Previdência e reformas trabalhista e previdenciária
- 2019Como secretário-geral do PCB, declarou em entrevista ao jornal O Poder Popular (11/07/2019, um dia após a aprovação do texto-base na Câmara) que a reforma da Previdência 'é parte da ofensiva do grande capital para avançar sobre o fundo público', citando cerca de R$ 700 bilhões que circulam na área e a intenção de 'transformar esses recursos em previdência privada, a ser administrada pelo sistema financeiro'. O candidato era secretário de Relações Internacionais e ex-secretário político do PCB-SP até 2016; não votou sobre a reforma, em razão de nunca ter exercido mandato.
- 2022A candidata do PCB à Presidência naquele ano, Sofia Manzano, respondeu à CNN Brasil que o partido era 'a favor da revogação das contrarreformas trabalhista, da previdência e da emenda constitucional que estabeleceu o Teto de Gastos' e defendia jornada de 30 horas semanais sem redução salarial; Edmilson Costa era o secretário-geral do partido (cargo desde 17/10/2016).
- 2026O programa registrado no TSE — 'Construir o Poder Popular, rumo ao Socialismo' — defende a 'revogação das contrarreformas previdenciária e trabalhista'; o levantamento da Gazeta do Povo (11/09/2026) situa o candidato entre os quatro presidenciáveis que defendem a revogação da reforma de 2019. O índice oficial de propostas inclui ainda jornada de 30 horas semanais sem redução salarial, fim da escala 6x1, salário mínimo no piso do Dieese e revogação do arcabouço fiscal.
Defende a revogação das reformas trabalhista e previdenciária e a volta de regras anteriores, com jornada de 30 horas semanais sem redução salarial e salário mínimo no piso do Dieese (2026).
Programa do PCB registrado no TSE (2026): revogação das 'contrarreformas previdenciária e trabalhista', fim da escala 6x1, jornada de 30 horas, revogação do arcabouço fiscal, da Lei de Responsabilidade Fiscal e da autonomia do Banco Central.
Ato praticado: entrevista de 11/07/2019 como secretário-geral do PCB contra a reforma da Previdência (transcrição no site do partido) e resposta do partido à CNN em 2022, quando também era secretário-geral, defendendo a revogação das contrarreformas. Não há voto, medida ou projeto de autoria: o candidato nunca exerceu mandato ou cargo público.
Conexão documentada
A revogação não tem, no programa, cronograma, custo, fonte de financiamento ou regra de transição declarados; o PCB não tem bancada na Câmara nem no Senado (0 deputados e 0 senadores em exercício em 29/09/2026, conforme consultas às APIs oficiais já registradas no arquivo principal) e o programa não indica o instrumento (PEC ou lei) nem a maioria necessária. Como não houve mandato, não existe votação anterior para contrastar com a posição atual.