Política externa, Palestina e apoio ao Hamas
- 2018Realizou 'maratona' de palestras e debates em 10 países entre 26/05 e 03/07/2018 sobre a situação política brasileira, em entrevista à RFI Brasil (31/05/2018) em que afirmou que 'as eleições no Brasil já estão comprometidas'.
- 2023O PCO declarou apoio ao Hamas na forma registrada pela imprensa ('PCO diz que está 1.000% com o Hamas'); o partido divulgou a posição em outubro de 2023.
- 2024Reuniu-se no Catar, em março de 2024, com o líder do Hamas Ismail Haniyeh, em viagem de mais de dez dias — registro do diário do partido e reportagem do O Antagonista sobre a divulgação de mensagem de Haniyeh ao público brasileiro.
- 2024A direção do PCO esteve na China em viagem de cerca de dez dias com visitas e conferências; em palestra publicada pelo Diário Causa Operária, descreveu o país como 'o Brasil que poderia ser e não é'.
- 2026O programa registrado no TSE inclui, no eixo de política externa, fortalecimento do BRICS, oposição à OTAN, autodeterminação dos povos palestino, libanês e sírio, apoio ao Irã diante de ataques de Israel e dos Estados Unidos e fim do bloqueio a Cuba; em 21/09/2026 assinou a carta de compromisso com a defesa da Palestina.
Defende o fortalecimento do BRICS, a oposição à OTAN, a autodeterminação palestina, libanesa e síria e o fim do bloqueio a Cuba; mantém apoio declarado ao Hamas e à resistência palestina.
Programa registrado no TSE: BRICS reforçado, oposição à OTAN, reconhecimento da autodeterminação dos povos palestino, libanês e sírio, apoio ao Irã e fim do bloqueio a Cuba, além de cancelamento das dívidas externa e interna.
Atos praticados: viagem e reunião com o líder do Hamas no Catar (março de 2024), agenda internacional de palestras em 10 países em 2018, viagem da direção à China em 2024 e assinatura da carta de compromisso com a defesa da Palestina em 21/09/2026. Não há negociação conduzida em nome do Estado brasileiro — o candidato nunca exerceu cargo público.
Conexão documentada
A atuação internacional registrada é de direção partidária e de agenda política (reuniões, declarações e viagens), não de representação do Estado: o candidato nunca exerceu cargo público, de modo que não há acordo, voto ou medida diplomática de sua autoria. O programa de 2026 não detalha instrumentos nem custos das medidas externas declaradas, e a posição sobre o Hamas é sustentada pelo partido desde 2023 sem que as fontes desta rodada registrem revisão ou explicação de mudança.