Previdência e reformas trabalhista e previdenciária
- 2018O programa da chapa presidencial do PSTU (Vera Lúcia, com Hertz Dias como vice) previa revogar as medidas do governo Michel Temer aprovadas pelo Congresso e a candidata afirmou que não iria 'permitir nenhuma reforma da Previdência'; o registro consta de verbete enciclopédico usado como índice.
- 2022O PSTU respondeu à CNN Brasil (15/06/2022) defendendo 'a revogação completa desta reforma' trabalhista, com mudança radical nas leis trabalhistas e redução da jornada sem redução de salários; naquele ano o candidato do partido à Presidência era Vera Lúcia e Hertz Dias disputou o governo do Maranhão.
- 2026O manifesto de pré-candidatura de fevereiro de 2026 e o plano registrado no TSE defendem a revogação das reformas trabalhista e previdenciária; o levantamento da Gazeta do Povo (11/09/2026) detalha a proposta previdenciária: sistema '100% público, solidário e universal', redução da idade mínima, valorização real dos benefícios, inclusão de informais, precarizados e trabalhadores de aplicativos e financiamento por cobrança de dívidas de grandes empresas com o INSS.
Defende a revogação da reforma da Previdência e das reformas trabalhistas, com previdência '100% pública, solidária e universal' e redução da idade mínima de aposentadoria (2026).
Programa do PSTU registrado no TSE e manifesto de pré-candidatura: revogação das reformas, sistema previdenciário público e universal, idade mínima menor, valorização real dos benefícios, inclusão de trabalhadores de aplicativos e cobrança de dívidas de grandes empresas com o INSS.
Atos praticados: posição assumida na chapa presidencial de 2018, da qual foi vice (programa da candidatura, sem votação nominal por parte dele) e resposta do partido à CNN em 2022, quando já era uma das lideranças eleitorais do PSTU no Maranhão. Não há voto, projeto ou medida: o candidato nunca exerceu mandato ou cargo público.
Conexão documentada
O plano não traz cálculo atuarial, custo da redução da idade mínima nem estimativa das dívidas a serem cobradas; a revogação da reforma de 2019 exige emenda constitucional e o PSTU não tem bancada na Câmara nem no Senado (0 parlamentares em exercício em 29/09/2026), sem que o documento indique o caminho de votação; o plano registrado é apresentado como programa do partido ('guia para a ação'), não como conjunto de medidas a executar pela via institucional.