ex-Leningrado) e Moscou, Rússia, no ano do centenário da Revolução de 1917. A delegação era composta por Edmílson Costa (secretário-geral), Edílson Neves (secretário de Organização), Eduardo Serra (secretário de Relações Internacionais) e Aníbal Valença (membro do Comitê Central); a intervenção do PCB no Encontro foi proferida por Eduardo Serra.Edmilson Costa, Secretário Internacional do PCB, no Congresso do Partido Comunista ColombianoPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 24/07/2012 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Publicação do PCB (categoria Colômbia) informando a presença de Edmilson Costa, então secretário de Relações Internacionais, no congresso do Partido Comunista Colombiano. A intervenção em nome do PCB no congresso colombiano é registrada também em transcrição de divulgação partidária (gracietesantana.blogspot.com, jul/2012).Brazilian Communist Party candidate for presidency gives interviewInternational Communist Press (icp.org.tr) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista durante visita a Rio Branco (AC), publicada em agosto de 2026 (a página não expõe data exata): o candidato responde sobre a diferença entre PCdoB e PCB e afirma que o PCB 'em geral apoia algumas candidaturas do PSOL', citando como poucos os casos de apoio fora desse espectro.Entrevista de Edmilson Costa para Sputnik Brasil (transcrição no site do PCB)Sputnik Brasil (transcrição no site do PCB) · publicado 27/06/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Entrevista publicada em 27/06/2026 sobre a fragmentação do campo de esquerda em 2026 (PT, PCdoB, PSOL, PSTU, UP, PCO e PCB), as propostas do PCB e a ausência de unidade em torno de uma candidatura única. Transcrição hospedada no site do partido — usada com marcação partidária.Entrevista de Edmilson Costa para Opera Mundi (publicada no site do PCB)Opera Mundi (transcrição no site do PCB) · publicado 01/04/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Entrevista gravada em 17/03/2026 e publicada em 01/04/2026: alianças da esquerda, divergência com o PCdoB, unidade de ação com o PT nas lutas sociais, independência frente ao governo, indefinição sobre 2º turno e a dissidência de Jones Manoel. Transcrição hospedada no site do partido — usada com marcação partidária.Radical Socialist Visions Shape Foreign Policy Debate in Brazil's 2026 Presidential RaceBrazil in English · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Publicação em inglês que traduz e sintetiza os artigos do OPEB sobre Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU). Cobre a proposta anti-imperialista do PCB, a soberania econômica e digital do PSTU e as lacunas de estratégia diplomática multilateral apontadas nas análises de origem.
Seção 4

O que a trajetória mostra?

Posição, proposta e ato praticado aparecem rotulados e lado a lado ao longo do tempo — sem conclusão automática sobre coerência.

Previdência e reformas trabalhista e previdenciária

  1. 2019Como secretário-geral do PCB, declarou em entrevista ao jornal O Poder Popular (11/07/2019, um dia após a aprovação do texto-base na Câmara) que a reforma da Previdência 'é parte da ofensiva do grande capital para avançar sobre o fundo público', citando cerca de R$ 700 bilhões que circulam na área e a intenção de 'transformar esses recursos em previdência privada, a ser administrada pelo sistema financeiro'. O candidato era secretário de Relações Internacionais e ex-secretário político do PCB-SP até 2016; não votou sobre a reforma, em razão de nunca ter exercido mandato.
  2. 2022A candidata do PCB à Presidência naquele ano, Sofia Manzano, respondeu à CNN Brasil que o partido era 'a favor da revogação das contrarreformas trabalhista, da previdência e da emenda constitucional que estabeleceu o Teto de Gastos' e defendia jornada de 30 horas semanais sem redução salarial; Edmilson Costa era o secretário-geral do partido (cargo desde 17/10/2016).
  3. 2026O programa registrado no TSE — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' — defende a 'revogação das contrarreformas previdenciária e trabalhista'; o levantamento da Gazeta do Povo (11/09/2026) situa o candidato entre os quatro presidenciáveis que defendem a revogação da reforma de 2019. O índice oficial de propostas inclui ainda jornada de 30 horas semanais sem redução salarial, fim da escala 6x1, salário mínimo no piso do Dieese e revogação do arcabouço fiscal.
Posição

Defende a revogação das reformas trabalhista e previdenciária e a volta de regras anteriores, com jornada de 30 horas semanais sem redução salarial e salário mínimo no piso do Dieese (2026).

Proposta

Programa do PCB registrado no TSE (2026): revogação das 'contrarreformas previdenciária e trabalhista', fim da escala 6x1, jornada de 30 horas, revogação do arcabouço fiscal, da Lei de Responsabilidade Fiscal e da autonomia do Banco Central.

Histórico

Ato praticado: entrevista de 11/07/2019 como secretário-geral do PCB contra a reforma da Previdência (transcrição no site do partido) e resposta do partido à CNN em 2022, quando também era secretário-geral, defendendo a revogação das contrarreformas. Não há voto, medida ou projeto de autoria: o candidato nunca exerceu mandato ou cargo público.

Conexão documentada

A revogação não tem, no programa, cronograma, custo, fonte de financiamento ou regra de transição declarados; o PCB não tem bancada na Câmara nem no Senado (0 deputados e 0 senadores em exercício em 29/09/2026, conforme consultas às APIs oficiais já registradas no arquivo principal) e o programa não indica o instrumento (PEC ou lei) nem a maioria necessária. Como não houve mandato, não existe votação anterior para contrastar com a posição atual.

Entrevista com Edmilson Costa, Secretário Geral do PCB — “A Reforma da Previdência é parte da ofensiva do grande capital sobre o fundo público, que representa cerca de 700 bilhões de reais”Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Jornal O Poder Popular · publicado 11/07/2019 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Transcrição no site do partido (11/07/2019), um dia após a aprovação do texto-base da reforma da Previdência na Câmara (10/07/2019). O entrevistado é o secretário-geral do PCB, cargo que ocupa desde 17/10/2016. Trechos: a reforma 'é parte da ofensiva do grande capital para avançar sobre o fundo público, porque o conjunto de recursos que circula na área da Previdência está por volta de 700 bilhões de reais'; a intenção seria 'transformar esses recursos em previdência privada, a ser administrada pelo sistema financeiro'.Edmilson Costa — verbete (Wikipédia em português: PCB 1970–presente; secretário-geral desde 17/10/2016; alma mater UFMA e Unicamp)Wikipédia · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Enciclopédia colaborativa usada como índice; afirmações conferidas nas fontes primárias citadas quando disponíveis.Pré-candidatos à Presidência falam sobre as leis trabalhistasCNN Brasil (Gabriela Ghiraldelli e Salma Freua) · publicado 15/06/2022 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Publicado em 15/06/2022 (atualizado em 30/07/2022). Respostas de pré-candidatos à pergunta da CNN sobre a legislação trabalhista. Sofia Manzano (PCB): 'somos a favor da revogação das contrarreformas trabalhista, da previdência e da emenda constitucional que estabeleceu o Teto de Gastos', com jornada de 30 horas semanais sem redução salarial. Vera Lúcia (PSTU): a reforma trabalhista de 2017 foi tratada como ataque aos direitos trabalhistas e o partido defendia 'a revogação completa desta reforma', redução da jornada sem redução de salários e direitos (carteira assinada, Previdência, 13º, licença-maternidade) para informais e trabalhadores de aplicativos.4 presidenciáveis prometem revogar reforma da Previdência e reverter regras de aposentadoriaGazeta do Povo (Vandré Kramer) · publicado 11/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Levantamento de 11/09/2026 sobre as propostas previdenciárias dos presidenciáveis. Sobre Edmilson Costa (PCB): defende a 'revogação das contrarreformas previdenciária e trabalhista'; sobre Hertz Dias (PSTU): sistema '100% público, solidário e universal', redução da idade mínima, valorização real dos benefícios, inclusão de informais/precarizados/apps e cobrança de dívidas de grandes empresas com o INSS; sobre Rui Costa Pimenta (PCO): restabelecimento das regras anteriores à reforma mais recente, 'ressarcimento de aposentadorias e pensões confiscadas' e limite máximo de contribuição de 25 anos (mulheres) e 30 anos (homens); sobre Wilson Grassi (Democrata): a Previdência é abordada dentro da proposta de reforma tributária, sem nova rodada de regras de aposentadoria. O texto registra ainda o cenário de pressão sobre as contas da Previdência.Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.Programa do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — Construir o Poder Popular, rumo ao SocialismoPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 15/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Programa aprovado na convenção nacional de 01/08/2026 e registrado no TSE (documento do DivulgaCandContas 280017107286; o endpoint do TSE respondeu 403 a acesso automatizado em 29/09/2026).Edmilson Costa — Propostas de Governo (Eleições 2026)TSE — Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Índice oficial de propostas do candidato no TSE (35 propostas extraídas pela equipe); página acessada via leitura alternativa após bloqueio de CDN.

Sistema político, Congresso e instituições

  1. 2019Manifesto '51 anos depois: AI-5 nunca mais!', publicado pelo PCB em 16/12/2019 pela direção do partido sob sua secretaria-geral, afirma que 'o fantasma da ditadura volta a nos assombrar através de medidas governamentais' e rejeita o regime militar e seus atos institucionais.
  2. 2026O programa registrado no TSE propõe extinção do Senado — substituído por um parlamento unicameral —, Assembleia Constituinte de 'Novo Tipo' convocada em dois anos, Conselhos Populares eleitos nos locais de trabalho, moradia e estudo, Orçamento Popular 100% deliberativo e revogabilidade de mandatos.
  3. 2026Em entrevista à Folha de S.Paulo (29/08/2026), o candidato defendeu estatizar o sistema financeiro e extinguir o Senado; a cobertura da convenção de 01/08/2026 (g1) registra as mesmas bandeiras (estatização do sistema financeiro, reestatização de empresas e fim do Senado).
Posição

Defende a extinção do Senado, a convocação de uma Assembleia Constituinte de 'Novo Tipo' em dois anos e formas de democracia direta (Conselhos Populares, Orçamento Popular deliberativo, revogabilidade de mandatos).

Proposta

Programa registrado no TSE: extinção do Senado, Constituinte de Novo Tipo, Conselhos Populares, Orçamento Popular 100% deliberativo e revogabilidade de mandatos, além de reestruturação dos comandos das Forças Armadas e regulação das 'Big Techs'.

Histórico

Ato praticado: manifesto partidário de 16/12/2019 assinado pela direção do PCB sob sua secretaria-geral, rejeitando os atos da ditadura (AI-5). Não há proposição legislativa, voto ou decreto de autoria própria — nunca exerceu mandato nem cargo público.

Conexão documentada

A extinção do Senado e a convocação de uma Constituinte de Novo Tipo implicam romper a ordem constitucional vigente: o programa fixa o prazo de dois anos, mas não indica o instrumento de convocação, o quórum, o que ocorre com os mandatos em curso nem como se daria a transição; o PCB não tem representação no Congresso e o candidato nunca exerceu cargo no Legislativo ou no Executivo, de modo que não há voto ou ato institucional anterior.

51 anos depois: AI-5 nunca mais!Partido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 16/12/2019 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Manifesto publicado pelo PCB em 16/12/2019, assinado pela direção do partido (secretário-geral: Edmilson Costa), nos 51 anos do AI-5: afirma que 'o fantasma da ditadura volta a nos assombrar através de medidas governamentais' e rejeita o regime militar e seus atos institucionais. Versão em inglês foi republicada pela Liberation School ('Remembering the Years of Lead under Brazil's military rule: AI-5 never again!', com nota de que o texto foi publicado pelo site do PCB em 16/12/2019 e escrito pelo secretário-geral Edmilson Costa).Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.Programa do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — Construir o Poder Popular, rumo ao SocialismoPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 15/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Programa aprovado na convenção nacional de 01/08/2026 e registrado no TSE (documento do DivulgaCandContas 280017107286; o endpoint do TSE respondeu 403 a acesso automatizado em 29/09/2026).Edmilson Costa — Propostas de Governo (Eleições 2026)TSE — Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Índice oficial de propostas do candidato no TSE (35 propostas extraídas pela equipe); página acessada via leitura alternativa após bloqueio de CDN.Crítico do PT, candidato do PCB defende estatizar sistema financeiro e extinguir SenadoFolha de S.Paulo · publicado 29/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Perfil-entrevista publicado em 29/08/2026: o PCB recusa aliança com o PT no 1º turno pela sexta eleição seguida; programa propõe estatizar o sistema financeiro, suspender o pagamento da dívida pública e extinguir o Senado; questionado sobre a viabilidade sem maioria no Congresso, o candidato aposta na mobilização popular e cita os 'caras-pintadas' no impeachment de Collor (1992); afirma que a disputa ocorre sem rádio, TV ou poder econômico.Edmilson Costa e Cleusa Santos são oficializados pelo PCB como candidatos a presidente e vice-presidenteg1 (Globo) · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Convenção nacional do PCB em 01/08/2026, na Câmara Municipal de São Paulo, oficializou a chapa; o partido decidiu não lançar candidatos a deputado federal e estadual nas eleições de 2026 e aprovou o programa com foco na desmilitarização da segurança pública e na saúde 100% estatal.

Política externa, anti-imperialismo e organismos partidários internacionais

  1. 2012Como secretário de Relações Internacionais do PCB, participou do congresso do Partido Comunista Colombiano ('Edmilson Costa, Secretário Internacional do PCB, no Congresso do Partido Comunista Colombiano', registro no site do partido em 24/07/2012).
  2. 2017O PCB registrou sua participação no 19º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, encontro de partidos realizado em novembro de 2017, e o candidato (já como secretário-geral) foi apresentado como dirigente do partido naquele espaço.
  3. 2023Sob sua secretaria-geral, a direção nacional do PCB divulgou circular sobre a Plataforma Mundial Anti-imperialista; setores do partido contestaram o documento publicamente ('Sobre as mentiras e tergiversações na Circular do CC do PCB...', 2023) e o processo interno do ano incluiu a expulsão de Jones Manoel e de um ex-candidato a presidente (Brasil 247, 02/08/2023) e o registro de crise do partido no Rio Grande do Sul (site do PCB, 21/09/2023).
  4. 2026O programa registrado no TSE afirma o internacionalismo e a autodeterminação dos povos e declara solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental, com integração regional (ALBA e Unasul); a análise do OPEB (27/09/2026) registra que o documento substitui o 'universalismo pragmático' da diplomacia brasileira por uma leitura de enfrentamento e não detalha BRICS nem governança climática; em 21/09/2026 o candidato assinou a carta de compromisso com a defesa da Palestina, ao lado de outros três presidenciáveis.
Posição

Declara a luta contra o imperialismo como eixo e propõe solidariedade ativa a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental, integração regional (ALBA e Unasul) e regulação das 'Big Techs', com monopólio estatal das telecomunicações e da internet.

Proposta

Programa registrado no TSE: nova ordem internacional baseada em cooperação e autodeterminação, parcerias comerciais com retenção de riquezas e tecnologia no país, solidariedade a países citados e reestruturação dos comandos das Forças Armadas.

Histórico

Ato praticado: atuação como secretário de Relações Internacionais do PCB (congresso do Partido Comunista Colombiano, 2012) e como secretário-geral (participação no 19º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, 2017; circular do Comitê Central de 2023 sobre a Plataforma Mundial Anti-imperialista, seguida de expulsões e cisão regional). Não há negociação ou acordo conduzido em nome do Estado — o candidato nunca exerceu cargo público.

Conexão documentada

A posição internacional declarada em 2026 mantém a linha anti-imperialista que o partido sustenta nas fontes de 2012 a 2023, mas o programa de 2026 não menciona a Plataforma Mundial Anti-imperialista nem os episódios internos de 2023, cuja condução ficou a cargo da direção do partido sob sua secretaria-geral; os documentos registrados são programáticos, sem instrumentos de Estado ou cronograma, e não há registro, nas fontes consultadas, de negociação internacional comandada pelo candidato em nome do Brasil — o histórico é de direção partidária.

Edmilson Costa, Secretário Internacional do PCB, no Congresso do Partido Comunista ColombianoPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 24/07/2012 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Publicação do PCB (categoria Colômbia) informando a presença de Edmilson Costa, então secretário de Relações Internacionais, no congresso do Partido Comunista Colombiano. A intervenção em nome do PCB no congresso colombiano é registrada também em transcrição de divulgação partidária (gracietesantana.blogspot.com, jul/2012).PCB oficializa candidaturas à PresidênciaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 03/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota oficial (03/08/2026): Convenção Nacional Eleitoral realizada em 01/08/2026 na Câmara Municipal de São Paulo, com Edmilson Costa (presidente) e Cleusa Santos (vice).PCB presente no 19° Encontro Internacional de Partidos Comunistas e OperáriosPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 07/11/2017 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Registro do próprio partido: o PCB enviou delegação ao XIX Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, em Petrogrado (ex-Leningrado) e Moscou, Rússia, no ano do centenário da Revolução de 1917. A delegação era composta por Edmílson Costa (secretário-geral), Edílson Neves (secretário de Organização), Eduardo Serra (secretário de Relações Internacionais) e Aníbal Valença (membro do Comitê Central); a intervenção do PCB no Encontro foi proferida por Eduardo Serra.Sobre as mentiras e tergiversações na Circular do CC do PCB sobre a Plataforma Mundial Anti-ImperialistaEm Defesa do Comunismo · publicado undefined/undefined/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Texto de 2023 que reproduz a circular do Comitê Central de 01/08/2023 ('A respeito da PMAI') e a autocrítica do secretário de Relações Internacionais sobre a participação na reunião da Plataforma em Seul; cita a pauta de 'Informes' da Comissão Política Nacional registrando que o PCB foi convidado e participaria de encontro na Venezuela (Edmilson Costa), que o PCV foi consultado e não se opôs à viagem e que houve saudação a evento realizado em Belgrado (Sérvia); registra que o partido não referendou a linha política da Plataforma.Racha no PCB tem expulsão de Jones Manoel e de ex-candidato a presidente (vídeos)Brasil 247 · publicado 02/08/2023 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reportagem de 02/08/2023: expulsões de Jones Manoel e do ex-candidato à Presidência Ivan Pinheiro; nota assinada pelo secretário-geral Edmilson Costa afirma que um 'pequeno grupo' com 'limitada ação na realidade concreta da luta de classes' divulga a vida interna do partido; divergências sobre a guerra da Ucrânia e sobre a postura em relação ao governo Lula; Jones Manoel declarou existir lista de mais de 30 expulsões prontas.Sobre a crise do PCB no Rio Grande do SulPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 21/09/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota publicada em 21/09/2023 no site oficial: descreve crise profunda do partido, a política nacional de desligamentos da militância, a tentativa prévia de mediação no Rio Grande do Sul, o evento com Ivan Pinheiro em Porto Alegre tratado como 'quebra de unidade' e a formalização de expulsões por adesão ao fracionismo (Guilherme Couto, Leonardo Silvestrin, Mariana Padilha, Juliana Guerra, Nicolas Sanchez, direção estadual da UJC e células de Rio Grande e Santa Maria), com possibilidade de retorno mediante autocrítica pública. A nota não identifica a instância signatária.PEB NAS URNAS: Edmilson Costa (PCB)OPEB — Observatório de Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Análise do programa do PCB (autores Clara Parra Dias, Leonardo Cezar Tesser e Patricia Lima Rego). Descreve a diretriz de ruptura revolucionária, a leitura Norte-Sul, a ausência de detalhamento sobre BRICS, governança climática e mecanismos de interdependência econômica global.Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.Candidatos nas eleições de 2026 assinam carta de compromisso com defesa da PalestinaOpera Mundi · publicado 21/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Id novo criado neste patch com o mesmo URL de uma fonte registrada sob id da série de outro candidato (ver dataGaps), para manter o padrão src-<slug-curto>-NN. Levantamento de 21/09/2026: quatro presidenciáveis signatários da carta de compromisso com a defesa da Palestina — Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) —, além de candidaturas a governos estaduais, Senado, Câmara e assembleias.Radical Socialist Visions Shape Foreign Policy Debate in Brazil's 2026 Presidential RaceBrazil in English · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Publicação em inglês que traduz e sintetiza os artigos do OPEB sobre Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU). Cobre a proposta anti-imperialista do PCB, a soberania econômica e digital do PSTU e as lacunas de estratégia diplomática multilateral apontadas nas análises de origem.

Alianças e rupturas à esquerda (PCB e PSOL)

  1. 2010Nota do PCB de 01/07/2010 comunica o fim das negociações nacionais com o PSOL sem acordo ('INVIABILIZADA A ALIANÇA ELEITORAL PCB/PSOL'); o impasse foi sobre o tempo de rádio e TV, e o Comitê Central havia admitido que o então secretário-geral Ivan Pinheiro fosse candidato a vice na chapa de Plínio de Arruda Sampaio. O candidato integrava a Comissão Política Nacional do partido desde 2001.
  2. 2012Já como dirigente partidário e candidato, foi vice na chapa da Frente de Esquerda (PSOL + PCB) à Prefeitura de São Paulo, encabeçada por Carlos Giannasi (PSOL): 62.431 votos, não eleita.
  3. 2026O PCB disputa isolado: chapa pura com Cleusa Santos (PCB) e nenhuma coligação ou federação registrada nas fichas consultadas nas eleições presidenciais de 2026; o próprio programa é apresentado como programa do partido adotado pela candidatura.
Posição

Concorre em 2026 com chapa pura do PCB, sem coligação ou federação; o programa registrado critica o PT e a via institucional de alianças amplas.

Proposta

Programa de 2026: construção de 'Poder Popular' e candidatura própria, sem coligação registrada; a chapa tem Cleusa Santos (PCB) como vice.

Histórico

Atos praticados: nota do PCB de 01/07/2010 encerrando as negociações com o PSOL sem acordo e a aliança efetivamente realizada em 2012 (vice na chapa do PSOL na Frente de Esquerda, 62.431 votos). Como nunca exerceu mandato, não houve voto ou gesto parlamentar de aliança — os registros são de direção partidária e de candidatura.

Conexão documentada

Existem dois desfechos documentados em relação ao PSOL — negociação sem acordo em 2010 e aliança concretizada em 2012 — sem que as fontes desta rodada registrem explicação pública do candidato para a diferença; os contextos variam (eleição presidencial em 2010, municipal em 2012, presidencial em 2026) e são os próprios documentos a informá-los. Em 2026 não há coligação, e o programa afirma posição crítica ao PT e à via institucional.

INVIABILIZADA A ALIANÇA ELEITORAL PCB/PSOLPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 01/07/2010 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota da Comissão Política Nacional (01/07/2010) sobre o encerramento das negociações nacionais com o PSOL: o Comitê Central admitira a retirada da candidatura presidencial própria (Ivan Pinheiro presidente, Edmilson Costa vice) em troca de 6 dos 20 programas de rádio e TV; o PSOL manteve 16 programas para si e 90% do horário nas coligações proporcionais em São Paulo; sem acordo, foram mantidas as candidaturas próprias a presidente e vice e as chapas estaduais, exceto onde havia coligação regional.Edmilson Costa — verbete (Wikipédia em português: PCB 1970–presente; secretário-geral desde 17/10/2016; alma mater UFMA e Unicamp)Wikipédia · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Enciclopédia colaborativa usada como índice; afirmações conferidas nas fontes primárias citadas quando disponíveis.Candidatos do PSOL São Paulo 2012 — Frente de Esquerda (prefeito Carlos Giannasi; vice Edmilson Costa, PCB)PSOL 50 (site da seção de São Paulo) · publicado undefined/09/2012 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Fonte partidária: chapa da Frente de Esquerda em 2012 com vice Edmilson Costa (PCB).Edmilson Costa — candidato a presidente em 2026 (registro deferido; finanças e histórico eleitoral com dados do TSE)Nexo Jornal (dados: TSE — dados abertos de prestação de contas eleitorais) · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Página viva: 'Candidato a presidente do Brasil em 2026 — Registro deferido'; bens R$ 454.486; histórico desde 1998: 2014 Senador/SP 12.102 votos, 2012 Vice-prefeito/SP (PSOL) 62.431 votos, 2010 Vice-presidente 39.136 votos, 2008 Prefeito/SP 4.300 votos; campanha até 08/09/2026: receita R$ 25.971 (9 doadores), gasto contratado R$ 22.531,22.Ficha de Edmilson Costa (PCB) — Eleições 2026 (dados do TSE)Folha de S.Paulo (dados: TSE) · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Página viva com dados do TSE/DivulgaCandContas, atualizada em 29/09/2026 (6h01): situação DEFERIDO, nº 21, vice Cleusa Santos, nascimento 08/04/1950 (Pedreiras/MA), 76 anos, superior completo, ocupação 'APOSENTADO (EXCETO SERVIDOR PÚBLICO)', bens 2026 R$ 454.485,68 e bens 2014 R$ 502.013,29; perfil: 'jornalista formado pela UFMA e doutor em economia pela Unicamp'.Edmilson Costa e Cleusa Santos são oficializados pelo PCB como candidatos a presidente e vice-presidenteg1 (Globo) · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Convenção nacional do PCB em 01/08/2026, na Câmara Municipal de São Paulo, oficializou a chapa; o partido decidiu não lançar candidatos a deputado federal e estadual nas eleições de 2026 e aprovou o programa com foco na desmilitarização da segurança pública e na saúde 100% estatal.Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.

Marcos organizativos da direção partidária (sucessão, crise interna e expulsões)

  1. 2016Em 17/10/2016, substituiu Ivan Pinheiro na secretaria-geral do PCB ('EDMILSON COSTA SUBSTITUI IVAN PINHEIRO NA SECRETARIA GERAL DO PCB'); dias depois publicou 'Carta de Edmilson Costa à militância comunista' (23/10/2016).
  2. 2018Como secretário-geral, criticou 'oligarquias' em Roraima em texto publicado pelo partido em 20/09/2018.
  3. 2023Ano de crise interna: expulsão de Jones Manoel e de um ex-candidato a presidente foi noticiada pelo Brasil 247 em 02/08/2023; o PCB publicou nota sobre a crise do partido no Rio Grande do Sul em 21/09/2023; a circular do Comitê Central sobre a Plataforma Mundial Anti-imperialista foi contestada publicamente por militantes, que responderam com o texto 'Sobre as mentiras e tergiversações na Circular do CC do PCB'.
  4. 2026Foi oficializado candidato à Presidência na convenção nacional de 01/08/2026, na Câmara Municipal de São Paulo, com a chapa pura do partido e Cleusa Santos como vice.
Posição

Dirige o PCB como secretário-geral nacional desde 2016 e disputa a Presidência em 2026 com chapa pura do partido.

Proposta

Candidatura presidencial com o programa registrado no TSE ('Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo'), apresentado como programa do partido adotado pela candidatura.

Histórico

Atos praticados de direção partidária: sucessão na secretaria-geral em 17/10/2016, carta à militância no mesmo mês, artigo de 2018 sobre Roraima e condução do partido no processo interno de 2023 (expulsões e crise no Rio Grande do Sul).

Conexão documentada

São marcos organizativos de partido — congressos, notas, expulsões e convenções —, não de mandato: o candidato nunca exerceu cargo público eletivo ou nomeado, e as fontes não registram votação nominal de sua parte sobre qualquer tema. O processo interno de 2023 é contestado por setores expulsos e por textos publicados em site dissidente, o que está declarado na própria origem das fontes.

EDMILSON COSTA SUBSTITUI IVAN PINHEIRO NA SECRETARIA GERAL DO PCBPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 17/10/2016 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Comunicado da Comissão Política Nacional (17/10/2016): Ivan Pinheiro formalizou o afastamento em reunião do Comitê Central (8 e 9/10/2016), que indicou Edmilson Costa por unanimidade; inclui a carta pública do novo secretário-geral à militância.Carta de Edmilson Costa à militância comunistaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 23/10/2016 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Carta publicada em 23/10/2016: o Comitê Central, em reunião de 8 e 9/10/2016, aceitou a carta de afastamento da secretaria-geral de Ivan Pinheiro e indicou Edmilson Costa por unanimidade; foi eleito um Secretariado Político coordenado pelo secretário-geral e composto por Ivan Pinheiro, Eduardo Serra, Ricardo Costa Rico e Edilson Neves; o texto descreve o processo como 'tranquilo, sem traumas ou divergências' e menciona a 'resistência à liquidação do PCB em 1992'.Secretário Geral do PCB critica oligarquias em RoraimaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 20/09/2018 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota de 20/09/2018: Edmílson Costa esteve em Roraima desde 11/09/2018 para impulsionar as candidaturas da coligação Frente de Esquerda, apresentada como aliança nacional com PSOL, MTST, movimento indígena e movimentos sociais; a Convenção Eleitoral Unificada do PCB, PSOL e PSTU aprovou Fábio Almeida (PSOL) ao governo, Telma Taurepang (PCB) e Lourival (PSTU) ao Senado e seis candidaturas a deputado estadual, três delas da fração indígena, com coletivos de lideranças indígenas, movimentos sociais e estudantis e coletivos de artes e cultura.Racha no PCB tem expulsão de Jones Manoel e de ex-candidato a presidente (vídeos)Brasil 247 · publicado 02/08/2023 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reportagem de 02/08/2023: expulsões de Jones Manoel e do ex-candidato à Presidência Ivan Pinheiro; nota assinada pelo secretário-geral Edmilson Costa afirma que um 'pequeno grupo' com 'limitada ação na realidade concreta da luta de classes' divulga a vida interna do partido; divergências sobre a guerra da Ucrânia e sobre a postura em relação ao governo Lula; Jones Manoel declarou existir lista de mais de 30 expulsões prontas.Sobre a crise do PCB no Rio Grande do SulPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 21/09/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota publicada em 21/09/2023 no site oficial: descreve crise profunda do partido, a política nacional de desligamentos da militância, a tentativa prévia de mediação no Rio Grande do Sul, o evento com Ivan Pinheiro em Porto Alegre tratado como 'quebra de unidade' e a formalização de expulsões por adesão ao fracionismo (Guilherme Couto, Leonardo Silvestrin, Mariana Padilha, Juliana Guerra, Nicolas Sanchez, direção estadual da UJC e células de Rio Grande e Santa Maria), com possibilidade de retorno mediante autocrítica pública. A nota não identifica a instância signatária.Sobre as mentiras e tergiversações na Circular do CC do PCB sobre a Plataforma Mundial Anti-ImperialistaEm Defesa do Comunismo · publicado undefined/undefined/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Texto de 2023 que reproduz a circular do Comitê Central de 01/08/2023 ('A respeito da PMAI') e a autocrítica do secretário de Relações Internacionais sobre a participação na reunião da Plataforma em Seul; cita a pauta de 'Informes' da Comissão Política Nacional registrando que o PCB foi convidado e participaria de encontro na Venezuela (Edmilson Costa), que o PCV foi consultado e não se opôs à viagem e que houve saudação a evento realizado em Belgrado (Sérvia); registra que o partido não referendou a linha política da Plataforma.Edmilson Costa e Cleusa Santos são oficializados pelo PCB como candidatos a presidente e vice-presidenteg1 (Globo) · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Convenção nacional do PCB em 01/08/2026, na Câmara Municipal de São Paulo, oficializou a chapa; o partido decidiu não lançar candidatos a deputado federal e estadual nas eleições de 2026 e aprovou o programa com foco na desmilitarização da segurança pública e na saúde 100% estatal.PCB oficializa candidatura de Edmilson Costa à PresidênciaTerra (conteúdo: Estadão/Agência Brasil) · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Doutor em Economia pela Unicamp com pós-doutorado no IFCH; autor de obras sobre capitalismo contemporâneo e crise econômica mundial, além de livros de poesia; membro do PCB desde 1970; em 2008 obteve 4.300 votos (0,07%) e em 2010 a chapa com Ivan Pinheiro obteve 39.136 votos (0,04%); a chapa de 2026 propõe suspender o pagamento da dívida pública e extinguir o Senado.PCB oficializa candidatura de Edmilson Costa à PresidênciaO Tempo · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reportagem de 01/08/2026 ('ainda sob reflexos de uma crise interna'): registra a dissidência por divergências programáticas em 2023, a expulsão de Ivan Pinheiro e Jones Manoel e a formação do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR); primeira eleição presidencial do PCB após a ruptura; pré-candidatura lançada em abril de 2026 em ato na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro; sexta eleição consecutiva em que o PCB afasta composição com o PT no 1º turno; a chapa de 2022, encabeçada por Sofia Manzano, teve 45.620 votos (0,04%).
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Opinião pública

Pesquisas registradas, com instituto e data. Medem percepção eleitoral — não competência.

Intenção de voto — pesquisas recentes (1º turno)
0% (Quaest/Rede Amazônica — Amapá, 25/08/2026)
Última sondagem estimulada localizada nesta rodada que inclui o candidato. Pesquisa regional (Amapá); pesquisa nacional com o candidato não localizada nas buscas desta rodada.
Aprovação da gestão (pesquisas)
—
Indicador aplicável a quem já ocupou cargo executivo (eleito ou nomeado): anos_executivo = 0 e nenhuma vitória eleitoral em 5 disputas documentadas (2008–2026, TSE) — nunca governou, portanto não existe aprovação de gestão a medir.
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Histórico e trajetória

Currículo, tempo de exercício, estrutura administrada e patrimônio. Estes números medem oportunidade institucional — servem de contexto, não de prova de capacidade.

Anos em cargos executivos públicos
0 anos
Maior orçamento anual administrado
Não se aplica — nunca administrou orçamento público
Pessoas/equipe sob gestão (servidores)
Não localizado
Anos de experiência política
56 anos (filiado ao PCB desde 1970)
Anos em cargos legislativos
0 anos
Anos em cargos públicos federais
0 anos
Mandatos eletivos conquistados
0 — nenhuma eleição vencida nas 5 disputas documentadas (2008–2026)
Votos recebidos em eleições anteriores
117.969 votos somados em 4 disputas derrotadas (2008–2014)
Situação do registro de candidatura no TSE
DEFERIDO — registro deferido (chapsa entre as 12 candidaturas válidas divulgadas pelo TSE em 11/09/2026)
Bens declarados à Justiça Eleitoral
R$ 454.485,68 (2026)

Trajetória

  1. Ciências Humanas (pós-doutorado) — Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) — UnicampFormação
  2. Economia — Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)Formação
  3. Jornalismo — Universidade Federal do Maranhão (UFMA)Formação
  4. 1970 – atual
    Filiado ao Partido Comunista Brasileiro (PCB)PCB · experiência políticaMembro do PCB desde 1970 (infobox da Wikipédia: 'PCB 1970–presente'; Agência Brasil/Terra: 'Membro do partido desde 1970'; perfil da Folha: 'militante histórico do PCB desde os anos 1970'). Iniciou a militância como dirigente estudantil, teria sido perseguido durante a ditadura militar e participou de movimentos em defesa das liberdades democráticas (versão do próprio partido, citada pela Agência Brasil). Membro da Comissão Política Nacional do PCB desde 2001; ex-Secretário de Relações Internacionais e ex-Secretário Político do PCB em São Paulo até 2016 (Wikipédia).
  5. 2008 – atual
    Candidaturas a cargos eletivos (todas não eleitas até 2014)PCB (2008, 2010, 2014, 2026) e chapa do PSOL (2012) · experiência políticaPrefeito de São Paulo em 2008 pelo PCB (4.300 votos, 0,07%); vice-presidente em 2010 na chapa de Ivan Pinheiro (39.136 votos, 0,04%); vice-prefeito de São Paulo em 2012 na coligação Frente de Esquerda (chapa do PSOL, candidato a prefeito Carlos Giannasi) com 62.431 votos; senador por São Paulo em 2014 pelo PCB (12.102 votos, não eleito); candidato à Presidência em 2026. Nexo (dados TSE): nenhuma eleição vencida desde 1998.
  6. 2016 – atual
    Secretário-geral nacional do PCB (13º titular)Partido Comunista Brasileiro (PCB) · experiência políticaEleito secretário-geral em 17/10/2016, sucedendo Ivan Pinheiro, e no cargo até 29/09/2026 (Wikipédia; CNN Brasil; site do PCB). É a principal função partidária do candidato — cargo partidário, sem administração de recursos ou pessoal públicos.
  7. não /nf – atual
    Autor — obras sobre economia e livros de poesiaAutônomo / editoras independentes · experiência profissionalSegundo a Agência Brasil/Terra, é autor de obras sobre o capitalismo contemporâneo e a crise econômica mundial, além de livros de poesia. Títulos e editoras não localizados nas fontes desta rodada.
  8. não /nf – atual
    Professor universitárioInstituições de ensino superior (não especificadas nas fontes) · experiência profissionalEm 2008, ao lançar candidatura à prefeitura de SP, declarou ter 'mais de 20 anos de magistério' e descreveu-se como professor universitário e doutor em economia pela Unicamp (texto original do G1/Globo sobre a convenção do PCB). Ocupação declarada ao TSE em 2026: 'Aposentado (exceto servidor público)'.

Plano de governo

Propostas do plano de governo
35 propostas indexadas pelo TSE (PDF oficial de 16 páginas)
Propostas com custo estimado
3% (1 de 35 propostas com valor de recursos declarado)
Propostas com prazo
14% (5 de 35 com prazo temporal explícito)
Propostas prioritárias que dependem do Congresso
89% (31 de 35 propostas com instrumento federal)

Programa do Partido Comunista Brasileiro (PCB) para as Eleições Presidenciais de 2026ver plano oficial ↗

Título do PDF conforme extraído do documento oficial; o subtítulo aparece truncado na captura ('Construir o Poder Popul…'). Contagem de 35 propostas feita pela equipe sobre a página do TSE (item 'Erro na página' excluído). Página do TSE bloqueou acesso direto por CDN (Access Denied); conteúdo obtido via leitura alternativa (r.jina.ai).

35 propostas registradas. Indicadores de detalhamento calculados sobre as 8 propostas analisadas:

Objetivo claramente identificado
Meta quantitativa
Prazo definido
Estimativa de custo
Fonte de financiamento
Impacto fiscal estimado
Órgão executor identificado
Mecanismo jurídico identificado
Indicador de resultado
Depende do Congresso
  • OutrosJornada de 30 horas semanais sem redução salarial e fim da escala 6x1

    Impulsionar a redução da jornada para 30 horas semanais sem perda salarial e extinguir a escala 6x1 (propostas nas páginas 2, 5 e 14 do programa oficial).

  • EconomiaNacionalização e estatização do sistema monetário, financeiro e bancário (Banco dos Trabalhadores)

    Nacionalização e estatização do sistema monetário, financeiro e bancário, com criação de um 'Banco dos Trabalhadores' (página 4 do programa).

  • EconomiaAuditoria e suspensão de juros da dívida pública; revogação do arcabouço fiscal e da LRF

    Reestruturação e auditoria da dívida pública com suspensão de juros (página 4) e revogação do arcabouço fiscal, da Lei de Responsabilidade Fiscal e das 'leis neoliberais' (páginas 2, 4 e 13).

  • SaúdeSaúde 100% pública com estatização do setor privado e 10% do PIB

    Saúde 100% pública, gratuita e universal, com estatização do setor privado de saúde e fim das Organizações Sociais (páginas 2, 6 e 10); investimento de 10% do PIB na saúde pública e fortalecimento da atenção básica; Conselhos Populares de Saúde em todos os níveis; proibição de comunidades terapêuticas (antimaniquial).

  • EducaçãoEnsino 100% público e gratuito da creche à pós-graduação, fim do vestibular e cotas ampliadas

    Estatização do ensino privado; fim do vestibular nas universidades federais e universalização de cotas (54% para negros e ampla inclusão trans); Piso Salarial Profissional Nacional para a educação básica; ampliação dos Institutos Federais (páginas 2, 7 e 10).

  • SegurançaDesmilitarização e unificação das polícias; fim da 'guerra às drogas'

    Completa desmilitarização da segurança pública, unificação das polícias e instituição do ciclo completo de formação; fim da política de 'guerra às drogas' com descriminalização do uso (legalização da maconha a curto prazo); revogação da Lei Antiterrorismo (12.850/2013) e da Lei Antidrogas; ocupação de territórios dominados pelo crime organizado com serviços públicos (páginas 6 e 12).

  • Administração públicaAssembleia Constituinte de Novo Tipo e Orçamento Popular deliberativo

    Convocação de uma Assembleia Constituinte de Novo Tipo e criação de Conselhos Populares deliberativos (páginas 3, 4 e 9); instituição de Orçamento Popular 100% deliberativo com revogabilidade de mandatos; democratização radical dos meios de comunicação e regulação das Big Techs; reforma estrutural do Judiciário com mandatos fixos e revogáveis para tribunais superiores (página 4 e 13).

  • Política externaRompimento de relações com o Estado de Israel e combate ao imperialismo

    Combate ao imperialismo (OTAN, OEA e Cúpula das Américas) e solidariedade ativa a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental; rompimento imediato de relações diplomáticas e econômicas com o Estado de Israel; fortalecimento de blocos regionais como ALBA e UNASUL (páginas 2, 8, 15 e 16).

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Integridade e responsabilidade institucional

Cada registro mantém sua categoria jurídica exata e seu status atual. Acusação não é condenação; absolvição e arquivamento têm o mesmo destaque.

Sem registros institucionais localizados

Transparência, prestação de contas, auditorias e processos são pesquisados em fontes primárias (tribunais, órgãos de controle, diários oficiais). Nada é inferido a partir de menção na imprensa.

Fontes

Ficha de Edmilson Costa (PCB) — Eleições 2026 (dados do TSE)Folha de S.Paulo (dados: TSE) · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Página viva com dados do TSE/DivulgaCandContas, atualizada em 29/09/2026 (6h01): situação DEFERIDO, nº 21, vice Cleusa Santos, nascimento 08/04/1950 (Pedreiras/MA), 76 anos, superior completo, ocupação 'APOSENTADO (EXCETO SERVIDOR PÚBLICO)', bens 2026 R$ 454.485,68 e bens 2014 R$ 502.013,29; perfil: 'jornalista formado pela UFMA e doutor em economia pela Unicamp'.Edmilson Costa — candidato a presidente em 2026 (registro deferido; finanças e histórico eleitoral com dados do TSE)Nexo Jornal (dados: TSE — dados abertos de prestação de contas eleitorais) · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Página viva: 'Candidato a presidente do Brasil em 2026 — Registro deferido'; bens R$ 454.486; histórico desde 1998: 2014 Senador/SP 12.102 votos, 2012 Vice-prefeito/SP (PSOL) 62.431 votos, 2010 Vice-presidente 39.136 votos, 2008 Prefeito/SP 4.300 votos; campanha até 08/09/2026: receita R$ 25.971 (9 doadores), gasto contratado R$ 22.531,22.Edmilson Costa — verbete (Wikipédia em português: PCB 1970–presente; secretário-geral desde 17/10/2016; alma mater UFMA e Unicamp)Wikipédia · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Enciclopédia colaborativa usada como índice; afirmações conferidas nas fontes primárias citadas quando disponíveis.Edmilson Costa — Propostas de Governo (Eleições 2026)TSE — Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Índice oficial de propostas do candidato no TSE (35 propostas extraídas pela equipe); página acessada via leitura alternativa após bloqueio de CDN.Programa do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 (PDF oficial, 16 páginas)TSE — DivulgaCandContas / TSE (arquivos) · publicado 14/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento oficial registrado; data de publicação 14/08/2026.PCB oficializa candidatura de Edmilson Costa à PresidênciaTerra (conteúdo: Estadão/Agência Brasil) · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Doutor em Economia pela Unicamp com pós-doutorado no IFCH; autor de obras sobre capitalismo contemporâneo e crise econômica mundial, além de livros de poesia; membro do PCB desde 1970; em 2008 obteve 4.300 votos (0,07%) e em 2010 a chapa com Ivan Pinheiro obteve 39.136 votos (0,04%); a chapa de 2026 propõe suspender o pagamento da dívida pública e extinguir o Senado.PCB oficializa candidatura de Edmilson Costa à PresidênciaCNN Brasil · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Convenção do PCB em 01/08/2026 na Câmara Municipal de São Paulo; chapa pura com a professora Cleusa Santos; secretário-geral desde 17/10/2016, sucedendo Ivan Pinheiro.PCB confirma candidatura de Edmilson Costa à Prefeitura de São Paulo (texto original do G1/Globo de 21/06/2008, reproduzido por réplica)Globo.com (réplica: hlera.com.br) · publicado 21/06/2008 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — URL original do G1 (2008) não localizada; réplica preserva o texto. Convenção do PCB de 21/06/2008: candidato a prefeito, professor universitário e doutor em economia pela Unicamp, '30 anos de militância' e 'mais de 20 anos de magistério'; vice jornalista Fernanda Mendes; cerca de 10 mil filiados na capital.Candidatos do PSOL São Paulo 2012 — Frente de Esquerda (prefeito Carlos Giannasi; vice Edmilson Costa, PCB)PSOL 50 (site da seção de São Paulo) · publicado undefined/09/2012 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Fonte partidária: chapa da Frente de Esquerda em 2012 com vice Edmilson Costa (PCB).PCB oficializa candidatura própria à presidência e ao governo de SP (2014)g1 (Globo) · publicado 21/06/2014 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Convenção do PCB de 21/06/2014; o partido lançou chapa própria à presidência e ao governo de SP. A candidatura de Edmilson Costa ao Senado por SP em 2014 é confirmada pelo histórico do Nexo/TSE (12.102 votos).Eleições têm 12 candidaturas na disputa pela Presidência da RepúblicaTSE — Tribunal Superior Eleitoral · publicado 11/09/2026 · acessado 29/09/2026Justiça Eleitoral — Oficializa o quadro final de 12 chapas válidas e o indeferimento da chapa Marçal/Avalanche (PRTB).API Dados Abertos da Câmara dos Deputados — deputados em exercício (57ª Legislatura) por siglaCâmara dos Deputados (dados abertos) · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Legislativo — Consulta direta à API oficial em 29/09/2026: 0 deputados federais filiados ao PCB em exercício.API de Dados Abertos do Senado Federal — lista de parlamentares em exercícioSenado Federal (dados abertos) · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Legislativo — Consulta direta à API oficial em 29/09/2026: 81 senadores em exercício, 0 do PCB.Quaest 2026: veja como está a disputa pela presidência no AP (Edmilson Costa 0%)g1 (Globo) · publicado 25/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Pesquisa estimulada com 804 pessoas ouvidas entre 21 e 24/08/2026, encomendada pela Rede Amazônica; margem de 3 pontos; cenário com e sem Marçal. Edmilson Costa: 0% nos dois cenários.PCB lança candidato à Presidência — Edmilson Costa (jornalismo UFMA, doutorado em Economia pela Unicamp nos anos 1990)Diário Carioca (texto creditado à Agência Brasil) · publicado 17/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Militância desde os anos 1980; doutorado em Economia pela Unicamp nos anos 1990 com tese sobre política salarial brasileira.Entrevista de Edmilson Costa para Opera Mundi (publicada no site do PCB)Opera Mundi (transcrição no site do PCB) · publicado 01/04/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Entrevista gravada em 17/03/2026 e publicada em 01/04/2026: alianças da esquerda, divergência com o PCdoB, unidade de ação com o PT nas lutas sociais, independência frente ao governo, indefinição sobre 2º turno e a dissidência de Jones Manoel. Transcrição hospedada no site do partido — usada com marcação partidária.Entrevista de Edmilson Costa para Sputnik Brasil (transcrição no site do PCB)Sputnik Brasil (transcrição no site do PCB) · publicado 27/06/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Entrevista publicada em 27/06/2026 sobre a fragmentação do campo de esquerda em 2026 (PT, PCdoB, PSOL, PSTU, UP, PCO e PCB), as propostas do PCB e a ausência de unidade em torno de uma candidatura única. Transcrição hospedada no site do partido — usada com marcação partidária.Edmilson Costa e Cleusa Santos são oficializados pelo PCB como candidatos a presidente e vice-presidenteg1 (Globo) · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Convenção nacional do PCB em 01/08/2026, na Câmara Municipal de São Paulo, oficializou a chapa; o partido decidiu não lançar candidatos a deputado federal e estadual nas eleições de 2026 e aprovou o programa com foco na desmilitarização da segurança pública e na saúde 100% estatal.Brazilian Communist Party candidate for presidency gives interviewInternational Communist Press (icp.org.tr) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista durante visita a Rio Branco (AC), publicada em agosto de 2026 (a página não expõe data exata): o candidato responde sobre a diferença entre PCdoB e PCB e afirma que o PCB 'em geral apoia algumas candidaturas do PSOL', citando como poucos os casos de apoio fora desse espectro.PCB oficializa chapa para eleições 2026 em Convenção na ALMGPoder Popular (PCB de Minas Gerais) · publicado 26/07/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Convenção estadual do PCB-MG em 26/07/2026, na ALMG, oficializou chapa própria (Túlio Lopes ao governo); o texto registra que 'o partido definirá posteriormente sobre eventuais apoios a candidaturas ao Senado e à Câmara Federal'. Fonte do partido — usada com marcação partidária.PCB oficializa candidaturas à PresidênciaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 03/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota oficial (03/08/2026): Convenção Nacional Eleitoral realizada em 01/08/2026 na Câmara Municipal de São Paulo, com Edmilson Costa (presidente) e Cleusa Santos (vice).Edmilson Costa pré-candidato à presidência do BrasilPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 24/02/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Comunicado: o Comitê Central do PCB, em reunião no início de fevereiro de 2026, decidiu lançar Edmilson Costa pré-candidato à Presidência ('Por um governo do Poder Popular').Programa do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — Construir o Poder Popular, rumo ao SocialismoPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 15/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Programa aprovado na convenção nacional de 01/08/2026 e registrado no TSE (documento do DivulgaCandContas 280017107286; o endpoint do TSE respondeu 403 a acesso automatizado em 29/09/2026).Para Edmilson Costa (PCB), Russomanno é um novo CollorPSOL São Paulo (psol50sp.org.br) · publicado undefined/09/2012 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Material de campanha de 2012: o candidato a vice-prefeito da Frente de Esquerda (PSOL/PCB) apresenta a chapa como instrumento 'pedagógico' para construir 'uma nova forma de fazer política'.PCB presente no 19° Encontro Internacional de Partidos Comunistas e OperáriosPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 07/11/2017 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota oficial: delegação do PCB ao XIX Encontro Internacional dos Partidos Comunistas e Operários (Petrogrado e Moscou, 2017) composta por Edmílson Costa (Secretário Geral), Edílson Neves (Secretário de Organização), Eduardo Serra (Secretário de Relações Internacionais) e Aníbal Valença (membro do Comitê Central); o texto reúne organizações comunistas e operárias de diversos países para relato de experiências e propostas de ações conjuntas. O menu do site lista as estruturas nacionais do partido (jornais, congressos, secretariado, frente sindical, juventude, coletivos feminista e negro e Fundação Dinarco Reis).EDMILSON COSTA SUBSTITUI IVAN PINHEIRO NA SECRETARIA GERAL DO PCBPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 17/10/2016 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Comunicado da Comissão Política Nacional (17/10/2016): Ivan Pinheiro formalizou o afastamento em reunião do Comitê Central (8 e 9/10/2016), que indicou Edmilson Costa por unanimidade; inclui a carta pública do novo secretário-geral à militância.Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (16 páginas, aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Tribunal Superior Eleitoral · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Documento registrado no TSE. Acesso por linha de comando bloqueado pelo WAF do TSE (HTTP 403); texto obtido do snapshot do Wayback Machine de 28/09/2026 (web.archive.org/web/20260928000956/https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/proposta-pcb/@@display-file/file/proposta-pcb.pdf), idêntico ao publicado pelo partido em 15/08/2026. Estrutura: introdução, cinco 'grandes transformações estruturais' e 21 pontos da Plataforma Anticapitalista e Anti-imperialista.INVIABILIZADA A ALIANÇA ELEITORAL PCB/PSOLPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 01/07/2010 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota da Comissão Política Nacional (01/07/2010) sobre o encerramento das negociações nacionais com o PSOL: o Comitê Central admitira a retirada da candidatura presidencial própria (Ivan Pinheiro presidente, Edmilson Costa vice) em troca de 6 dos 20 programas de rádio e TV; o PSOL manteve 16 programas para si e 90% do horário nas coligações proporcionais em São Paulo; sem acordo, foram mantidas as candidaturas próprias a presidente e vice e as chapas estaduais, exceto onde havia coligação regional.Crítico do PT, candidato do PCB defende estatizar sistema financeiro e extinguir SenadoFolha de S.Paulo · publicado 29/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Perfil-entrevista publicado em 29/08/2026: o PCB recusa aliança com o PT no 1º turno pela sexta eleição seguida; programa propõe estatizar o sistema financeiro, suspender o pagamento da dívida pública e extinguir o Senado; questionado sobre a viabilidade sem maioria no Congresso, o candidato aposta na mobilização popular e cita os 'caras-pintadas' no impeachment de Collor (1992); afirma que a disputa ocorre sem rádio, TV ou poder econômico.PCB oficializa candidatura de Edmilson Costa à PresidênciaO Tempo · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reportagem de 01/08/2026 ('ainda sob reflexos de uma crise interna'): registra a dissidência por divergências programáticas em 2023, a expulsão de Ivan Pinheiro e Jones Manoel e a formação do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR); primeira eleição presidencial do PCB após a ruptura; pré-candidatura lançada em abril de 2026 em ato na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro; sexta eleição consecutiva em que o PCB afasta composição com o PT no 1º turno; a chapa de 2022, encabeçada por Sofia Manzano, teve 45.620 votos (0,04%).Sobre as mentiras e tergiversações na Circular do CC do PCB sobre a Plataforma Mundial Anti-ImperialistaEm Defesa do Comunismo · publicado undefined/undefined/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Texto de 2023 que reproduz a circular do Comitê Central de 01/08/2023 ('A respeito da PMAI') e a autocrítica do secretário de Relações Internacionais sobre a participação na reunião da Plataforma em Seul; cita a pauta de 'Informes' da Comissão Política Nacional registrando que o PCB foi convidado e participaria de encontro na Venezuela (Edmilson Costa), que o PCV foi consultado e não se opôs à viagem e que houve saudação a evento realizado em Belgrado (Sérvia); registra que o partido não referendou a linha política da Plataforma.Pará: Os ventos do norte trarão a revolução!Em Defesa do Comunismo (Comitê Regional do PCB no Pará) · publicado undefined/undefined/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Texto de 2023 assinado pelo Comitê Regional do PCB no Pará: relata que a participação do partido na Plataforma Mundial Anti-Imperialista (PMAI) estava suspensa por decisão do Comitê Central e que o então secretário de Relações Internacionais compareceu à conferência de Seul (Congresso do Partido da Democracia Popular, Coreia do Sul) e leu documento em nome do PCB contra a decisão; lista expulsões de julho e agosto de 2023 (Ana Karen, Gabriel Landi, Gabriel Lazzari, Leonardo Godim, Gabriel Colombo, Gustavo Gaiofato, Jones Manoel e Ivan Pinheiro) e a criação do espaço 'Reconstrução Revolucionária' (RR).Carta de Edmilson Costa à militância comunistaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 23/10/2016 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Carta publicada em 23/10/2016: o Comitê Central, em reunião de 8 e 9/10/2016, aceitou a carta de afastamento da secretaria-geral de Ivan Pinheiro e indicou Edmilson Costa por unanimidade; foi eleito um Secretariado Político coordenado pelo secretário-geral e composto por Ivan Pinheiro, Eduardo Serra, Ricardo Costa Rico e Edilson Neves; o texto descreve o processo como 'tranquilo, sem traumas ou divergências' e menciona a 'resistência à liquidação do PCB em 1992'.Racha no PCB tem expulsão de Jones Manoel e de ex-candidato a presidente (vídeos)Brasil 247 · publicado 02/08/2023 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reportagem de 02/08/2023: expulsões de Jones Manoel e do ex-candidato à Presidência Ivan Pinheiro; nota assinada pelo secretário-geral Edmilson Costa afirma que um 'pequeno grupo' com 'limitada ação na realidade concreta da luta de classes' divulga a vida interna do partido; divergências sobre a guerra da Ucrânia e sobre a postura em relação ao governo Lula; Jones Manoel declarou existir lista de mais de 30 expulsões prontas.Sobre a crise do PCB no Rio Grande do SulPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 21/09/2023 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota publicada em 21/09/2023 no site oficial: descreve crise profunda do partido, a política nacional de desligamentos da militância, a tentativa prévia de mediação no Rio Grande do Sul, o evento com Ivan Pinheiro em Porto Alegre tratado como 'quebra de unidade' e a formalização de expulsões por adesão ao fracionismo (Guilherme Couto, Leonardo Silvestrin, Mariana Padilha, Juliana Guerra, Nicolas Sanchez, direção estadual da UJC e células de Rio Grande e Santa Maria), com possibilidade de retorno mediante autocrítica pública. A nota não identifica a instância signatária.Esquerda, volver! O que une (e separa) UP, PCO, PSTU e PCBCartaCapital · publicado undefined/undefined/2020 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reportagem de 2020 sobre as quatro legendas sem cargos e sem recursos: o PCB é descrito com 12,9 mil filiados listados pelo TSE e presença declarada em mais de uma centena de sindicatos (entre eles Andes e Sinasefe); registra que a última vez que o partido ocupou cargo eletivo foi com a vereadora Marta Jane, de Goiânia, em 2015.Secretário Geral do PCB critica oligarquias em RoraimaPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 20/09/2018 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Nota de 20/09/2018: Edmílson Costa esteve em Roraima desde 11/09/2018 para impulsionar as candidaturas da coligação Frente de Esquerda, apresentada como aliança nacional com PSOL, MTST, movimento indígena e movimentos sociais; a Convenção Eleitoral Unificada do PCB, PSOL e PSTU aprovou Fábio Almeida (PSOL) ao governo, Telma Taurepang (PCB) e Lourival (PSTU) ao Senado e seis candidaturas a deputado estadual, três delas da fração indígena, com coletivos de lideranças indígenas, movimentos sociais e estudantis e coletivos de artes e cultura.PEB NAS URNAS: Edmilson Costa (PCB)OPEB — Observatório de Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Análise do programa do PCB (autores Clara Parra Dias, Leonardo Cezar Tesser e Patricia Lima Rego). Descreve a diretriz de ruptura revolucionária, a leitura Norte-Sul, a ausência de detalhamento sobre BRICS, governança climática e mecanismos de interdependência econômica global.PCB presente no 19° Encontro Internacional de Partidos Comunistas e OperáriosPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 07/11/2017 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Registro do próprio partido: o PCB enviou delegação ao XIX Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, em Petrogrado (ex-Leningrado) e Moscou, Rússia, no ano do centenário da Revolução de 1917. A delegação era composta por Edmílson Costa (secretário-geral), Edílson Neves (secretário de Organização), Eduardo Serra (secretário de Relações Internacionais) e Aníbal Valença (membro do Comitê Central); a intervenção do PCB no Encontro foi proferida por Eduardo Serra.Edmilson Costa, Secretário Internacional do PCB, no Congresso do Partido Comunista ColombianoPartido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 24/07/2012 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Publicação do PCB (categoria Colômbia) informando a presença de Edmilson Costa, então secretário de Relações Internacionais, no congresso do Partido Comunista Colombiano. A intervenção em nome do PCB no congresso colombiano é registrada também em transcrição de divulgação partidária (gracietesantana.blogspot.com, jul/2012).Radical Socialist Visions Shape Foreign Policy Debate in Brazil's 2026 Presidential RaceBrazil in English · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Publicação em inglês que traduz e sintetiza os artigos do OPEB sobre Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU). Cobre a proposta anti-imperialista do PCB, a soberania econômica e digital do PSTU e as lacunas de estratégia diplomática multilateral apontadas nas análises de origem.Imprensa Popular — verbete da Hemeroteca Digital (jornal do PCB, 1948–1958; relançado em 2005)Biblioteca Nacional — BNDigital / Hemeroteca (texto de Bruno Brasil) · publicado 29/11/2016 · acessado 29/09/2026editorial — Registra que o PCB reviveu o título em 2005 e que, nessa fase, o jornal foi dirigido por Eduardo Serra, Edmilson Costa e Ivan Pinheiro, circulando mensalmente em formato tabloide de 12 páginas, impresso a cores e aparentemente distribuído de graça; descreve a redação e o corpo editorial da publicação original (1948–1958). Acesso direto respondeu 403 em 29/09/2026; conteúdo lido em trecho integral retornado por busca (o mesmo texto é citado por indexadores do verbete).Jornal O Poder Popular — arquivo de edições (Nº 101 a Nº 109, 2026)Partido Comunista Brasileiro (PCB) — portal oficial · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Página de arquivo do jornal do PCB com numeração sequencial de edições (a Nº 105 é identificada como maio de 2026 e a Nº 109 como setembro de 2026) e 28 páginas de arquivo consultadas em 29/09/2026. Traz as 'Notas dos editores', que atribuem ao Secretariado Nacional do Comitê Central a decisão sobre o que é publicado como linha política do partido, e lista canais próprios de vídeo ('Canal Jornal O Poder Popular' e 'Canal Comuna Que Pariu!').Um balanço da economia brasileira em 2025 (artigo assinado por Edmilson Costa)Partido Comunista Brasileiro (PCB) — portal oficial · publicado 07/01/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Artigo de conjuntura assinado 'Edmilson Costa*' e publicado no portal nacional do partido: compara o crescimento do PIB até novembro de 2025 (pouco mais de 2%) com 2024 (3,4%). Consultado em 29/09/2026 (HTTP 200).Portal O Poder Popular — página inicial e entrevista 'Conversa com Edmilson Costa' (31/08/2026)O Poder Popular (jornal/portal do PCB) · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Página inicial do jornal/portal do PCB consultada em 29/09/2026: publica o Programa Político do PCB (15/08/2026), a entrevista 'Conversa com Edmilson Costa, candidato à presidência pelo PCB' (31/08/2026, em que o candidato afirma que o país precisa 'romper com o ciclo de políticas neoliberais que vem desde o início da década de 90') e matérias assinadas 'Por O Poder Popular'.Programa Anticapitalista e Anti-imperialista para o Brasil — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' (texto integral no portal do PCB)Partido Comunista Brasileiro (PCB) — portal oficial · publicado 15/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Texto do Programa Político do PCB para 2026 aprovado na Convenção Nacional de 01/08/2026, publicado no portal do partido: estrutura em 'cinco grandes transformações estruturais', com o Orçamento Popular 100% deliberativo, os Conselhos Populares, a Assembleia Constituinte de Novo Tipo a ser convocada em até dois anos (metade dos membros eleita por organizações sociais em ENCLAT), a meta de o salário mínimo alcançar o piso do Dieese em quatro anos, a democratização dos meios de comunicação (nova Lei Geral das Comunicações) e o eixo de internacionalismo (solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã e Saara Ocidental). Consultado em 29/09/2026 (HTTP 200).PEB NAS URNAS: Edmilson Costa (PCB) — análise do programa de política externaOPEB — Observatório de Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil · publicado 27/09/2026 · acessado 29/09/2026editorial — Análise acadêmica do eixo de política externa do programa do PCB: registra a diretriz de 'soberania, socialismo e internacionalismo de classe' e a ausência de detalhamento sobre BRICS, governança climática e mecanismos de interdependência econômica global. Consultado em 29/09/2026 (HTTP 200).Entrevista com Edmilson Costa, Secretário Geral do PCB — “A Reforma da Previdência é parte da ofensiva do grande capital sobre o fundo público, que representa cerca de 700 bilhões de reais”Partido Comunista Brasileiro (PCB) / Jornal O Poder Popular · publicado 11/07/2019 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Transcrição no site do partido (11/07/2019), um dia após a aprovação do texto-base da reforma da Previdência na Câmara (10/07/2019). O entrevistado é o secretário-geral do PCB, cargo que ocupa desde 17/10/2016. Trechos: a reforma 'é parte da ofensiva do grande capital para avançar sobre o fundo público, porque o conjunto de recursos que circula na área da Previdência está por volta de 700 bilhões de reais'; a intenção seria 'transformar esses recursos em previdência privada, a ser administrada pelo sistema financeiro'.Pré-candidatos à Presidência falam sobre as leis trabalhistasCNN Brasil (Gabriela Ghiraldelli e Salma Freua) · publicado 15/06/2022 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Publicado em 15/06/2022 (atualizado em 30/07/2022). Respostas de pré-candidatos à pergunta da CNN sobre a legislação trabalhista. Sofia Manzano (PCB): 'somos a favor da revogação das contrarreformas trabalhista, da previdência e da emenda constitucional que estabeleceu o Teto de Gastos', com jornada de 30 horas semanais sem redução salarial. Vera Lúcia (PSTU): a reforma trabalhista de 2017 foi tratada como ataque aos direitos trabalhistas e o partido defendia 'a revogação completa desta reforma', redução da jornada sem redução de salários e direitos (carteira assinada, Previdência, 13º, licença-maternidade) para informais e trabalhadores de aplicativos.4 presidenciáveis prometem revogar reforma da Previdência e reverter regras de aposentadoriaGazeta do Povo (Vandré Kramer) · publicado 11/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Levantamento de 11/09/2026 sobre as propostas previdenciárias dos presidenciáveis. Sobre Edmilson Costa (PCB): defende a 'revogação das contrarreformas previdenciária e trabalhista'; sobre Hertz Dias (PSTU): sistema '100% público, solidário e universal', redução da idade mínima, valorização real dos benefícios, inclusão de informais/precarizados/apps e cobrança de dívidas de grandes empresas com o INSS; sobre Rui Costa Pimenta (PCO): restabelecimento das regras anteriores à reforma mais recente, 'ressarcimento de aposentadorias e pensões confiscadas' e limite máximo de contribuição de 25 anos (mulheres) e 30 anos (homens); sobre Wilson Grassi (Democrata): a Previdência é abordada dentro da proposta de reforma tributária, sem nova rodada de regras de aposentadoria. O texto registra ainda o cenário de pressão sobre as contas da Previdência.51 anos depois: AI-5 nunca mais!Partido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 16/12/2019 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Manifesto publicado pelo PCB em 16/12/2019, assinado pela direção do partido (secretário-geral: Edmilson Costa), nos 51 anos do AI-5: afirma que 'o fantasma da ditadura volta a nos assombrar através de medidas governamentais' e rejeita o regime militar e seus atos institucionais. Versão em inglês foi republicada pela Liberation School ('Remembering the Years of Lead under Brazil's military rule: AI-5 never again!', com nota de que o texto foi publicado pelo site do PCB em 16/12/2019 e escrito pelo secretário-geral Edmilson Costa).Candidatos nas eleições de 2026 assinam carta de compromisso com defesa da PalestinaOpera Mundi · publicado 21/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Id novo criado neste patch com o mesmo URL de uma fonte registrada sob id da série de outro candidato (ver dataGaps), para manter o padrão src-<slug-curto>-NN. Levantamento de 21/09/2026: quatro presidenciáveis signatários da carta de compromisso com a defesa da Palestina — Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) —, além de candidaturas a governos estaduais, Senado, Câmara e assembleias.Programa Anticapitalista e Anti-imperialista para o Brasil — Programa Político do PCB para as Eleições Presidenciais de 2026 (registrado no TSE)Partido Comunista Brasileiro (PCB) · publicado 15/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Versão do mesmo programa publicada no site do partido, usada para conferir o texto obtido do PDF registrado no TSE.Conversa com Edmilson Costa, candidato à presidência pelo PCBO Poder Popular · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista em que o candidato resume as cinco grandes transformações, a constituinte com metade dos constituintes eleitos por movimentos populares, a extinção do Senado, a estatização do ensino privado e a solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela e Irã.

Última atualização do perfil: 29/09/2026