Comparador · Candidatos 2026
Todos os candidatos
13

Lula

PT · 80 anos · Presidente da República (2º período no cargo, 2023–atual; 3º mandato eleito em 2022) e candidato à reeleição em 2026 (registro deferido pelo TSE em 02/09/2026)

PL · 45 anos · Senador da República pelo Rio de Janeiro (2019–atual)

MISSÃO · 42 anos · Candidato à Presidência da República (MISSÃO, nº 14; registro deferido pelo TSE em 09/09/2026) e presidente nacional do Partido Missão

Resumo da comparação

O essencial de cada perfil, com os mesmos critérios para todos. O que é percurso — currículo, plano detalhado, opinião pública e processos — fica nas áreas próprias mais abaixo e não entra neste resumo. Quem compara e quem julga é quem vota.

Onde está hojecargo e situação atual declarados
Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da República (2º período no cargo, 2023–atual; 3º mandato eleito em 2022) e candidato à reeleição em 2026 (registro deferido pelo TSE em 02/09/2026)

Flávio Nantes Bolsonaro

Senador da República pelo Rio de Janeiro (2019–atual)

Renan Antônio Ferreira dos Santos

Candidato à Presidência da República (MISSÃO, nº 14; registro deferido pelo TSE em 09/09/2026) e presidente nacional do Partido Missão

Coligaçãopartidos que assinam a candidatura
Luiz Inácio Lula da Silva

Chapa Lula (PT, nº 13) / Geraldo Alckmin (PSB). Coligação 'O Brasil Pronto pra Mais', a única coligação presidencial de 2026, com 7 partidos: PT, PCdoB e PV (Federação Brasil da Esperança), PDT, PSB, PSOL e Rede (Federação PSOL/Rede).

Flávio Nantes Bolsonaro

Partido Liberal (PL, nº 22), sem federação/coligação formal; chapa vice: Alfredo Gaspar de Mendonça Neto (PL-AL, deputado federal). Oficializada na convenção nacional do PL em 25/07/2026.

Renan Antônio Ferreira dos Santos

Partido isolado (MISSÃO, nº 14). Chapa pura com vice Coronel Medina (Aroldo Medina, MISSÃO) — jornalista e tenente-coronel da reserva da Brigada Militar do RS, nascido em 31/03/1964 em Sant'Ana do Livramento (RS), em sua 6ª disputa eleitoral.

Prioridade declarada nº 1primeira prioridade do documento de governo registrado no TSE
Luiz Inácio Lula da Silva

Fortalecer a democracia, a participação social e modernizar o Estado

Flávio Nantes Bolsonaro

Segurança pública ('Brasil sem medo'): facções declaradas organizações narcoterroristas, redução da maioridade penal para 16 anos e ampliação do sistema prisional

Renan Antônio Ferreira dos Santos

ajuste fiscal

Modelo de desenvolvimentocomo pretende produzir e distribuir, nas palavras do próprio documento
Luiz Inácio Lula da Silva

O programa atribui ao Estado papel de planejador e indutor: 'não há desenvolvimento sem soberania em áreas estratégicas, capacidade industrial, domínio tecnológico e projeto nacional', com ênfase em ampliar a capacidade de planejamento, fortalecer a base…

Flávio Nantes Bolsonaro

O papel atribuído ao Estado é criar condições para que as famílias 'conquistem autonomia, prosperidade e liberdade'; a proteção social é mantida e aperfeiçoada, descrita como 'o começo de uma trilha que leva à qualificação, ao trabalho, ao crédito e ao…

Renan Antônio Ferreira dos Santos

O próprio plano declara adesão a pilares do pensamento liberal no aspecto econômico (contenção de gastos, reforma trabalhista e administrativa, redução de supersalários, austeridade) e rejeita explicitamente o que chama de 'versão vulgarizada' que 'falava…

Como enxerga o Brasil no mundoposição declarada — não mede experiência internacional
Luiz Inácio Lula da Silva

Programa registrado no TSE (ago/2026) afirma 'soberania' e 'independência' como princípios e descreve a integração sul-americana como 'primeiro círculo de projeção estratégica do Brasil'. EUA: não propõe alinhamento;

Flávio Nantes Bolsonaro

Programa registrado (ago/2026, duas páginas sobre política externa): afirma que 'a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo regimes propensos ao terror e seus criminosos' e propõe 'uma diplomacia guiada pelo…

Renan Antônio Ferreira dos Santos

Não-alinhamento declarado. Sobre EUA: critica o tarifaço de Trump e afirma que 'as interferências americanas nas eleições de 2022 e de 2026 demonstram que não há respeito pelas nossas instituições', mas chama os EUA de 'parceiros indispensáveis em tecnologia,…

Capacidade documentadacapacidades com pelo menos 3 evidências sobre 8, e total de evidências
Luiz Inácio Lula da Silva

8 de 8 capacidades · 41 evidências

Flávio Nantes Bolsonaro

8 de 8 capacidades · 34 evidências

Renan Antônio Ferreira dos Santos

8 de 8 capacidades · 36 evidências

Trajetória rastreadatemas com posição, proposta e ato praticado na seção 5
Luiz Inácio Lula da Silva

5 temas

Flávio Nantes Bolsonaro

5 temas

Renan Antônio Ferreira dos Santos

5 temas

Principais diferenças

Onde os perfis divergem em critérios de comparação direta, com a diferença medida. Diferença não é recomendação.

Qualidade e viabilidade do plano

Propostas com custo estimado

0% das 8 propostas-chave com custo estimado por proposta
~4% (3 menções de valor em R$ no texto de 69 propostas)
13% (1 das 8 propostas prioritárias detalhadas declara valores em R$)
+13 p.p. para Renan Antônio Ferreira dos Santos

Articulação e governabilidade

Bancada do partido na Câmara dos Deputados (antes da eleição de 2026)

67 deputados federais (PT, 2ª maior bancada); federação Brasil da Esperança (PT+PCdoB+PV) com 84
98/513 deputados federais (PL, 2ª maior bancada)
1/513 deputados federais
98× maior para Flávio Nantes Bolsonaro
Seção 1

Para onde querem levar o Brasil?

Qual país cada candidato descreve para os próximos 10–20 anos?

Luiz Inácio Lula da Silva

Visão de país

O programa registrado descreve um Brasil para as próximas décadas como 'potência criativa, sustentável, democrática e soberana, com menos desigualdades', apresentando a soberania como princípio inegociável e o mandato 2027–2030 como continuidade do projeto de ampliação de direitos e reconstrução do Estado. O texto não fixa um horizonte de 10 a 20 anos: o compromisso é com a 'transformação estrutural do país' e com o fortalecimento do planejamento estatal. Um documento do CDESS (Conselhão), órgão vinculado à Presidência, propõe um roteiro estratégico até 2035, citado aqui como material de governo e não como proposta de campanha.

Prioridades declaradas

  • Fortalecer a democracia, a participação social e modernizar o Estado
  • Combater as desigualdades (transferência de renda, valorização do salário mínimo e saída do Mapa da Fome)
  • Proteger a vida com uma segurança pública mais eficiente e integrada
  • Garantir o direito à educação (alfabetização na idade adequada, tempo integral, institutos federais e universidades)
  • Fortalecer a saúde com equidade, inovação e soberania (atenção primária, prontuário único, produção nacional de medicamentos e vacinas)
  • Promover uma economia sustentável, produtiva e digital (arcabouço fiscal, aprofundamento da reforma tributária e Novo PAC)
  • Defender a soberania nacional e o protagonismo internacional do Brasil

Modelo de desenvolvimento

O programa atribui ao Estado papel de planejador e indutor: 'não há desenvolvimento sem soberania em áreas estratégicas, capacidade industrial, domínio tecnológico e projeto nacional', com ênfase em ampliar a capacidade de planejamento, fortalecer a base produtiva e tecnológica e democratizar o orçamento público. O crescimento é associado à manutenção do arcabouço fiscal, ao investimento público (Novo PAC, leilões de rodovias e ferrovias, Petrobras e Minha Casa Minha Vida) e a uma política de transição energética e climática (matriz limpa, meta de desmatamento líquido zero até 2030 e trajetória de redução de emissões de 59%–67%). Trabalho aparece como eixo próprio (fim da escala 6x1, jornada de 40 horas sem redução salarial, regras para trabalho por aplicativos), e a redução de desigualdades é objetivo declarado, combinada com a continuidade de transferências de renda e políticas de educação e saúde. O setor privado é tratado como parceiro de investimento em infraestrutura e inovação, subordinado, no texto, às prioridades de soberania tecnológica e industrial.

ConfirmadoConfiança: Alta confiança

Extraído do texto integral do programa registrado no TSE em 08/08/2026 (versão publicada pelo PT, 84 páginas, com índice de 13 eixos e a seção 'Compromisso com o projeto de nação'). O espelho do Poder360 (42 páginas) está em formato de imagem, sem camada de texto, e não foi submetido a OCR. As 7 prioridades listadas são os eixos declarados pelo próprio programa, sem prioridades inferidas; os compromissos de campanha de 2026 (fim da escala 6x1, reforma tributária, soberania) aparecem em cobertura de imprensa e em material partidário citados nas fontes.

Programa de Governo Lula/Alckmin 2026 — documento registrado no TSETSE — DivulgaCandContas · publicado 08/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registradoPrograma de Governo Lula/Alckmin — PDF (espelho do TSE, 42 páginas)Poder360 · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registradoPrograma de Governo — Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo (versão publicada pelo PT)Partido dos Trabalhadores (PT) — versão do programa registrado no TSE · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — PDF de 84 páginas com camada de texto, lido diretamente (índice com 13 eixos e seção 'Compromisso com o projeto de nação'). Mesmo título do documento protocolado no TSE em 08/08/2026 (documento 280017016005).Lula: veja as propostas do candidato a reeleição (13 eixos)Valor Econômico · publicado 27/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)Programa Lula-Alckmin: transformação e compromisso com o povo que sonha e quer um futuro melhorPT — site oficial · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Fonte do partido/campanha — Texto partidário de apresentação do programa protocolado pela coligação; a data exata de publicação não está legível na página (nota da coleta); usado para a descrição da soberania como 'princípio inegociável'.Conselhão apresenta 'Pilares de um projeto de nação', um roteiro estratégico para o Brasil até 2035Brasil de Fato · publicado 04/12/2025 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Documento do CDESS (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), órgão vinculado à Presidência da República; usado apenas para indicar que existe documento de governo com horizonte até 2035, atribuído ao órgão e não ao plano de campanha.
Flávio Nantes Bolsonaro

Visão de país

O plano parte da crítica de que 'o Estado brasileiro possui o vício de enxergar a realidade em pedaços' e propõe resposta integrada: 'governar é olhar para a vida das pessoas como ela realmente é'. A alternativa proposta é descrita como 'liberal, conservadora, reformista e corajosa', com 'um Estado eficiente, que cumpra bem o que é seu dever, pare de atrapalhar quem trabalha e volte a servir o cidadão'. A segurança pública é apresentada como condição para os demais temas ('a soberania começa na porta da sua casa'), e o eixo 'Brasil que cumpre a Constituição' reúne reforma do Judiciário, reforma política e limites a decisões monocráticas do STF. O horizonte é o mandato 2027–2030, sem metas quantificadas de 10 a 20 anos.

Prioridades declaradas

  • Segurança pública ('Brasil sem medo'): facções declaradas organizações narcoterroristas, redução da maioridade penal para 16 anos e ampliação do sistema prisional
  • Corte de gastos e responsabilidade fiscal ('Tesouraço'), com novo teto de gastos e mais controle sobre emendas
  • Redução de impostos e do custo de vida ('Brasil mais barato'): menos imposto sobre consumo, conta de luz e crédito
  • Desburocratização e Estado digital ('Brasil sem fila'), com serviços unificados e inteligência artificial no atendimento ao cidadão
  • Educação e preparação para o trabalho ('Brasil que prepara'), com saúde preventiva e apoio no cuidado de crianças e idosos
  • Infraestrutura, energia, agronegócio, minerais críticos e tecnologia ('Brasil que cresce'), com R$ 900 bilhões em quatro anos em logística
  • Reforma do Judiciário, reforma política e limites a decisões monocráticas do STF ('Brasil que cumpre a Constituição')

Modelo de desenvolvimento

O papel atribuído ao Estado é criar condições para que as famílias 'conquistem autonomia, prosperidade e liberdade'; a proteção social é mantida e aperfeiçoada, descrita como 'o começo de uma trilha que leva à qualificação, ao trabalho, ao crédito e ao patrimônio', e a imprensa registra a manutenção dos programas sociais existentes. O crescimento é associado a segurança jurídica ('a regra do início é a regra do fim'), marcos regulatórios estáveis, PPPs e concessões para infraestrutura, com investimento declarado de R$ 900 bilhões em quatro anos em rodovias, hidrovias, portos, aeroportos e ferrovias, fundo lastreado na securitização de ativos e imóveis da União e BNDES voltado a obras em território brasileiro. Os eixos setoriais incluem energia, agronegócio, minerais críticos, meio ambiente tratado como 'ativo verde', turismo, desenvolvimento regional e tecnologia e inovação, com inteligência artificial 'a serviço do cidadão'. A redução de impostos sobre o consumo, o crédito via CAIXA para empreendedores e o corte de gastos federais aparecem como instrumentos para reduzir o custo de vida e a dívida pública. Há eixo específico para mulheres ('Brasil por elas') e a reforma institucional é apresentada em capítulo próprio ('Brasil que não volta atrás'), com enxugamento da máquina e profissionalização da gestão pública.

ConfirmadoConfiança: Alta confiança

Lido do texto integral do plano 'Para o Brasil vencer o atraso — Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030' (apresentação, valores, 'jornada do cidadão' e eixos temáticos) e conferido com a cobertura de imprensa de 13/08/2026. As 7 prioridades correspondem a eixos e capítulos declarados pelo próprio plano, na sua ordem de apresentação; eixos como 'Brasil por elas' e proteção social estão descritos no modelo de desenvolvimento em vez de contados como prioridade separada. A Folha registra que o documento prevê corte de gastos e novo teto sem detalhar a regra fiscal.

Plano de Governo "Para o Brasil vencer o atraso" — Diretrizes 2027-2030 (PDF, 76 páginas)Poder360 (cópia do documento de campanha) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Texto integral extraído e analisado (76 págs, ~167 mil caracteres); fonte primária do plano.Para o Brasil vencer o atraso — Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030 (íntegra publicada pela campanha)Campanha Flávio Bolsonaro (site oficial) — leitura do plano · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Versão publicada pela própria campanha (76 páginas, 11 capítulos), usada para conferir a estrutura de eixos do PDF espelhado pelo Poder360.Flávio Bolsonaro propõe tesouraço de gastos e limite a decisões do STFG1 · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Detalhes do plano (jornada do negócio próprio, Sistema S, Caixa).Flávio propõe prisões a la Bukele, classificar facções como narcoterroristas e reformar JudiciárioEstadão · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Matéria localizada e lida durante a pesquisa; URL do artigo isolado não preservada — slug não reconstruído com segurança.Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe tesouraço e novo teto de gastosFolha de S.Paulo · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra que o documento prevê corte de gastos e novo teto, com mais controle sobre emendas, sem detalhar a regra fiscal.Flávio propõe manter programas do PT, Caixa Federal repaginada e foco em terras raras e data centersEstadão · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Leitura do plano sobre proteção social (manutenção de programas existentes), uso da CAIXA e eixos de terras raras e data centers.Saiba tudo sobre Flávio Bolsonaro — campanha presidencial 2026Campanha Flávio Bolsonaro (Presidente 22) · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Fonte do próprio candidato (Lei 7.809/2017, comissões, formação) — tratar como afirmação de campanha.
Renan Antônio Ferreira dos Santos

Visão de país

O documento registrado no TSE ('O futuro é glorioso', resumo de 51 páginas do Livro Amarelo, 14 pilares em três blocos) declara o objetivo de transformar o Brasil, em 30 anos, em uma das cinco maiores potências globais e assume cinco metas para 2030: nenhum território sob controle de facção, 6 mil favelas a menos e 8 milhões de novas casas, nenhum estado com mais Bolsa Família do que trabalho formal, redução da taxa de juros e nove em cada dez crianças alfabetizadas na idade certa. A imagem de país projetada é a de uma união entre tecnologia e natureza, descrita no plano como 'civilização tropical', com Norte e Nordeste integrados a cadeias produtivas globais.

Prioridades declaradas

  • ajuste fiscal
  • segurança pública
  • desfavelização e habitação
  • pacto federativo e gestão por metas
  • infraestrutura
  • educação
  • saúde

Modelo de desenvolvimento

O próprio plano declara adesão a pilares do pensamento liberal no aspecto econômico (contenção de gastos, reforma trabalhista e administrativa, redução de supersalários, austeridade) e rejeita explicitamente o que chama de 'versão vulgarizada' que 'falava vagamente em desburocratização e privatizações'. Ao Estado atribui: (a) fazer o ajuste fiscal já na transição de governo (PEC de Transição Fiscal, ajuste declarado de R$ 1,1 trilhão até 2031, com desindexação de benefícios do salário mínimo, revisão do abono salarial e nova reforma da Previdência com gatilho automático de idade e capitalização via FGTS); (b) reorganizar o pacto federativo (fusão de municípios — de 5.570 para 1.656, segundo a imprensa —, 'tutela federal' de municípios que não atingirem as metas de indicadores e Lei de Responsabilidade Gerencial, que condiciona recursos partidários e elegibilidade a metas de indicadores); (c) ampliar investimento em infraestrutura de cerca de 2% para pelo menos 4% do PIB, com metas como 40 mil km de malha ferroviária, Zonas Econômicas Especiais no Nordeste, planta-piloto de separação e refino de terras raras (2029-2030) e projetos de IA e agro (AgroBrasil 2030). O setor privado é destinatário declarado de segurança jurídica, de flexibilização das relações de trabalho e da substituição do Bolsa Família por frentes de trabalho remuneradas para a população em idade ativa. Tecnologia aparece como eixo transversal (IA no SUS com modelo de triagem por risco, semelhante ao DoctorSV de El Salvador, terras raras, agricultura); meio ambiente aparece como vantagem comparativa e como parte do projeto de 'civilização tropical'; desigualdade é tratada por desfavelização integral (prazo declarado de 10 anos) e por bolsas de mérito em substituição às cotas no ensino superior.

ConfirmadoConfiança: Alta confiança

Extração do documento registrado no TSE (resumo executivo de 51 páginas do Livro Amarelo, aberto e lido integralmente a partir do espelho público) e das cinco metas para 2030 divulgadas pelo candidato em site oficial e imprensa; complemento por cobertura de g1, Valor, Gazeta do Povo e Exame. As prioridades listadas são as declaradas pelo próprio documento como capítulos/pilares (14 no total, agrupados em 3 blocos) reduzidas às sete apresentadas como metas de 2030, capítulos de abertura e eixos de campanha. O que não foi possível extrair: custeio e cronograma financeiro por meta de 2030 e a íntegra da obra de 500 páginas (somente o resumo executivo está público).

Livro Amarelo — resumo executivo do plano de governo registrado no TSE (documento oficial)TSE — DivulgaCandContas · publicado 01/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Resumo de 51 páginas do 'Livro Amarelo' (obra integral de mais de 500 páginas, segundo o próprio documento); registrado com a candidatura.O Brasil de 2030 — propostas (site oficial da campanha)Renan Santos / Partido Missão · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Página oficial de campanha com as cinco metas para 2030 e o compromisso declarado de não disputar a reeleição em caso de descumprimento.Livro Amarelo — resumo executivo 2026 (espelho do documento registrado no TSE)Renanpédia (espelho civil do Livro Amarelo) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Espelho do resumo executivo de 51 páginas; contém a passagem 'transformar o Brasil, em 30 anos, em uma das cinco maiores potências globais' e as cinco metas para 2030.O que diz o plano de governo de Renan Santos (Missão)Gazeta do Povo · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Detalha a 'Grande Consolidação Municipal' (5.570 para 1.656 municípios) e a frente AgroBrasil 2030 com cinco pilares.Renan Santos: veja as propostas do candidato a presidente (5 metas para 2030, 14 pilares, 3 blocos)Valor Econômico · publicado 26/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)Renan Santos: plano propõe fim do Bolsa Família, guerra ao crime, superpresídios, fusão de municípios e fim de cotasg1 (Globo) · publicado 21/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)Renan propõe cortes na Previdência e alterar pisos da saúde e educação (ajuste de R$ 1,1 tri até 2031; plano de 51 páginas)Agência Brasil (EBC) · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Setembro/2026; dia exato não capturado.Anti-establishment candidate seeks to tap Brazil's younger right (perfil internacional da campanha)Valor Internacional · publicado 01/06/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)
Seção 2

Como pretendem chegar lá?

Como as prioridades declaradas se transformam em propostas concretas?

O que o plano informa por proposta

Propostas do plano de governo

13 eixos/diretrizes

registrado no TSE em 08/08/2026

69 propostas
Parcial
14 pilares

resumo de 51 páginas; 3 blocos; 5 metas para 2030

5,3× maior para Flávio Nantes Bolsonaro

Propostas com custo estimado

0% das 8 propostas-chave com custo estimado por proposta
Parcial
~4%

3 menções de valor em R$ no texto de 69 propostas

Parcial
13%

1 das 8 propostas prioritárias detalhadas declara valores em R$

Parcial
+13 p.p. para Renan Antônio Ferreira dos Santos

Propostas com prazo

25% das 8 propostas-chave com prazo declarado

2 de 8

Parcial
~13%

≈9 menções de prazo no texto de 69 propostas

Parcial
25%

2 das 8 propostas prioritárias detalhadas com prazo declarado

Parcial
+12 p.p. para Luiz Inácio Lula da Silva

Propostas prioritárias que dependem do Congresso

50% das 8 propostas-chave dependem do Congresso

4 de 8

Parcial
50%

3 das 6 propostas prioritárias detalhadas; de 69 no plano

Parcial
88%

7 das 8 propostas prioritárias detalhadas exigem PEC ou lei

Parcial
+38 p.p. para Renan Antônio Ferreira dos Santos
Seção 3

Que capacidades suas trajetórias demonstram?

Que evidências concretas existem de cada capacidade necessária para governar?

Capacidade de execução

Consegue transformar prioridades em entregas concretas?

Não conta como evidência: Número de servidores, tempo de cargo e tamanho do orçamento.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas6 evidências

Programas de alcance nacional foram instituídos por ato normativo em dois ciclos: Bolsa Família (Lei 14.601/2023), Luz para Todos (Decreto 4.873/2003), ProUni (Lei 11.096/2005), Minha Casa Minha Vida (Lei 11.977/2009) e Novo PAC (Decreto 11.632/2023). Resultados registrados em fontes oficiais incluem R$ 711 bi executados pelo PAC até o fim de 2024 (53,7% do previsto até 2026) e 66% de crianças alfabetizadas em 2025, contra meta de 64% (Inep). A entrega anual passa pela sanção da LOA — a de 2026 foi sancionada com vetos de R$ 393–400 mi em emendas — e pela tramitação de projetos de reestruturação do Executivo no Congresso.

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial5 evidências

A entrega legislativa documentada é a relatoria do PL 2253/2022 no Senado, que resultou na Lei 14.843/2024 (aprovado por 62 votos a 2), e 2 projetos aprovados no Senado entre 62 apresentados como autor principal, sem lei própria convertida; como coautor, registra 2 leis. A atuação estadual inclui a autoria declarada da Lei estadual 7.809/2017 (fonte da campanha, não conferida na base de legislação da ALERJ) e a eleição ao Senado em 2018 com 4.380.418 votos, liderando em 84 dos 92 municípios do RJ. Em 2026, registrou plano de governo com 69 diretrizes no TSE e anunciou equipe setorial para detalhá-lo em 18/08/2026.

Trajetória sem cargo no Executivo (ALERJ 2003–2019 e Senado 2019–atual). As evidências de execução são de mandato legislativo e de campanha; não há gestão orçamentária própria a observar.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Evidências documentadas5 evidências

Fundou e presidiu a estruturação do Partido Missão: coleta de mais de 577 mil assinaturas validadas, estatuto publicado no DOU em 18/10/2023 e registro deferido por unanimidade pelo TSE em 04/11/2025. Coordenou a organização das mobilizações de 2015-2016 (atos de 15/03/2015 e 13/03/2016) e lançou 535 candidaturas em 25 estados e no DF na primeira eleição do partido. Na campanha presidencial de 2026, optou por financiamento coletivo e por uma estrutura própria, sem depender de Fundo Eleitoral para a chapa presidencial.

Diálogo, negociação e articulação

Consegue construir entendimento e coordenar atores com interesses diferentes?

Não conta como evidência: Número de partidos sem explicar o que foi negociado.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas6 evidências

A negociação legislativa é documentada na reforma tributária (EC 132/2023), na sanção da LOA 2026 com vetos e no acordo de pauta fechado com os presidentes da Câmara e do Senado em agosto de 2026 (redução da jornada/escala 6x1, PEC da segurança pública, Redata, terras raras). A interlocução setorial inclui centrais sindicais (entrega da Agenda da Classe Trabalhadora, abr/2026), Anfavea (jul/2026), pastores evangélicos (set/2026) e jantar com cerca de 740 empresários e banqueiros (set/2026). A sustentação no Congresso é registrada com ministérios distribuídos a aliados, 72% de votos favoráveis nas votações de interesse e queda do alinhamento no Senado de 75% (2025) para 38,5% (2026), após a saída de União Brasil e PP do governo em set/2025.

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial4 evidências

A articulação eleitoral registrada inclui o apoio a 47 candidatos ao Senado de nove partidos (06/08/2026), reunião com cerca de 50 postulantes para alinhar campanhas (11/08/2026) e atuação na janela partidária de abril de 2026, quando o PL teve o ganho líquido de deputados. O diálogo setorial documentado é com empresários e mercado financeiro (visita à Fiesp e agendas em São Paulo em 24/08/2026). A chapa presidencial foi registrada sem coligação ou federação, com vice do próprio partido, após exploração de alianças com PP e União Brasil sem registro no TSE.

No recorte 2025–2026 não foram localizados encontros com centrais sindicais ou com lideranças da oposição; o material disponível é de articulação partidária e de diálogo com o setor produtivo.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Evidências documentadas5 evidências

Participou da articulação do 'Comitê do Impeachment' (2015-2016), com reuniões documentadas com o então presidente da Câmara Eduardo Cunha e com o líder da oposição Aécio Neves, e o MBL admitiu apoio material de PSDB, PMDB, DEM e Solidariedade às mobilizações. Em 2026, conduziu agenda com entidades e lideranças empresariais (conferência do Banco Santander, agenda em Brasília e encontro na Câmara Americana de Comércio) e negociou internamente a destinação do Fundo Eleitoral, priorizando os candidatos do partido a cargos legislativos e estaduais. A chapa presidencial foi registrada como partido isolado, sem coligação ou federação.

Liderança e formação de equipes

Consegue montar, coordenar, delegar e manter equipes funcionando?

Não conta como evidência: Quantidade de pessoas formalmente subordinadas.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas4 evidências

Formou e recompôs o primeiro escalão federal: 37 ministros anunciados para a posse de 2023, 38 pastas em 2025–2026 e troca no comando da articulação política em fevereiro de 2025 (Gleisi Hoffmann em Relações Institucionais; Padilha na Saúde). Instituiu por decreto a governança do Novo PAC (comitê gestor ministerial e grupo executivo) e decidiu, em 2003, a unificação de programas de transferência de renda sob cadastro único. Em 2023–2026 dirigiu o projeto de reestruturação de carreiras do Executivo conduzido pelo Ministério da Gestão.

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial4 evidências

Presidiu comissões permanentes na ALERJ (Segurança Pública e Assuntos de Polícia; Legislação Constitucional Complementar e Códigos; Defesa Civil) e ocupou a Terceira-Secretaria da Mesa Diretora do Senado a partir de 06/02/2019, deixando o posto em 2021. Na campanha de 2026, mantém coordenação-geral com o senador Rogério Marinho e coordenação do plano econômico com Daniella Marques e Adolfo Sachsida, com equipe setorial anunciada em 18/08/2026 e troca no comando da comunicação em 30/07/2026.

Nunca ocupou cargo no Executivo: as evidências de liderança vêm de comissões e da Mesa do Senado, do gabinete parlamentar e da estrutura de campanha de 2026, não de gestão de secretariado ou de órgão executivo.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Cobertura parcial4 evidências

Cofundou o MBL em novembro de 2014 e atuou como um de seus coordenadores, em movimento que operava com estrutura própria, distinta de outros grupos. Preside o Partido Missão desde 17/10/2023, conduzindo a criação de diretórios e a montagem de 535 candidaturas em 25 estados e no DF, com 29.911 filiados em agosto de 2026. Na campanha presidencial, a coordenação é exercida por Amanda Vettorazzo, com equipe descrita como enxuta e financiada por doações coletivas; não há quadro de pessoal nem organograma publicados.

Partido e campanha não publicam quadro de pessoal, número de integrantes de equipe ou organograma; as evidências de liderança e delegação vêm de papéis nominais citados pela imprensa (coordenação de campanha, coordenação de campanhas de aliados) e da montagem de estruturas (diretórios, chapas, atos).

Tomada de decisão

Como enfrentou decisões difíceis, trade-offs e pressão?

Não conta como evidência: Anos de experiência executiva como proxy de critério.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas4 evidências

Decisões de maior custo registradas em quatro frentes: a reforma constitucional da Previdência de 2003 (EC 41), aprovada após negociação e com votos contrários na base aliada; a substituição do teto de gastos pelo novo arcabouço fiscal em 2023 (PLP 93/2023, LC 200/2023), aprovada nas duas Casas e sancionada com dois vetos; a manutenção da meta de déficit zero para 2024 depois de divergência interna no governo; e, no contencioso tarifário com os Estados Unidos (2025-2026), a opção por negociar sem retaliação imediata, mantendo o PIX fora da mesa e recusando a exigência sobre dissidentes políticos. As quatro decisões têm registro de trade-off: custo na base, bloqueio de despesas, veto presidencial e recusa de condição de terceiro país. A base documental é de imprensa e de fontes legislativas e oficiais; a votação da Previdência de 2003 e a do arcabouço têm respaldo em fonte normativa (EC 41 e LC 200/2023).

Quatro decisões com ato normativo ou registro de votação identificável (EC 41, LC 200/2023, meta do LDO 2024 e a linha de negociação do tarifaço); a decisão sobre a meta de 2024 se apoia em fontes de imprensa, sem documento do Executivo consultado nesta rodada.

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial3 evidências

As decisões documentadas são legislativas e de carreira: o voto e a defesa pública da reforma da Previdência no Senado em 2019 (voto 'Sim' registrado na votação nominal de segundo turno, com manifestação em plenário), a fixação das prioridades da Comissão de Segurança Pública ao assumi-la em 2025 (pacote antiviolência e atuação pela improcedência da ADPF 635) e a assunção da candidatura presidencial em lugar do pai, decidida em dezembro de 2025 e confirmada na convenção de julho de 2026, com troca da disputa por novo mandato no Senado pela cabeça de chapa. As três têm custo ou trade-off identificável (custo político da reforma, atrito com o STF, mudança de trajetória eleitoral). Não foram localizadas, nesta rodada, outras decisões com trade-off documentado no período 2019-2026 — a produção legislativa do período está tratada em execucao.

Três decisões documentadas — voto na reforma da Previdência de 2019, prioridades fixadas na presidência da CSP em 2025 e assunção da candidatura presidencial em 2025-2026. A votação nominal é fonte de imprensa com lista nominal; não foram localizadas outras decisões com trade-off documentado no período, e as votações nominais intermediárias do mandato não foram levantadas uma a uma.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Evidências documentadas4 evidências

Recusou coligações e sustentou chapa própria nas duas eleições que disputou: na primeira, o partido lançou candidaturas em 25 estados e no DF; em 2026, optou por não coligar em nenhum estado e por não usar o Fundo Eleitoral na campanha presidencial, financiada por vaquinha e doações. Em setembro de 2026, descartou apoiar Lula ou Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno, mantendo a decisão após contato preliminar da campanha do PL.

Gestão de crises e mudança

Como atuou quando o cenário mudou ou surgiu uma situação crítica?

Não conta como evidência: Ausência de crise na gestão como mérito.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas5 evidências

Cinco crises com resposta federal documentada: enchentes do Rio Grande do Sul em 2024 (Lei Complementar 206/2024 e Auxílio Reconstrução pago em 444 municípios), queimadas de 2024 (crédito extraordinário de R$ 514 milhões para incêndios e R$ 100 milhões para a saúde), emergência sanitária yanomami em 2023 (comitê interministerial, decreto de emergência e Decreto 11.405/2023), crise financeira internacional de 2008-2009 (redução do IPI de veículos com impacto fiscal estimado em R$ 21,4 bilhões entre 2008 e 2011) e o tarifaço americano de 2025 (Plano Brasil Soberano por MP 1.309/2025, com o PLP 168/2025 aprovado por 64 votos a 0 no Senado para retirar a resposta do teto e da meta fiscal). Em cada caso há ato normativo identificável e resultado observável; a magnitude dos danos e o alcance territorial aparecem apenas como contexto.

Cinco crises com ato federal identificável (LC 206/2024, MP das queimadas de 2024, decreto e Decreto 11.405/2023 sobre os yanomami, medidas anticíclicas de 2008 e MP 1.309/2025 com o PLP 168/2025); a evidência de 2008 tem confiança média porque combina relatório do BCB e estudo citado por notícia.

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial4 evidências

Quatro episódios de crise com resposta registrada: o caso das 'rachadinhas', da denúncia do MP-RJ ao arquivamento em 2022 após decisões do STJ; a reorganização do campo político depois que decisão judicial retirou o ex-presidente do pleito, com a candidatura assumida em dezembro de 2025; o inquérito do caso 'Dark Horse', divulgado em 11/09/2026 em plena campanha, respondido com a afirmação de patrocínio privado e pedido de 'transparência total', sem denúncia até a data do levantamento; e a resposta à reportagem sobre 51 imóveis da família, que resultou em decisão judicial de exclusão da matéria. Em dois desses episódios a resposta foi jurídica e em dois, política; a evidência sobre a sucessão da candidatura é parcial, porque se apoia em reportagens sobre a escolha, sem documento primário consultado nesta rodada.

Quatro episódios com resposta registrada; a sucessão da candidatura é a evidência mais frágil (reportagens sobre a escolha, sem documento primário) e o inquérito do 'Dark Horse' é investigação em curso, sem denúncia ou condenação.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Evidências documentadas4 evidências

Quando o relator do TSE suspendeu sua campanha por indícios de irregularidade no registro dos perfis de redes sociais (30/08/2026), a campanha prestou esclarecimentos e obteve a liberação parcial de propaganda e repasses em 01/09 e o deferimento do registro em 09/09. Também lidou com decisões judiciais sobre conteúdo próprio: negativas de remoção de publicações sobre a acusação de estupro (2026) e ordem para excluir vídeos em que chamava o cantor Wesley Safadão de 'novo ícone da corrupção' (abril de 2026).

Coordenação institucional

Consegue trabalhar entre instituições, níveis de governo e organizações?

Não conta como evidência: Tempo acumulado no Executivo.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas5 evidências

A articulação institucional documentada ocorre em cinco frentes: Pacto pela Transformação Ecológica entre Executivo, Legislativo e Judiciário (21/08/2024); plano conjunto dos três Poderes para transparência das emendas parlamentares, convertido em LC 210/2024 e resolução conjunta e estendido a estados e municípios pelo STF; instalação do Comitê Gestor do IBS com as 27 unidades federativas e representação municipal (LC 214/2025, Conselho Superior instalado em 16/05/2025); coordenação União-Pará-Belém para a COP30, com obras e convênios e anúncio federal de condições plenas em 22/08/2025; e a PEC da Segurança Pública, entregue ao Congresso em 23/04/2025 e aprovada na Câmara em 05/03/2026 após negociação com governadores. Em todos os casos o resultado é um ato ou norma conjunta entre entes ou Poderes distintos.

Cinco arranjos de articulação entre entes ou Poderes, todos com ato conjunto registrado (pacto entre Poderes, LC 210/2024 e resolução das emendas, LC 214/2025 e instalação do CGIBS, obras e convênios da COP30 e PEC entregue em 23/04/2025 e aprovada na Câmara em 05/03/2026).

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial3 evidências

A atuação de articulação institucional documentada é a do Senado: presidência da Comissão de Segurança Pública, com pauta de endurecimento penal e o PL 4.809/2024, de autoria do colegiado, aprovado pelo Senado em 14/10/2025 após relatoria na CCJ; requerimento de urgência que levou o Estatuto da Vítima (PL 3.890/2020) direto ao Plenário em 08/10/2025, com articulação entre CSP, CCJ e Comissão de Direitos Humanos; e titularidade de sete grupos parlamentares bilaterais, sem produtos localizados nesta rodada. A cobertura é a menor das três capacidades: a interação com governos estaduais e corporações policiais na CSP aparece nas fontes, mas sem registro de ato ou resultado verificável, e a titularidade dos grupos bilaterais é registro de composição, não de entrega.

Três evidências: duas de atuação na Comissão de Segurança Pública (autoria do PL 4.809/2024 e urgência do Estatuto da Vítima) e uma de titularidade de grupos parlamentares bilaterais, que é registro de composição sem produto verificável. A interação com governos estaduais e corporações na CSP não tem ato documentado nas fontes consultadas.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Cobertura parcial3 evidências

Atuou entre partido, campanha e instituições: interlocução com o setor empresarial (plano econômico apresentado a investidores e apoio declarado de parte da Faria Lima), resposta institucional à crise do registro com apoio público de lideranças de outros partidos (PL e Novo) e coordenação entre a candidatura presidencial e as 14 candidaturas estaduais da legenda, sem coligações.

Trajetória sem cargo executivo estatal: as evidências de coordenação institucional vêm de partido, campanha e interlocução com setores organizados; 3 evidências registradas, sem atos de governo entre instituições.

Comunicação pública

Consegue explicar prioridades, decisões e posições de forma compreensível e consistente?

Não conta como evidência: Número de seguidores e aparições na mídia sem conteúdo.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas5 evidências

Uso recorrente do instrumento de convocação de rede nacional de rádio e TV: as convocações presidenciais registradas pela EBC incluem 24-25/02/2025, 06/09/2025, 30/11/2025, 23-24/12/2025, 07/03/2026, 30/04/2026 e 06/09/2026, com dois pronunciamentos temáticos sobre o tarifaço (jul/2025) e sobre a soberania (7 de Setembro de 2026). A explicação pública de prioridades também ocorre por mensagem ao Congresso na abertura do ano legislativo (02/02/2026, com fim da escala 6x1, trabalho por aplicativos e segurança como temas) e por coletiva à imprensa após agenda internacional (Washington, 07/05/2026). O programa semanal de entrevistas 'Conversa com o Presidente', produzido pela EBC, foi substituído por entrevistas a rádios locais após baixa audiência registrada em 2023 (fato noticiado em 02/02/2024).

Flávio Nantes Bolsonaro
Evidências documentadas6 evidências

A comunicação pública de Flávio Bolsonaro ocorre por entrevistas de alcance nacional (Globo após o Jornal Nacional, 28/08/2026; CNI, 22/06/2026), por pronunciamentos e explicações pessoais registrados no plenário do Senado (registro oficial de 2026 inclui explicações sobre o caso do Banco Master em 21/05/2026) e por declarações em momento de crise, como o dia da condenação de Jair Bolsonaro pelo STF (11/09/2025). Em 28/08/2026, anunciou publicamente Cláudio Lottenberg como futuro ministro da Saúde, defendeu a anistia e declarou que respeitará o resultado da eleição. Há registro, em junho de 2026, de distância entre o eixo de segurança priorizado na campanha e a presença na Comissão de Segurança Pública durante o mandato.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Evidências documentadas5 evidências

Comunica por canal próprio de vídeos, sabatinas e debates, apresentando as propostas a partir do 'Livro Amarelo' e respondendo publicamente a decisões judiciais. Sem mandato exercido, a comunicação pública documentada é a de movimento e de campanha, com checagem externa de afirmações em entrevista.

Visão estratégica

Consegue definir prioridades e conectar decisões de curto prazo a objetivos maiores?

Não conta como evidência: Tamanho do plano de governo.

Luiz Inácio Lula da Silva
Evidências documentadas6 evidências

O programa registrado no TSE em 08/08/2026 ('Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil') organiza 13 eixos e conecta metas datadas a horizontes maiores: desmatamento líquido zero em 2030, Plano Nacional de Educação 2026–2036, PPA 2028–2031 e 80% de crianças alfabetizadas na idade adequada. Na gestão, os instrumentos usados para operacionalizar o horizonte longo incluem o PPA 2024-2027 (Lei 14.802/2024, com revisão em 2026), a meta climática de redução de 59% a 67% das emissões até 2035, a Nova Indústria Brasil (seis missões com metas até 2033) e o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial 2024-2028 (R$ 23 bi previstos). O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável apresentou em dez/2025 o documento 'Pilares de um projeto de nação', com horizonte 2035.

Flávio Nantes Bolsonaro
Cobertura parcial5 evidências

O plano registrado no TSE (76 páginas, 9 eixos, 2027-2030) organiza a ação de governo pela 'jornada do cidadão' — proteção, formação, trabalho, iniciativa, crédito, patrimônio e envelhecimento — declarando que o Estado 'enxerga a realidade em pedaços' e propondo resposta integrada. As metas quantificadas aparecem com prazo: 500 mil vagas no sistema prisional em 4 anos, 2,5 milhões de residências no Casa Verde e Amarela, nenhuma escola sem água até 2030 e meta para 2030 de atrair investimento em transição energética. O eixo 'Brasil que Não Volta Atrás' declara que o plano só vale 'pelo que consegue sustentar', condicionando as demais promessas a equilíbrio fiscal, reforma do Estado e menos impostos, e o documento remete à continuidade de instrumentos com horizonte longo (meta de saneamento até 2033 e priorização de emendas conforme o Plano Plurianual aprovado pelo parlamento).

Marcos documentados (plano registrado no TSE com 20 temas e 81 páginas, 12 pontos de geração de emprego, medidores projetados para 2030, revisão de metas de inflação anunciada em entrevista). Cobertura parcial porque parte das metas é declarada sem cronograma ou indicador por etapa no texto publicado, e vários pontos dependem de PECs e projetos ainda não enviados ao Congresso — o que impede verificar a ligação entre curto prazo e horizonte maior com a mesma precisão observada em instrumentos orçamentários (PPA/plano plurianual) de outras trajetórias.

Renan Antônio Ferreira dos Santos
Evidências documentadas6 evidências

Organiza o plano em 14 pilares e 5 metas para 2030, com horizonte fiscal em 2031 e prazo de 10 anos para a 'desfavelação integral'. Encadeia medidas de aplicação imediata (estado de defesa, GLO, contenção de pisos) a marcos posteriores (lei antifacção, PEC de transição fiscal).

Indicadores objetivos

Dados verificáveis que sustentam as capacidades acima — coligação registrada, produção legislativa e base no Legislativo. São contexto comparável, não nota de capacidade.

Bancada do partido na Câmara dos Deputados (antes da eleição de 2026)

67 deputados federais

PT, 2ª maior bancada); federação Brasil da Esperança (PT+PCdoB+PV) com 84

98/513 deputados federais

PL, 2ª maior bancada

1/513 deputados federais
98× maior para Flávio Nantes Bolsonaro

Leis aprovadas como autor principal

0 leis

6 projetos de lei apresentados como deputado; os 6 arquivados

0 leis

2 projetos aprovados no Senado, nenhum convertido em lei

—

Não aplicável

iguais

Capacidade de diálogo

Reuniões com centrais sindicais (abr/2026), pastores evangélicos (set/2026), empresários e banqueiros (set/2026) e indústria (jul/2026)
Parcial
Diálogo com empresários e mercado financeiro (Fiesp e agenda nacional, ago/2026) e com candidatos de 9 partidos
Parcial
Agenda com empresariado (Santander e AmCham, ago–set/2026) e diálogo público sobre religião na campanha
Parcial

Negociação e acordos

Acordo com a Câmara para urgência no PL da escala 6x1 (abr/2026) e entendimento de pauta com Câmara e Senado (ago/2026)
Parcial
Apoio a 47 candidatos ao Senado de 9 partidos (ago/2026); maior ganho do PL na janela partidária (abr/2026)
Parcial
Apoios de PL e Novo após suspensão da campanha (ago/2026); renúncia ao Fundo Eleitoral e vaquinha de ~R$ 1 mi (2026)
Parcial

Partidos na coligação/federação registrada

7 partidos

Coligação 'O Brasil Pronto pra Mais'

1 partido

PL, isolado — sem coligação ou federação

1 partido

MISSÃO, isolado — sem coligação ou federação

+6 partidos para Luiz Inácio Lula da Silva
Seção 4

Como enxergam o Brasil no mundo?

Qual visão de política externa, estratégia e experiência internacional?

Luiz Inácio Lula da Silva

Visão de mundo

Programa registrado no TSE (ago/2026) afirma 'soberania' e 'independência' como princípios e descreve a integração sul-americana como 'primeiro círculo de projeção estratégica do Brasil'. EUA: não propõe alinhamento; em 2025-2026 o governo tratou o tarifaço como medida politicamente motivada, e no discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU (set/2026) Lula afirmou que 'o Brasil não cabe no quintal de ninguém' e criticou interferência externa em processos eleitorais, sem citar Trump. China: em telefonema com Xi Jinping (26/07/2026) defendeu acelerar as negociações de acordo comercial Mercosul-China e reafirmou a diversificação de mercados e parceiros. BRICS: defende aprofundar a aproximação geopolítica com o bloco e o Sul Global e ampliar transações em moedas locais; em fev/2026 disse à imprensa indiana que acordos com a Índia não precisam ser feitos em dólares. Mercosul: consolidá-lo como principal plataforma de integração econômica e usar o acordo com a União Europeia (aplicação provisória desde 01/05/2026); rejeita convertê-lo em área de livre comércio para permitir acordos bilaterais. Multilateralismo: reforma do Conselho de Segurança da ONU e da OMC e mecanismos financeiros do BRICS. América Latina: condena operações militares dos EUA de combate ao 'narcoterrorismo' (Caribe, 2025; Venezuela, jan/2026), o Brasil não aderiu ao 'Escudo das Américas' (mar/2026) e, simultaneamente, propôs aos EUA cooperação em segurança com compartilhamento de inteligência. Oriente Médio: classifica as ações de Israel em Gaza como genocídio e defende Estado palestino; as relações com Israel estão rebaixadas ao nível de encarregado de negócios. OCDE: processo de acessão paralisado, com o argumento de que cláusulas de investimento seriam prejudiciais a países em desenvolvimento. Clima: sediou a COP30 em Belém (nov/2025), defendeu o Pacote de Belém e a capitalização do Fundo Florestas Tropicais para Sempre. Não há posição de campanha de 2026 documentada sobre a guerra na Ucrânia.

Estratégia de política externa

Comércio e investimento: diversificação de mercados pelo Plano Brasil Soberano (apoio a exportadores afetados pelo tarifaço e redução da dependência dos EUA), negociação de acordo Mercosul-China, acordo de minerais críticos e terras raras com a Índia (assinado em 21/02/2026) e acordo Mercosul-União Europeia em aplicação provisória. Negociação direta com Washington para retirada de tarifas: no encontro na Casa Branca (07/05/2026) propôs grupo de trabalho bilateral com prazo de 30 dias para o comércio, além de cooperação em minerais críticos e no combate ao crime organizado. Influência diplomática e governança global: presidiu o BRICS (Cúpula do Rio, jul/2025), sediou a COP30 (Belém, nov/2025) e defende reforma do Conselho de Segurança da ONU e da OMC. Integração regional: Mercosul como plataforma, proposta de mercado comum sul-americano de energia e impulso à OTCA. Minerais críticos: política industrial com processamento no país e veto a parcerias internacionais que não prevejam industrialização (lei defendida pelo governo no Senado). Clima/energia: financiamento climático e TFFF. Argentina, Venezuela e demais vizinhos aparecem no eixo de integração sul-americana, sem proposta específica por país nas fontes usadas.

Experiência e articulação internacional

Responsabilidades exercidas como chefe de Estado (decidiu e conduziu): presidiu o BRICS — Cúpula de Líderes no Rio de Janeiro, jul/2025, com 11 chefes de Estado e governo; sediou e abriu a COP30 em Belém (nov/2025), com 195 países, 56 decisões por consenso ('Pacote de Belém') e capitalização inicial do TFFF acima de US$ 6,6 bilhões; presidiu o Mercosul no segundo semestre de 2025 e defendeu a assinatura do acordo com a União Europeia (autorizada pelo Conselho da UE em 09/01/2026, em aplicação provisória desde 01/05/2026); discursou no G20 de Joanesburgo (23/11/2025) sobre governança soberana em minerais críticos e inteligência artificial; assinou com Narendra Modi acordo sobre minerais críticos e terras raras (Nova Délhi, 21/02/2026); reuniu-se com Donald Trump na Casa Branca em 07/05/2026 sobre tarifas, minerais críticos e crime organizado, propondo grupo de trabalho de 30 dias para o comércio — não houve assinatura de acordos no encontro; tratou com Xi Jinping (26/07/2026) a negociação Mercosul-China. Em 2025 visitou cerca de 20 países e participou do G7 (Canadá), G20 (África do Sul), cúpula da Asean (Malásia), Celac (Honduras) e Fórum Mundial da Alimentação (Itália). A área é conduzida pelo ministro de Relações Exteriores Mauro Vieira (diplomata de carreira) e pelo assessor especial Celso Amorim; a negociação tarifária detalhada é atribuída nas fontes a ministros da área econômica, e não ao presidente.

Projeção internacional

Abertura da Assembleia Geral da ONU em 2025 e em 2026; recepção na Casa Branca por Trump (07/05/2026) e telefonema com Xi Jinping (26/07/2026) com apoio atribuído à 'defesa da soberania' do Brasil; menções em imprensa estrangeira (Financial Times, New York Times, The Guardian, Reuters) sobre o tarifaço e a disputa comercial, com registro de que a tensão com Washington elevou sua popularidade; sediou eventos multilaterais com chefes de Estado de todas as regiões (BRICS 2025 e COP30).

Projeção internacional mede notoriedade, não capacidade diplomática.

ParcialConfiança: Alta confiança

Extraído do programa registrado no TSE (ago/2026, já usado como fonte no bloco de projeto de país), de cobertura de 2025-2026 (G1, DW, Folha, BBC, Agência Brasil, Brasil de Fato, Estadão, Reuters) e de fonte oficial da UE. Análise aproximada: as posições por país/tema foram montadas a partir de declarações e atos de 2025-2026, e não de um documento único por tema. Lacunas: o programa não trata da guerra na Ucrânia; o telefonema com Xi é conhecido por relato da agência estatal chinesa reproduzido pelo Estadão e não consta do comunicado brasileiro (divergência registrada pelo próprio jornal); questões abertas no contencioso tarifário (percentual ainda vigente, escopo do grupo de trabalho) não têm resultado publicado até 29/09/2026.

Presidenciáveis querem Brasil próximo da Ásia e EUA, fortalecer o Mercosul e deixar o Brics; veja propostas para política externaG1 / GloboNews (Filipe Matoso) · publicado 24/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Levantamento das propostas de política externa nos planos registrados de Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Renan Santos e Zema. Página lida integralmente via curl (texto extraído).O que Lula e Flávio prometem para a política externaDeutsche Welle (DW) Brasil — Jean-Philip Struck · publicado 17/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Compara os programas de Lula e Flávio Bolsonaro tema a tema (EUA, BRICS, Mercosul, Israel, OCDE) e registra os silêncios dos documentos; usado para a afirmação de que Ucrânia e Oriente Médio estão ausentes dos programas.Veja o que os candidatos à Presidência pensam sobre EUA, China, Brics e outros temas de política externaFolha de S.Paulo — Patrícia Campos Mello · publicado 12/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Levantamento por tema (BRICS/China, Mercosul, operações dos EUA, OCDE, minerais críticos, Israel/Gaza, EUA) com respostas das campanhas; parte das posições de Caiado e Zema é atribuída aos coordenadores de programa (Roberto Brant e Christian Lohbauer). A campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu.UE–Mercosul: Conselho autoriza a assinatura do acordo de parceria e comércioServiço Europeu de Ação Externa (EEAS) — Delegação da UE no Brasil · publicado 09/01/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Fonte oficial da UE sobre a autorização de assinatura do Acordo de Parceria UE-Mercosul e do Acordo Comercial Interino (09/01/2026).A União Europeia formaliza a aplicação provisória do Acordo Comercial com o MercosulAduana News · publicado 15/04/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra a aplicação provisória do acordo interino a partir de 01/05/2026 e as ratificações, incluindo o Decreto Legislativo nº 14/2026 (PDS 41/26) no Brasil (17/03/2026).Como a imprensa internacional noticiou tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil: 'Aprofundamento da ruptura antes das eleições'BBC News Brasil · publicado undefined/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Síntese da cobertura estrangeira (Financial Times, New York Times, The Guardian, Reuters) sobre a tarifa de 25% que entrou em vigor em 22/07/2026; usada para projeção/notoriedade de Lula e Flávio na imprensa estrangeira. Dia exato de publicação não preservado na coleta.Lula diz que discutiu crime organizado, tarifas e minerais críticos com TrumpBrasil de Fato · publicado 07/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Coletiva de Lula em Washington após o encontro na Casa Branca (07/05/2026): temas tratados, proposta de grupo de trabalho de 30 dias sobre comércio e ausência de acordos assinados.Em 2025, Lula coloca a diplomacia brasileira em destaque: veja erros e acertos da política externaBrasil de Fato · publicado 22/12/2025 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Balanço de 2025: Cúpula do BRICS no Rio (jul/2025, 11 chefes de Estado e governo), COP30 em Belém (10-21/11/2025, 195 países, Pacote de Belém), cerca de 20 países visitados, participação em G7 (Canadá), G20 (África do Sul), ASEAN, Fórum Mundial da Alimentação (Itália), Celac (Honduras) e o tarifaço de 50% anunciado em 09/07/2025.Brasil e Índia assinam acordo sobre terras raras e minerais críticosAgência Brasil (EBC) · publicado 21/02/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Assinatura em Nova Délhi, por Lula e o primeiro-ministro Narendra Modi, de acordo sobre minerais críticos e terras raras e energias renováveis (21/02/2026).G20: Lula defende governança soberana em minerais críticos e IAAgência Brasil (EBC) · publicado 23/11/2025 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Discurso na sessão temática da Cúpula do G20 em Joanesburgo (23/11/2025) sobre soberania no conhecimento e valor agregado de minerais críticos, inteligência artificial e trabalho decente.Xi manifesta apoio a Lula contra 'interferência externa', diz agência estatal chinesaEstadão (com Xinhua) · publicado 27/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Telefonema de Lula com Xi Jinping em 26/07/2026, com defesa de aceleração das negociações Mercosul-China e diversificação de mercados; a reportagem registra que o comunicado brasileiro não mencionou a fala atribuída a Xi pela Xinhua.Pix, minerais críticos e tarifas: o que o governo Lula quer discutir com Trump na economiaBBC News Brasil · publicado 05/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Pauta da visita de Lula a Washington (maio/2026): investigação da seção 301 sobre o Pix, tarifas remanescentes (estimativa do MDIC de 29% das exportações aos EUA com tarifas adicionais) e investimento em minerais críticos, com defesa de agregação de valor no país.Programa de Governo — Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo (versão publicada pelo PT)Partido dos Trabalhadores (PT) — versão do programa registrado no TSE · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — PDF de 84 páginas com camada de texto, lido diretamente (índice com 13 eixos e seção 'Compromisso com o projeto de nação'). Mesmo título do documento protocolado no TSE em 08/08/2026 (documento 280017016005).
Flávio Nantes Bolsonaro

Visão de mundo

Programa registrado (ago/2026, duas páginas sobre política externa): afirma que 'a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo regimes propensos ao terror e seus criminosos' e propõe 'uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia'; prevê estreitar relações com 'Estados Unidos, Argentina e Israel', citados como parceiros 'mais importantes e tradicionais'; retomar 'com urgência' o cronograma de adesão à OCDE (com 'fim gradual' do IOF sobre câmbio); ampliar a abertura comercial (bens de capital, tecnologia e insumos) para 'evitar dependência excessiva em áreas críticas'; internacionalizar pequenas e médias empresas via BNDES e Apex; e receber investimentos estrangeiros para a transição energética. O programa não menciona BRICS nem Mercosul; China e União Europeia aparecem dentro da diversificação comercial. Posições e atos de 2026: na CPAC (Texas, 28/03/2026) afirmou que o Brasil é 'a solução para os Estados Unidos quebrarem a dependência da China por minerais críticos, especialmente terras raras', propôs celebrar 'a mais forte aliança conservadora da história do Hemisfério Ocidental' e pediu que os EUA apliquem 'pressão diplomática' sobre as instituições brasileiras; em podcast (03/06/2026) disse que vai 'reavaliar' a permanência no BRICS, 'um bloco muito ideológico, usado para provocar os Estados Unidos'; na manifestação ao USTR (jul/2026) defendeu que o Brasil 'se liberte das amarras do Mercosul' para negociar diretamente com os EUA e propôs que o Pix não seja conectado a mecanismos de compensação 'não ocidentais'; propôs zona de livre comércio nas Américas (Afta) e citou a Nafta como modelo; pediu pessoalmente aos EUA a designação de PCC e CV como organizações narcoterroristas e promete incorporar o Brasil ao 'Escudo das Américas', dizendo que não aceitaria intervenção americana no país; em comício (Natal, 21/09/2026) disse que a relação com a China seria 'sempre pragmática economicamente' e que 'a gente não tem que escolher um lado'. Israel: fez do país o destino da primeira viagem internacional como pré-candidato (jan/2026), com jantar oferecido por Netanyahu, promete transferir a embaixada para Jerusalém, aderir aos 'Acordos de Isaac' e restabelecer relações em nível de embaixadores, e defende as ações militares de Israel em Gaza. Sobre as tarifas: em 07/07/2026 disse que o tarifaço 'é muito ruim para o Brasil e também para os Estados Unidos' e em 28/08/2026 distanciou-se da decisão de julho do governo americano, ao mesmo tempo em que atribuiu a crise comercial à 'incompetência' e às 'provocações' do governo Lula.

Estratégia de política externa

Alinhamento preferencial com os EUA como via de abertura comercial e de investimento (acordo bilateral e zona de livre comércio nas Américas, na prática fora da tarifa externa comum), retomada da adesão à OCDE, parceria estratégica de longo prazo em minerais críticos com investimento americano protegido e 'reindustrialização compartilhada', cooperação em segurança (designação de facções como terroristas e adesão ao Escudo das Américas), reaproximação com Argentina e Israel (transferência da embaixada para Jerusalém) e atração de investimento estrangeiro para a transição energética. Não há estratégia declarada para o BRICS ou o Mercosul além da revisão de permanência e da crítica às regras do bloco.

Experiência e articulação internacional

Senador (2019-2027), atuação de interlocução direta com governos estrangeiros sem mandato de negociador: foi recebido por Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca (26/05/2026) e reuniu-se com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio (27/05/2026), ocasião em que voltou a pedir a designação de PCC e CV como terroristas — o g1 registrou relato da comitiva de que a passagem pelo Salão Oval foi breve e destinada a foto e entrega de documentos, enquanto o senador afirmou que a conversa com Trump durou cerca de uma hora e quarenta minutos, e a BBC apurou que a Casa Branca não se manifestou; a viagem foi articulada pelo irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Entregou ao USTR manifestação de 86 páginas e participou de audiência pública do órgão em Washington (07/07/2026) — o Itamaraty enviou observadora e classifica a audiência como espaço não formal de negociação, mantendo as tratativas oficiais pelos canais diplomáticos. Discursou na CPAC (Texas, 28/03/2026). Como pré-candidato, fez de Israel o destino da primeira viagem internacional (jan/2026), com encontro com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. No Senado, foi suplente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional apenas entre 14/02/2019 e 12/07/2019 (perfil oficial) e preside a Comissão de Segurança Pública desde 2025. Em janeiro de 2026 cogitou o irmão Eduardo Bolsonaro para o Itamaraty e depois deixou de comentar o tema; não divulgou nomes para a área.

Projeção internacional

Recepção na Casa Branca por Trump (26/05/2026), com cobertura de veículos estrangeiros (BBC, Público, Reuters, além de Financial Times e New York Times citados em coberturas sobre a eleição); mensagem em vídeo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu no lançamento da candidatura (jul/2026) e participação do presidente argentino Javier Milei na convenção nacional do PL que oficializou a candidatura; discurso na CPAC (mar/2026); declaração à TV Globo (28/08/2026) de que respeitará o resultado da eleição, repercutida pela Reuters.

Projeção internacional mede notoriedade, não capacidade diplomática.

ParcialConfiança: Alta confiança

Base: plano de diretrizes registrado (ago/2026, seção de política externa de duas páginas), documentos entregues ao USTR, cobertura de 2026 (G1, DW, Folha, O Globo, Estadão, SBT News, CNN Brasil, Valor, Congresso em Foco, ND Mais, Público, Reuters) e perfil oficial do Senado. Separação explícita entre POSIÇÃO declarada, PROPOSTA de programa e ATO praticado. Pontos controversos registrados sem juízo: a duração e a formalidade do encontro com Trump divergem entre fontes (comitiva relatou passagem breve; o senador afirmou 1h40; a Casa Branca não se manifestou). A campanha não respondeu às perguntas da Folha (12/09/2026), o que reduz a base de posições detalhadas por tema; o programa é omisso em BRICS e Mercosul, e as posições sobre esses blocos vêm de declarações e documentos, não do programa. Não há posição documentada sobre a guerra na Ucrânia.

Presidenciáveis querem Brasil próximo da Ásia e EUA, fortalecer o Mercosul e deixar o Brics; veja propostas para política externaG1 / GloboNews (Filipe Matoso) · publicado 24/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Levantamento das propostas de política externa nos planos registrados de Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Renan Santos e Zema. Página lida integralmente via curl (texto extraído).O que Lula e Flávio prometem para a política externaDeutsche Welle (DW) Brasil — Jean-Philip Struck · publicado 17/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Compara os programas de Lula e Flávio Bolsonaro tema a tema (EUA, BRICS, Mercosul, Israel, OCDE) e registra os silêncios dos documentos; usado para a afirmação de que Ucrânia e Oriente Médio estão ausentes dos programas.Veja o que os candidatos à Presidência pensam sobre EUA, China, Brics e outros temas de política externaFolha de S.Paulo — Patrícia Campos Mello · publicado 12/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Levantamento por tema (BRICS/China, Mercosul, operações dos EUA, OCDE, minerais críticos, Israel/Gaza, EUA) com respostas das campanhas; parte das posições de Caiado e Zema é atribuída aos coordenadores de programa (Roberto Brant e Christian Lohbauer). A campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu.Encontro com Trump é trunfo para Flávio Bolsonaro e acende alerta sobre papel da Casa Branca na eleiçãoBBC News Brasil · publicado 27/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra o encontro de Flávio com Trump na Casa Branca (26/05/2026), as versões divergentes sobre duração/formalidade e a leitura de analistas; menciona o encontro de Lula com Trump no início de maio de 2026.Flávio Bolsonaro volta à Casa Branca e fala com Rubio e JD Vance um dia após encontro com TrumpFolha de S.Paulo · publicado 27/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Detalha as reuniões de Flávio em Washington (26 e 27/05/2026), o pedido de designação de PCC/CV como terroristas e a avaliação do Planalto; registra que Lula esteve com Trump três semanas antes.Como a imprensa internacional noticiou tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil: 'Aprofundamento da ruptura antes das eleições'BBC News Brasil · publicado undefined/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Síntese da cobertura estrangeira (Financial Times, New York Times, The Guardian, Reuters) sobre a tarifa de 25% que entrou em vigor em 22/07/2026; usada para projeção/notoriedade de Lula e Flávio na imprensa estrangeira. Dia exato de publicação não preservado na coleta.Flávio Bolsonaro recebido por Donald Trump na Casa BrancaPúblico (Portugal) · publicado 26/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Cobertura de veículo estrangeiro sobre a recepção de Flávio na Casa Branca e o contexto da campanha; usada para projeção internacional.Plano de Governo "Para o Brasil vencer o atraso" — Diretrizes 2027-2030 (PDF, 76 páginas)Poder360 (cópia do documento de campanha) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Texto integral extraído e analisado (76 págs, ~167 mil caracteres); fonte primária do plano.Governistas criticam discurso de Flávio nos EUA e dizem que senador age contra soberania nacional: 'lesa-pátria'Valor Econômico · publicado 30/03/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Reproduz trechos do discurso na CPAC/Texas (28/03/2026) sobre dependência americana de terras raras e 'mundo livre', acompanhado de Eduardo Bolsonaro, e as reações de ministros e de Guilherme Boulos.Flávio diz que Brasil é 'solução para EUA ter minerais de terras raras'CNN Brasil · publicado 30/03/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Declarações na CPAC sobre dependência chinesa (cita 70% das importações e mais de 90% do processamento) e a afirmação de que Lula é 'abertamente antiamericano'.Na CPAC, Flávio pede pressão dos EUA sobre eleições no BrasilCongresso em Foco · publicado 29/03/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Discurso de 28/03/2026: pedido de 'pressão diplomática' do 'mundo livre' sobre as instituições brasileiras, acompanhamento internacional do processo eleitoral e ênfase nas reservas minerais.Flávio diz, antes de audiência nos EUA, que tarifaço de Trump é ruim para o Brasil e os americanos e tenta reverter desgasteO Globo · publicado 07/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Audiência pública do USTR em Washington (07/07/2026) e manifestação de 86 páginas entregue por Flávio: crítica às tarifas, defesa do Pix como infraestrutura pública, proposta de adiamento das tarifas e a frase 'o Brasil busca maneiras de se libertar das amarras do Mercosul'; o Itamaraty enviou observadora e classifica a audiência como espaço não formal de negociação.Plano de Flávio ignora Mercosul e quer reaproximar IsraelSBT News · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Análise do plano tornado público em 13/08/2026: prioridade à adesão à OCDE, 'fim gradual' do IOF sobre câmbio, reaproximação com EUA, Argentina e Israel, ausência de menção ao Mercosul e apenas duas menções à China.Flávio Bolsonaro atribui responsabilidade pelo tarifaço dos EUA à 'incompetência' do governo LulaEstadão · publicado 02/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista ao Canal Livre (Band): responsabilização de Lula pelas tarifas, a frase de que o Brasil 'lambe botas da China', rejeição da tese de influência de Eduardo Bolsonaro e referência a isolamento do Brasil também com Argentina e Paraguai.O programa de Flávio Bolsonaro não menciona BRICS nem Mercosul: o que o candidato do PL propõe para o Brasil no mundoND Mais · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Série 'política externa' (29/09/2026): distingue o programa registrado no TSE do discurso de campanha; registra a frase 'libertar o Brasil das amarras do Mercosul', a declaração de comício em Natal (21/09/2026) sobre relação 'sempre pragmática economicamente' com a China e a ausência de posição sobre BRICS e Mercosul no programa.Senator Flavio Bolsonaro vows to respect Brazil election outcomeReuters · publicado 29/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista ao Jornal Nacional (28/08/2026): compromisso de respeitar o resultado da eleição e distanciamento da decisão de julho do governo dos EUA de impor tarifas; cobertura de agência estrangeira. Conteúdo obtido por busca (página não acessível por curl).Senador Flávio Bolsonaro — participação em comissões (perfil oficial)Senado Federal · publicado undefined/undefined/2026 · acessado 29/09/2026Legislativo — Fonte oficial: suplente na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional de 14/02/2019 a 12/07/2019; presidência da Comissão de Segurança Pública a partir de 2025; suplente na CCJ e na CDH (2025-2026).
Renan Antônio Ferreira dos Santos

Visão de mundo

Não-alinhamento declarado. Sobre EUA: critica o tarifaço de Trump e afirma que 'as interferências americanas nas eleições de 2022 e de 2026 demonstram que não há respeito pelas nossas instituições', mas chama os EUA de 'parceiros indispensáveis em tecnologia, defesa e minerais críticos' (Folha, 12/09/2026); à CNN (03/09/2026) disse que Trump 'vem se comportando muito mal nessas eleições' e que não seria seu primeiro interlocutor; ao The Epoch Times declarou que 'Lula colocou o Brasil submisso à China e os Bolsonaros nos colocaram submissos a Trump'. Sobre China: 'a China é nossa principal parceira comercial'; em coletiva à imprensa estrangeira (03/09/2026) afirmou que, no curto prazo, a China é parceira melhor que os EUA, mas sem alinhamento automático. Sobre Brics: não prega saída, defende participação 'estritamente instrumental', dizendo que o bloco 'passou a operar como extensão da política externa chinesa — inclusive na direção dos investimentos do Novo Banco de Desenvolvimento e na deriva de uma agenda declaradamente antiocidental que não é a nossa' (Folha, 12/09/2026); o Livro Amarelo registrado no TSE fala em 'estratégia pragmática no BRICS+' que reconhece 'a dominação crescente chinesa dentro do bloco'. Sobre Mercosul: propõe 'abrir o Mercosul' com redução tarifária em quatro anos, teto de 15%, revisão da Tarifa Externa Comum e corte do licenciamento não automático, sem flexibilizar a união aduaneira ('não faremos é permitir que cada sócio saia negociando bilateralmente por conta própria'). Sobre América Latina: propõe desdolarização regional com uso crescente do real, linhas de swap entre bancos centrais e cesta de moedas sul-americanas; no Livro Amarelo, 'sub-hegemonia brasileira' (liderança regional 'sem imperialismo') e Pacto Interamericano contra o crime organizado, liderado pelo Brasil e ancorado na Convenção de Palermo e na OEA. Sobre operações dos EUA contra o 'narcoterrorismo': aceita cooperação de inteligência, mas afirma que operações armadas em território brasileiro devem ser feitas por forças brasileiras; 'não concorda com a designação de facções como terroristas'. Sobre UE/Europa: EUA e União Europeia são os 'parceiros prioritários' (off-take e transferência tecnológica em terras raras) no Livro Amarelo, mas em 25/06/2026, diante de diplomatas, atacou o que chama de 'ditadura de ONGs' financiadas de fora e a postura europeia de 'pregação' sobre florestas. Sobre Israel/Gaza: critica tanto a 'defesa incondicional de Israel por setores evangélicos da direita' quanto a hostilidade da esquerda; defende que o Brasil 'arbitre e sustente o direito humanitário'. Sobre clima: critica o negacionismo climático do governo anterior e defende que o Brasil mostre ao mundo que preserva florestas e recupera áreas degradadas (CNN, 03/09/2026). Sobre OCDE: defende retomar o processo de acessão ('a OCDE é o melhor instrumento disponível' como ancoragem externa). Sobre foros multilaterais e Sul Global: propõe o Brasil como 'Árbitro do Sul Global' com diplomacia ativa na África, na Ásia (ASEAN, Timor-Leste como porta de entrada) e na América Latina, e fala em 'isolamento diplomático' atual em foros sobre minerais críticos. Sobre nuclear: propõe autonomia completa do ciclo do combustível nuclear, incluindo conversão industrial e reprocessamento, descrita no plano como ativo de dissuasão.

Estratégia de política externa

Converter recursos estratégicos em poder de barganha: acordos bilaterais com EUA e União Europeia com off-take agreements (compromissos de compra de longo prazo) e transferência de tecnologia em processamento de terras raras; criação de 'OPEP das terras raras' discutida com a China (Folha, 12/09/2026); taxar mais a exportação de minério bruto e menos o produto processado no Brasil. Comércio/integração: 'abrir o Mercosul' e uso do real como moeda de trocas regionais com linhas de swap, para reduzir dependência do dólar. Investimento e pessoas: pediu a diplomatas capital para data centers, processamento de terras raras, infraestrutura e reforma da saúde com apoio de IA, e pediu envio de capital humano imigrante ao Brasil (The Brazilian Report, 26/06/2026). Influência diplomática: 'sub-hegemonia brasileira' regional e Pacto Interamericano contra o crime organizado liderado pelo Brasil; liderança do Sul Global via África/Ásia/América Latina. Defesa/tecnologia: parcerias industriais e militares com os EUA com transferência de tecnologia e participação de empresas brasileiras; ciclo nuclear completo e complexo industrial-militar; meta de não depender de fertilizantes importados a partir de 2035.

Experiência e articulação internacional

Sem passagem por governo federal, sem cargo diplomático e sem negociação internacional conduzida em nome do Estado — nunca exerceu função pública. O que está documentado é interlocução como candidato e liderança de organização civil: (a) em 25/06/2026 participou do 'Debating Brazil', série fechada do The Brazilian Report/Novo Selo que leva presidenciáveis ao corpo diplomático em Brasília; terceiro convidado, discursou em inglês e apresentou propostas (terras raras, energia para data centers, investimento, imigração qualificada) e afirmou ter conversas com o Departamento de Estado americano — declaração dele, não confirmada por fonte oficial (The Brazilian Report, 26/06/2026); (b) em 03/09/2026 deu coletiva a jornalistas da Europa e da Ásia (CBN/Globo) e concedeu entrevistas a veículos estrangeiros (The Epoch Times, Valor International); (c) como dirigente partidário, protocolou ação na Justiça Eleitoral sobre suposta interferência externa na eleição (Valor International, 24/09/2026) — ato jurídico doméstico, não negociação diplomática; (d) a trajetória do MBL/Missão é doméstica; não foi localizado registro de acordo, fórum multilateral ou negociação internacional conduzida por ele com resultado documentado.

Projeção internacional

Presente em veículos estrangeiros: perfil em inglês do Valor International (01/06/2026), reportagem-perfil do The Epoch Times (EUA, 2026) com declarações sobre EUA, China e tarifas, e cobertura da newsletter The Brazilian Report em inglês (26/06/2026). Realizou coletiva especificamente para imprensa internacional (jornalistas da Europa e da Ásia; 03/09/2026) e falou em inglês ao corpo diplomático em Brasília. A campanha usou faixa aérea em Copacabana perguntando 'Who is Renan Santos?', citada por veículo estrangeiro como resposta ao baixo reconhecimento (Datafolha: 73% não o conheciam). Não foi localizado convite institucional de organismo internacional, participação em fórum global ou interlocução com chefe de Estado documentada.

projeção internacional mede notoriedade, não capacidade diplomática

ParcialConfiança: Confiança média

Extração do capítulo 'Brasil Poderoso' do Livro Amarelo — resumo executivo registrado no TSE (espelho público, lido integralmente; falas sobre BRICS+, sub-hegemonia regional, Pacto Interamericano, ciclo nuclear, parceiros de 1º/2º/3º escalão) e das respostas da campanha à Folha (12/09/2026), cruzadas com CBN/Globo e CNN Brasil (03/09/2026), R7 (08/09/2026) e Valor International (24/09/2026) para o registro eleitoral. Para experiência internacional e projeção, uso do relato do 'Debating Brazil' (The Brazilian Report, 26/06/2026) e do perfil do The Epoch Times. Limites: o documento registrado no TSE é um resumo de 51 páginas (a obra completa de 500 páginas não está pública); não foi localizada posição sobre Rússia/Ucrânia, Venezuela, Índia e arquitetura de segurança europeia. Nada de política externa foi inferido do partido: todas as posições acima são declarações ou documentos do próprio candidato.

Veja o que os candidatos pensam sobre política externa (Brics e China, Mercosul, operações dos EUA contra o 'narcoterrorismo', OCDE, minerais críticos, Israel e Gaza, Estados Unidos)Folha de S.Paulo · publicado 12/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Respostas das campanhas de Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) enviadas à Folha tema a tema; a reportagem informa que a campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu. Cópia integral obtida por requisição direta (curl).Inside the Brazilian Presidential Campaign That a Judge Shut Down–Then ReinstatedThe Epoch Times (EUA) · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Perfil em veículo estrangeiro com declarações de Renan Santos sobre EUA, China e tarifas de Trump; a reportagem também ouve o ex-chanceler Ernesto Araújo.Outsider pitch — Renan Santos meets with foreign ambassadors ('Debating Brazil')The Brazilian Report (newsletter, em inglês) · publicado 26/06/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Evento fechado com o corpo diplomático em Brasília (25/06/2026); Renan falou em inglês; terceiro convidado da série, após o ministro Kassio Nunes Marques e o ex-governador Romeu Zema. Detalha propostas apresentadas aos diplomatas (terras raras, energia para data centers, investimento e imigração qualificada, crítica à atuação europeia).Renan Santos volta a atacar Cury e diz que China é melhor parceira do que os EUACBN / Globo · publicado 03/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Coletiva com jornalistas da Europa e da Ásia; não-alinhamento, parceria industrial e militar com os EUA com transferência de tecnologia, proposta de cartel internacional de terras raras com a China.À CNN, Renan diz que Trump 'vem se comportando muito mal nessas eleições'CNN Brasil · publicado 03/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Declarações sobre EUA, tarifas, agronegócio e imagem ambiental do Brasil (crítica ao negacionismo climático do governo anterior).De moeda sul-americana à saída do BRICS: o que os candidatos propõem para a soberaniaR7 · publicado 08/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Sistematiza propostas de soberania do programa de Renan Santos: cesta de moedas sul-americanas liderada pelo real, Zona Econômica Especial, meta de independência de fertilizantes importados, ciclo do combustível nuclear.Lula, Flávio campaigns trade legal challenges as election nears (ação do partido Missão no TSE sobre interferência estrangeira)Valor International · publicado 24/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra que o Missão protocolou ação na Justiça Eleitoral alegando possível financiamento externo em campanha rival e invocando 'soberania e independência' do processo eleitoral.Livro Amarelo — resumo executivo 2026 (espelho do documento registrado no TSE)Renanpédia (espelho civil do Livro Amarelo) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Espelho do resumo executivo de 51 páginas; contém a passagem 'transformar o Brasil, em 30 anos, em uma das cinco maiores potências globais' e as cinco metas para 2030.Anti-establishment candidate seeks to tap Brazil's younger right (perfil internacional da campanha)Valor Internacional · publicado 01/06/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)
Seção 5

O que suas trajetórias mostram?

Existe continuidade entre o que dizem, propõem e fizeram?

Luiz Inácio Lula da Silva

previdência

  1. 2003Enviou ao Congresso e sustentou a votação da reforma da Previdência do primeiro mandato (EC 41, promulgada em 19/12/2003); a votação teve votos contrários na própria base aliada.
  2. 2025-2026Execução da revisão de benefícios (pente-fino do INSS/BPC): 280 mil consultas do BPC reagendadas de maio-outubro para a partir de janeiro de 2027; economia prevista de R$ 1,1 bilhão em 2026 e R$ 4,8 bilhões em 2027-2028.
  3. 2026O ministro da Previdência declarou ser contra nova reforma que aumente a idade de aposentadoria (jul/2026); o ministro da Fazenda afirmou que o tema não está em discussão agora, mas defendeu o debate sobre sustentabilidade (set/2026).
Posição

Manter a política de valorização real do salário mínimo e a proteção social; nas declarações do governo registradas em 2026, nova reforma previdenciária não é apresentada como necessária, com a Fazenda defendendo o debate sobre sustentabilidade.

Proposta

Programa registrado no TSE: continuidade da valorização do salário mínimo e da proteção social; a sustentabilidade previdenciária aparece nas fontes como tema de debate interno do governo, não entre as propostas destacadas do plano.

Histórico

EC 41/2003 (reforma previdenciária aprovada e promulgada no primeiro mandato) e execução do pente-fino de benefícios do INSS/BPC (2025-2026, com revisões do BPC reagendadas para janeiro de 2027).

Explicação pública da mudança

O pente-fino foi comunicado como revisão de gastos e as revisões do BPC foram remarcadas para 2027 para concentrar os servidores na fila do INSS; o INSS informou que não suspendeu as revisões periódicas e reconheceu o reagendamento de 280 mil consultas (O Globo, 10/06/2026).

Conexão documentada

A revisão de benefícios prevê economia de R$ 1,1 bilhão em 2026 e R$ 4,8 bilhões em 2027-2028 e foi parcialmente adiada para 2027; no mesmo período o Ministério da Previdência afirma que nova reforma não é necessária e o Ministério da Fazenda defende o debate sobre sustentabilidade - as duas posições estão registradas nas fontes, sem decisão pública documentada que as concilie.

Reforma sob pressão: Lula cede, e Câmara aprova a reforma da PrevidênciaFolha de S.Paulo · publicado 06/08/2003 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra a aprovação em primeiro turno por 358 votos a 126 e as concessões feitas pelo governo para obter o placar.Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003Planalto — Presidência da República · publicado 19/12/2003 · acessado 29/09/2026Diário Oficial — Texto da reforma da Previdência do primeiro mandato.Governo adia pente-fino no cadastro do BPC para depois das eleições e prioriza redução da fila do INSSO Globo · publicado 10/06/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Revisões do BPC agendadas entre maio e outubro remarcadas para a partir de janeiro de 2027; 280 mil consultas reagendadas; meta de economia de R$ 1,1 bilhão em 2026 e R$ 4,8 bilhões em 2027-2028; 33% das revisões resultam em cancelamento, segundo técnicos do INSS.Ministro da Previdência diz ser contra nova reforma que aumente idade de aposentadoriaEstadão · publicado 27/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Declaração do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, contrária a nova reforma que eleve a idade de aposentadoria.Ministro de Lula não descarta nova reforma da PrevidênciaSBT News · publicado 03/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Ministro da Fazenda, Dario Durigan: tema não está em discussão agora, mas defende debate sobre sustentabilidade do sistema; decisão cabe ao presidente.

política fiscal/orçamento

  1. 2023Substituiu o teto de gastos pelo novo arcabouço fiscal (PLP 93/2023 - LC 200/2023), aprovado nas duas Casas; manteve a meta de déficit primário zero para 2024 após disputa interna no governo.
  2. 2025Aprovado o PLP 168/2025 (votação nominal em 24/09/2025), que retirou do limite de gastos as despesas com as medidas de resposta ao tarifaço dos EUA.
  3. 2026Sancionou a LOA 2026 (Lei 15.346) em 14/01/2026 com vetos de aproximadamente R$ 393-400 milhões em emendas modificadas pelo Congresso.
  4. 2026Programa registrado mantém o arcabouço fiscal, prevê nova edição do Novo PAC e afirma que o volume de recursos com emendas parlamentares 'sequestrou' o orçamento.
  5. 2026Sancionou a lei que zera a tarifa de importação de 20% para compras internacionais de até US$ 50 (10/09/2026), encerrando a chamada 'taxa das blusinhas'.
Posição

Manter o arcabouço fiscal, reduzir a dívida e revisar o sistema de emendas parlamentares.

Proposta

Novo PAC, leilões de rodovias e ferrovias, Minha Casa Minha Vida, investimentos da Petrobras e isenção da tarifa de importação para compras até US$ 50.

Histórico

LC 200/2023 (arcabouço fiscal), PLP 168/2025 (retirada das despesas do tarifaço do limite), sanção da LOA 2026 com vetos (14/01/2026) e sanção da lei que zera a tarifa das compras de até US$ 50 (10/09/2026).

Explicação pública da mudança

A retirada das despesas do tarifaço do limite de gastos foi apresentada como blindagem fiscal das medidas de resposta às tarifas americanas; os vetos à LOA 2026 e o fim da tarifa de importação foram justificados pelo governo com argumentos de espaço orçamentário e de preço ao consumidor (fontes citadas).

Conexão documentada

O plano mantém o arcabouço fiscal e prevê expansão de investimentos (Novo PAC, Petrobras) e a isenção de importações até US$ 50; as fontes consultadas não trazem estimativa de compensação de receita para a isenção nem detalham a compatibilização com a meta de resultado primário.

Lei do arcabouço fiscal é sancionada; novo regime substitui o teto de gastos públicosAgência Câmara de Notícias · publicado 31/08/2023 · acessado 29/09/2026Legislativo — PLP 93/2023 aprovado na Câmara em 22/08/2023 e sancionado com dois vetos em 31/08/2023 (LC 200/2023).Nota informativa sobre a LC 200/2023 — novo arcabouço fiscal (PLP 93/2023)Senado Federal — Consultoria de Orçamento · publicado 01/09/2023 · acessado 29/09/2026Legislativo — Descreve os limites de crescimento da despesa (IPCA + percentual da receita primária).Foco do governo é aumentar receita, e não alterar meta fiscal, diz PadilhaValor Econômico · publicado 16/11/2023 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — URL obtida em resultado de busca; conferir disponibilidade (alguns domínios bloqueiam requisição direta).Relator da LDO diz que governo decidiu manter meta de déficit fiscal zeroFolha de S.Paulo · publicado 16/11/2023 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — URL obtida em resultado de busca; conferir disponibilidade.Aprovado texto-base do projeto que retira despesas com 'tarifaço' do teto de gastosAgência Senado · publicado 24/09/2025 · acessado 29/09/2026Legislativo — PLP 168/2025 aprovado por 64 votos a 0 em texto-base; viabiliza a MP 1.309/2025 (Plano Brasil Soberano).PLP 168/2025 — tramitação e votação nominalCongresso Nacional · publicado 24/09/2025 · acessado 29/09/2026Legislativo — Ficha de tramitação da matéria de autoria do senador Jaques Wagner (líder do governo).Orçamento 2026 é sancionado com veto a R$ 400 milhões em emendasCâmara dos Deputados · publicado 14/01/2026 · acessado 29/09/2026LegislativoLula sanciona Orçamento de 2026 com vetos em R$ 393 milhõesg1 (Globo) · publicado 14/01/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)Lula mantém arcabouço fiscal e promete investimentos (plano de governo)Folha de S.Paulo · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)Lula sanciona nesta quinta fim da 'taxa das blusinhas'G1 · publicado 10/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Sanção do PLV 13/2026 zera a tarifa de importação de 20% para compras internacionais de até US$ 50; cobrança estava suspensa por medida provisória desde maio; varejo e indústria tentaram derrubar a proposta.

segurança pública

  1. 2025Entregou ao Congresso a PEC que reformula a segurança pública (23/04/2025), negociada com governadores; em agosto de 2026 o tema entrou no acordo de pauta com os presidentes da Câmara e do Senado.
  2. 2026A Câmara aprovou a PEC em 05/03/2026; o texto está no Senado, entre as prioridades do esforço concentrado (ago/2026), e a CCJ aprovou em votação simbólica (02/09/2026).
  3. 2026Programa registrado propõe ampliar a coordenação federal da segurança, criar o Ministério da Segurança Pública caso a PEC seja aprovada e ampliar câmeras corporais.
Posição

Ampliar a participação federal na coordenação da segurança pública, com estrutura ministerial própria se a PEC for aprovada.

Proposta

PEC da Segurança Pública em tramitação no Senado e criação de Ministério da Segurança Pública no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública, condicionada à aprovação da emenda.

Histórico

Envio da PEC ao Congresso (23/04/2025) e aprovação na Câmara dos Deputados (05/03/2026) - atos legislativos praticados no mandato.

Explicação pública da mudança

A PEC foi apresentada pelo governo como resposta à atuação de facções e à necessidade de coordenação federativa; o relator no Senado afirmou que o texto não deve sofrer mudanças na Casa.

Conexão documentada

A proposta amplia competências e estruturas federais em área cuja execução permanece primariamente estadual; a tramitação no Senado seguia aberta em agosto/setembro de 2026 e as fontes consultadas não trazem o desenho final de financiamento da nova estrutura.

meio ambiente/clima

  1. 2023-2025Queda do desmatamento na Amazônia para 5.796 km² (ago/2024-jul/2025), a menor taxa em 11 anos (-11,08%), com o Cerrado também em queda (-11,49%); alertas caíram 35% na Amazônia e 6% no Cerrado entre agosto de 2025 e janeiro de 2026.
  2. 2025Sediou a COP30 em Belém (nov/2025), com coordenação entre União, governo do Pará e prefeitura.
  3. 2025Em 20/10/2025, o Ibama concedeu licença de operação à Petrobras para poço exploratório na Foz do Amazonas (bloco FZA-M-059, AP), 20 dias antes da COP30; entidades anunciaram ação judicial.
  4. 2026Programa registrado reafirma desmatamento líquido zero até 2030 e redução de 59%-67% das emissões líquidas de GEE, com adaptação climática como eixo permanente do planejamento.
Posição

Cumprir a meta de desmatamento líquido zero até 2030 e manter a liderança climática assumida na COP30.

Proposta

Adaptação climática como eixo permanente do planejamento público, investimentos em bacias hidrográficas e prevenção de desastres, com licenciamento sob competência técnica do Ibama.

Histórico

Política de controle do desmatamento com resultados registrados pelo Inpe (2023-2026) e decisão do Ibama que autorizou a perfuração exploratória na Foz do Amazonas (20/10/2025).

Explicação pública da mudança

A decisão do Ibama foi apresentada pelo governo como licenciamento de caráter técnico; entidades ambientais e veículos de imprensa registraram crítica à autorização no contexto da COP30.

Conexão documentada

O plano reafirma desmatamento líquido zero até 2030 e, no mesmo período, o Ibama licenciou a exploração de petróleo na Foz do Amazonas e o governo manteve a previsão de investimentos da Petrobras; as fontes registram as duas decisões sem documento que detalhe a conciliação entre a meta climática e a expansão da exploração.

Brasil anuncia menor taxa de desmatamento na Amazônia em 11 anosG1 · publicado 30/10/2025 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Dados do Inpe: 5.796 km² desmatados na Amazônia entre agosto de 2024 e julho de 2025 (-11,08%), menor taxa em 11 anos; Cerrado com redução de 11,49% no mesmo período.Áreas sob alerta de desmatamento caem 35% na Amazônia e 6% no Cerrado (ago/2025 a jan/2026)Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (gov.br) · publicado 12/02/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Dados de alertas (Deter/Inpe) divulgados após reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento; texto vincula os números à meta de desmatamento zero até 2030.Governo Federal assegura condições plenas para a COP30 na AmazôniaAgência Gov (EBC) · publicado 22/08/2025 · acessado 29/09/2026Executivo federal — Recursos federais para macrodrenagem, saneamento e mobilidade em Belém.Belém em obras: os 100 dias que antecedem a COP30COP30 — site oficial (governo federal) · publicado 06/08/2025 · acessado 29/09/2026Executivo federal — Registro das obras e convênios firmados entre governo federal, governo do Pará e prefeitura de Belém.Foz do Amazonas: governo Lula autoriza a exploração de petróleo e enfraquece a COP30SUMAÚMA · publicado 20/10/2025 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra a licença de operação concedida pelo Ibama à Petrobras para perfuração no bloco FZA-M-059 (AP), a 20 dias da COP30, e a reação de entidades que anunciaram ação judicial; artigo de opinião - usado apenas para o fato do licenciamento e da data.Programa de Governo Lula/Alckmin — PDF (espelho do TSE, 42 páginas)Poder360 · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado

política externa

  1. 2025Resposta ao tarifaço dos EUA com o Plano Brasil Soberano e blindagem fiscal das medidas (PLP 168/2025); em setembro de 2026 o governo rejeitou incluir exigências externas sobre temas políticos domésticos na negociação.
  2. 2026Assinou acordo com a Índia sobre terras raras e minerais críticos (fev/2026); discutiu com Trump crime organizado, tarifas e minerais críticos (mai/2026); recebeu manifestação de apoio de Xi Jinping contra 'interferência externa' (jul/2026).
  3. 2026Programa (Eixo 13) defende soberania, relações de reciprocidade, integração sul-americana e oposição a esquemas de 'nova Guerra Fria'.
  4. 2026O acordo UE-Mercosul recebeu autorização de assinatura do Conselho da UE (jan/2026) e aplicação provisória formalizada em abril de 2026.
Posição

Relações de reciprocidade e cooperação pacífica, integração sul-americana e diversificação de parceiros (China, Índia, UE, EUA), com defesa da soberania sobre recursos estratégicos.

Proposta

Ampliar a integração econômica e de infraestrutura na América do Sul, proteger a diáspora e usar minerais críticos e terras raras como ativos de negociação por valor agregado.

Histórico

Medidas de resposta ao tarifaço (Plano Brasil Soberano e PLP 168/2025), acordo de minerais críticos com a Índia (fev/2026) e condução da assinatura/aplicação provisória do acordo UE-Mercosul (2026).

Explicação pública da mudança

O governo apresentou as medidas ao tarifaço como blindagem da economia e defesa da soberania, e rejeitou incluir exigências externas sobre participação de dissidentes políticos na negociação com os EUA (set/2026).

Conexão documentada

O plano enfatiza soberania e reciprocidade frente aos EUA e, ao mesmo tempo, mantém a negociação comercial com a União Europeia e a aplicação provisória do acordo UE-Mercosul, com salvaguardas agrícolas e condicionalidades ambientais registradas pelas fontes como pontos em aberto.

Aprovado texto-base do projeto que retira despesas com 'tarifaço' do teto de gastosAgência Senado · publicado 24/09/2025 · acessado 29/09/2026Legislativo — PLP 168/2025 aprovado por 64 votos a 0 em texto-base; viabiliza a MP 1.309/2025 (Plano Brasil Soberano).Senado aprova texto-base de projeto que tira gastos com o tarifaço das metas fiscais de 2025 e 2026Valor Econômico · publicado 24/09/2025 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — R$ 4,5 bilhões em fundos garantidores e R$ 5 bilhões de Reintegra fora da meta; dois destaques pendentes.Governo Lula rejeitou incluir exigência dos EUA sobre participação de dissidentes políticos nas eleiçõesO Globo · publicado 17/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Exigência recusada na negociação do tarifaço.Brasil e Índia assinam acordo sobre terras raras e minerais críticosAgência Brasil (EBC) · publicado 21/02/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Assinatura em Nova Délhi, por Lula e o primeiro-ministro Narendra Modi, de acordo sobre minerais críticos e terras raras e energias renováveis (21/02/2026).Pix, minerais críticos e tarifas: o que o governo Lula quer discutir com Trump na economiaBBC News Brasil · publicado 05/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Pauta da visita de Lula a Washington (maio/2026): investigação da seção 301 sobre o Pix, tarifas remanescentes (estimativa do MDIC de 29% das exportações aos EUA com tarifas adicionais) e investimento em minerais críticos, com defesa de agregação de valor no país.Lula diz que discutiu crime organizado, tarifas e minerais críticos com TrumpBrasil de Fato · publicado 07/05/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Coletiva de Lula em Washington após o encontro na Casa Branca (07/05/2026): temas tratados, proposta de grupo de trabalho de 30 dias sobre comércio e ausência de acordos assinados.Xi manifesta apoio a Lula contra 'interferência externa', diz agência estatal chinesaEstadão (com Xinhua) · publicado 27/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Telefonema de Lula com Xi Jinping em 26/07/2026, com defesa de aceleração das negociações Mercosul-China e diversificação de mercados; a reportagem registra que o comunicado brasileiro não mencionou a fala atribuída a Xi pela Xinhua.Programa de Governo Lula/Alckmin — PDF (espelho do TSE, 42 páginas)Poder360 · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registradoUE–Mercosul: Conselho autoriza a assinatura do acordo de parceria e comércioServiço Europeu de Ação Externa (EEAS) — Delegação da UE no Brasil · publicado 09/01/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Fonte oficial da UE sobre a autorização de assinatura do Acordo de Parceria UE-Mercosul e do Acordo Comercial Interino (09/01/2026).A União Europeia formaliza a aplicação provisória do Acordo Comercial com o MercosulAduana News · publicado 15/04/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra a aplicação provisória do acordo interino a partir de 01/05/2026 e as ratificações, incluindo o Decreto Legislativo nº 14/2026 (PDS 41/26) no Brasil (17/03/2026).
Flávio Nantes Bolsonaro

previdência

  1. 2019Votou 'Sim' na votação nominal de 2º turno da reforma da Previdência no Senado (22/10/2019) e defendeu a proposta em plenário.
  2. 2026Declarou rejeitar nova reforma da Previdência e prometeu manter a valorização do salário mínimo, defendendo ajuste fiscal com 'tesouraço' em impostos (Folha, 19/06/2026).
  3. 2026O plano registrado trata a Previdência por 'pacote antifraude' nos moldes de 2019, gestão profissional do INSS e 'INSS sem fila', sem nova reforma de regras de aposentadoria.
Posição

Não fazer nova reforma da Previdência; combater fraudes e a fila do INSS; manter a valorização do salário mínimo.

Proposta

Pacote antifraude previdenciário, gestão profissional do INSS, fim dos descontos associativos e corte geral de gastos com novo teto.

Histórico

Voto favorável à reforma da Previdência (EC 103/2019) no Senado, em votação nominal de 2º turno (22/10/2019).

Explicação pública da mudança

O candidato afirma que não promoverá nova reforma e cita o pacote antifraude de 2019 como referência do que pretende repetir; a justificativa registrada é preservar a renda do trabalhador e o ganho real do salário mínimo, com ajuste pelo lado da despesa e dos impostos.

Conexão documentada

O plano prevê corte de gastos de 1,5% do PIB (cerca de R$ 190 bilhões) e novo teto, sem detalhar o tratamento da despesa previdenciária, que é a maior despesa federal; as fontes trazem a meta de corte e a recusa de nova reforma sem documento que detalhe a conciliação.

política fiscal/orçamento

  1. 2023Votou contra o novo arcabouço fiscal no Senado (21/06/2023, 57 a 17); o nome consta na lista nominal dos votos contrários.
  2. 2026A equipe econômica apresentou plano em quatro etapas: Conselho Superior de Governança Fiscal, revisão do arcabouço para controlar a trajetória da dívida, corte de 1,5% do PIB (cerca de R$ 190 bilhões, base 2025) e 'choque de gestão'.
  3. 2026O plano registrado prevê 'tesouraço' de gastos e um novo teto, com mais controle sobre emendas, sem detalhar a regra fiscal.
  4. 2026O plano prevê R$ 900 bilhões de investimento em rodovias, hidrovias, portos, aeroportos e ferrovias em quatro anos.
Posição

Reformular as regras fiscais com novo teto e cortar gastos para reduzir a dívida.

Proposta

Conselho Superior de Governança Fiscal, corte de 1,5% do PIB, enxugamento da máquina e R$ 900 bilhões em infraestrutura em quatro anos.

Histórico

Voto contrário ao arcabouço fiscal (LC 200/2023) no Senado, em votação nominal de 21/06/2023.

Explicação pública da mudança

'O Brasil precisa, antes de qualquer corte, recuperar a credibilidade' (integrante da equipe econômica, G1, 03/08/2026); o plano afirma que o teto de gastos foi desmontado pelo governo atual e propõe nova regra fiscal.

Conexão documentada

O plano prevê, no mesmo período de quatro anos, corte equivalente a 1,5% do PIB e investimento de R$ 900 bilhões em infraestrutura; as fontes consultadas não detalham a composição do corte nem a origem dos recursos do investimento.

Veja como votaram os senadores na aprovação do arcabouço fiscalG1 · publicado 21/06/2023 · acessado 29/09/2026Legislativo — Senado aprovou o arcabouço fiscal por 57 votos a 17 em 21/06/2023; a lista nominal registra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entre os votos contrários.Auxiliar de Flávio Bolsonaro para área econômica propõe cortes equivalentes a 1,5% do PIBG1 · publicado 03/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Quatro etapas descritas pela equipe: Conselho Superior de Governança Fiscal; revisão do arcabouço para controlar a dívida; corte de 1,5% do PIB (~R$ 190 bilhões, base 2025); 'choque de gestão'. Origens citadas: securitização da dívida ativa, fundo imobiliário com imóveis da União, antecipação de royalties, revisão de estatais dependentes e ampliação de concessões/PPPs.Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe tesouraço e novo teto de gastosFolha de S.Paulo · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra que o documento prevê corte de gastos e novo teto, com mais controle sobre emendas, sem detalhar a regra fiscal.Flávio Bolsonaro propõe tesouraço de gastos e limite a decisões do STFG1 · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Detalhes do plano (jornada do negócio próprio, Sistema S, Caixa).Plano de Governo "Para o Brasil vencer o atraso" — Diretrizes 2027-2030 (PDF, 76 páginas)Poder360 (cópia do documento de campanha) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Texto integral extraído e analisado (76 págs, ~167 mil caracteres); fonte primária do plano.

economia/tributos

  1. 2023Votou 'Sim' na PEC 45/2023, que instituiu IBS/CBS e a transição tributária (votação de 08/11/2023, 53 a 24; registro nominal do Senado).
  2. 2026O plano propõe 'menos impostos' com a 'reforma tributária corrigida', reformulação das regras fiscais e Programa Nacional de Desestatização.
  3. 2026O candidato defende ajuste fiscal com 'tesouraço' em impostos e mantém indefinida a escolha do ministro da Economia (Folha, 19/06/2026).
Posição

Reduzir impostos (correção da reforma tributária de 2023) e enxugar a estrutura de governo.

Proposta

'Reforma tributária corrigida', menos imposto no consumo, redução do custo do trabalho e programa nacional de desestatização.

Histórico

Voto favorável à PEC 45/2023 (reforma tributária) no Senado, em votação nominal de 08/11/2023.

Explicação pública da mudança

A redução de impostos é apresentada no plano como forma de aliviar famílias e empresas e recuperar investimento; o candidato afirma que o ajuste deve vir de corte de despesas.

Conexão documentada

O candidato votou a favor da reforma que criou IBS/CBS e em 2026 propõe corrigir a mesma reforma e reduzir a carga tributária, ao mesmo tempo em que projeta corte de 1,5% do PIB; as fontes consultadas não trazem estimativa de perda de arrecadação da redução proposta nem da compensação correspondente.

segurança pública

  1. 2022-2024Relator no Senado do PL 2253/2022 (fim da saída temporária e monitoração eletrônica), aprovado por 62 votos a 2 e convertido na Lei 14.843/2024.
  2. 2025Como presidente da Comissão de Segurança Pública, conduziu o pacote anticrimes violentos (PL 4.809/2024), aprovado pelo Senado em 14/10/2025.
  3. 2026O plano propõe declarar PCC, CV e milícias como organizações narcoterroristas, reduzir a maioridade penal para 16 anos, ampliar presídios e endurecer a progressão de pena.
Posição

Endurecer a legislação penal e tratar facções como organizações narcoterroristas.

Proposta

Definição legal de narcoterrorismo, redução da maioridade penal por emenda constitucional, mais presídios, reconhecimento facial e penas mais altas.

Histórico

Relatoria do PL 2253/2022 (Lei 14.843/2024) e condução do PL 4.809/2024 na Comissão de Segurança Pública, aprovado pelo Senado em 14/10/2025.

Explicação pública da mudança

'Terrorista vai ser tratado como terrorista' (plano registrado); ao assumir a Comissão de Segurança Pública o candidato fixou prioridades de endurecimento penal e relatou o pacote anticrimes violentos.

Conexão documentada

A expansão do sistema prisional e o endurecimento penal implicam custo de construção e custeio; o mesmo plano prevê corte de 1,5% do PIB (cerca de R$ 190 bilhões) e as fontes consultadas não trazem a fonte de financiamento das novas despesas de segurança.

PL 2253/2022 — relatoria no Senado; norma gerada: Lei nº 14.843, de 11/04/2024Congresso Nacional — Atividade Legislativa · publicado 11/04/2024 · acessado 29/09/2026Legislativo — Ficha de tramitação da matéria relatada no Senado; votação de 20/02/2024 (62 a favor, 2 contra, 1 abstenção).Pronunciamento de Flávio Bolsonaro em 20/02/2024 (relator do PL 2253/2022)Senado Federal · publicado 20/02/2024 · acessado 29/09/2026LegislativoSegurança pública deve movimentar Senado em 2025Rádio Senado · publicado 05/02/2025 · acessado 29/09/2026Legislativo — Flávio Bolsonaro indicado para presidir a Comissão de Segurança Pública e suas prioridades declaradas (PL 4082/2024 e ADPF 635).Pronunciamento de Flávio Bolsonaro em 14/10/2025 (aprovação do PL 4.809/2024)Senado Federal · publicado 15/10/2025 · acessado 29/09/2026Legislativo — Registro em plenário da aprovação do pacote anticrimes violentos, de autoria da Comissão de Segurança Pública, e do relatório na CCJ.Plano de Governo "Para o Brasil vencer o atraso" — Diretrizes 2027-2030 (PDF, 76 páginas)Poder360 (cópia do documento de campanha) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Texto integral extraído e analisado (76 págs, ~167 mil caracteres); fonte primária do plano.Flávio Bolsonaro propõe tesouraço de gastos e limite a decisões do STFG1 · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Detalhes do plano (jornada do negócio próprio, Sistema S, Caixa).

política externa

  1. 2019No governo do mesmo campo político, a embaixada brasileira permaneceu em Tel Aviv; o ato registrado foi a abertura do escritório comercial da Apex-Brasil em Jerusalém (dez/2019), classificada pela Liga Árabe como 'grave violação'.
  2. 2026Prometeu transferir a embaixada brasileira para Jerusalém e alinhar o Brasil a Israel a partir de 2027 (CNN, 29/06/2026).
  3. 2026O plano não menciona BRICS nem Mercosul e prevê reaproximação com Israel, Argentina e Estados Unidos.
  4. 2026Criticou o tarifaço dos EUA como ruim para o Brasil e para os americanos, antes de audiência em Washington.
Posição

Reaproximar o Brasil de Estados Unidos, Israel e Argentina, sem mencionar BRICS ou Mercosul no programa.

Proposta

Transferência da embaixada para Jerusalém, reaproximação com Israel e negociação comercial com todos os blocos.

Histórico

Atuação na base do governo que manteve a embaixada em Tel Aviv e abriu o escritório comercial em Jerusalém (dez/2019) e titularidade de grupos parlamentares bilaterais no Senado (diplomacia parlamentar).

Explicação pública da mudança

O candidato afirma que as relações com Argentina, Estados Unidos e Israel 'foram levadas ao limite do rompimento' e que vai reverte-las com profissionalismo, negociando 'da China à União Europeia' (plano registrado).

Conexão documentada

O plano prevê alinhamento com Israel e omite BRICS e Mercosul, ao mesmo tempo em que o candidato critica as tarifas dos EUA e mantém interlocução com Washington; as fontes registram as posições sem documento de política externa que detalhe a conciliação entre alinhamento político e defesa comercial.

'Grave violação': a reação da Liga Árabe à abertura de escritório do Brasil em JerusalémBBC News Brasil · publicado 19/12/2019 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Escritório comercial da Apex-Brasil inaugurado em Jerusalém em dezembro de 2019; a embaixada brasileira permaneceu em Tel Aviv; a Liga Árabe classificou a abertura como 'grave violação'.Flávio diz que Brasil vai se alinhar a Israel a partir de 2027CNN Brasil · publicado 29/06/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Promessa de transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém e de alinhamento a Israel a partir de 2027; críticas à condução da relação pelo governo atual.Plano de Flávio ignora Mercosul e quer reaproximar IsraelSBT News · publicado 13/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Análise do plano tornado público em 13/08/2026: prioridade à adesão à OCDE, 'fim gradual' do IOF sobre câmbio, reaproximação com EUA, Argentina e Israel, ausência de menção ao Mercosul e apenas duas menções à China.Plano de Governo "Para o Brasil vencer o atraso" — Diretrizes 2027-2030 (PDF, 76 páginas)Poder360 (cópia do documento de campanha) · publicado undefined/08/2026 · acessado 29/09/2026Plano de governo registrado — Texto integral extraído e analisado (76 págs, ~167 mil caracteres); fonte primária do plano.Flávio diz, antes de audiência nos EUA, que tarifaço de Trump é ruim para o Brasil e os americanos e tenta reverter desgasteO Globo · publicado 07/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Audiência pública do USTR em Washington (07/07/2026) e manifestação de 86 páginas entregue por Flávio: crítica às tarifas, defesa do Pix como infraestrutura pública, proposta de adiamento das tarifas e a frase 'o Brasil busca maneiras de se libertar das amarras do Mercosul'; o Itamaraty enviou observadora e classifica a audiência como espaço não formal de negociação.
Renan Antônio Ferreira dos Santos

previdência

  1. 2019O MBL, movimento que Renan Santos cofundou em 2014 e coordenou, manteve-se ativo apoiando pautas como a reforma da Previdência (EC 103/2019) e o teto de gastos, segundo registro em verbete enciclopédico — apoio do movimento, não voto ou ato de Renan Santos, que nunca exerceu mandato
  2. 2026-09A equipe econômica da campanha propõe nova reforma previdenciária: idade mínima com gatilho automático atrelado à expectativa de vida, capitalização parcial a partir do FGTS, redução do teto do INSS (R$ 8.475,55) e renda mínima para idosos
  3. 2026-09O resumo executivo registrado no TSE inclui, no ajuste estimado em R$ 1,1 trilhão até 2031, a desindexação dos benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo, com reajuste limitado à inflação, e a desvinculação dos pisos de saúde e educação
Posição

Declara que o sistema previdenciário exigirá nova reforma e sustenta o ajuste fiscal com desindexação de benefícios do salário mínimo e desvinculação dos pisos de saúde e educação.

Proposta

PEC de Transição Fiscal (economia estimada em R$ 1,1 trilhão até 2031) somada a nova reforma da Previdência: idade mínima automática, capitalização parcial via FGTS, teto do INSS reduzido e renda mínima para idosos.

Histórico

HISTÓRICO — nenhum ato praticado em cargo público: nunca exerceu mandato eletivo nem cargo de nomeação. O marco de trajetória é a coordenação do MBL, que apoiou a reforma da Previdência de 2019 e o teto de gastos.

Explicação pública da mudança

Não foi localizada explicação pública específica que relacione o apoio do MBL à reforma de 2019 com a proposta de nova reforma apresentada em 2026.

Conexão documentada

A proposta de nova reforma prevê, no mesmo desenho, capitalização parcial com recurso do trabalhador (FGTS) e redução do teto do INSS, enquanto o ajuste fiscal se apoia em desindexação do salário mínimo para benefícios previdenciários e assistenciais; os documentos consultados não detalham regra de transição, idade mínima aplicável a quem já contribui nem compensação para quem recebe o teto atual. Não há, na trajetória, ato praticado em cargo público que permita comparar decisão com proposta.

financiamento eleitoral e partidário

  1. 2026-07A campanha informou que abriu mão da cota de R$ 3.307.679,85 do Fundo Eleitoral atribuída ao Missão, redirecionando o valor às candidaturas do partido ao Legislativo; a presidencial passou a ser sustentada por doações e vaquinhas on-line (cerca de R$ 1 milhão até 01/07/2026)
  2. 2026-07A prévia do plano divulgada em 21/07/2026 propõe que o repasse do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral passe a ser calculado pela 'qualidade gerencial dos mandatários', com retenção de recursos de legendas que sustentarem prefeitos cassados ou com indicadores ruins
  3. 2026-09Em 30/08/2026 o relator no TSE suspendeu cautelarmente propaganda digital, debates e acesso ao Fundo Eleitoral da campanha; a decisão foi revista em 01/09/2026, liberando campanha e repasses
Posição

Sustenta que a campanha presidencial pode dispensar o Fundo Eleitoral e que os fundos partidário e eleitoral devem ser distribuídos conforme desempenho gerencial dos mandatários.

Proposta

Lei de Responsabilidade Gerencial, condicionando repasses de emendas e fundos a indicadores municipais de educação, saúde e saneamento, e criação da Comissão Federal de Gestão Pública com previsão de 'tutela' federal sobre municípios avaliados como de gestão ineficiente (termo empregado pelo próprio plano).

Histórico

HISTÓRICO — ato da trajetória na condição de dirigente partidário e candidato (sem cargo público): decisão, anunciada publicamente em 01/07/2026, de não usar a cota do Fundo Eleitoral na própria campanha, mantendo o valor para as demais candidaturas do partido.

Explicação pública da mudança

A coordenadora de campanha declarou à CNN que a legenda priorizou os recursos públicos para as candidaturas ao Legislativo, com o objetivo de eleger bancada suficiente para superar a cláusula de barreira, e que a candidatura presidencial seria sustentada por doações e vaquinhas.

Conexão documentada

A campanha presidencial abriu mão da cota do fundo, e o mesmo partido seguiu aplicando recursos públicos nas candidaturas legislativas; a proposta de condicionar os fundos à 'qualidade gerencial' não define, nas fontes consultadas, indicadores, pesos, prazos nem como a regra se aplicaria à própria legenda no pleito de 2026. Registro de fatos, sem juízo.

desfavelização, prazos e custo

  1. 2026-07A prévia do plano (21/07/2026) fixa a meta de 'desfavelizar' o Brasil em 10 anos, com regularização urbana, financiamento imobiliário subsidiado com prazo de até 50 anos, monitoramento por satélite e criação do crime de 'favelização'
  2. 2026-08Em entrevista à Globo (26/08/2026), afirmou: 'Vai ter um regime de exceção em favelas para eu retomar a favela', e defendeu estado de defesa em áreas dominadas por facções
  3. 2026-09O resumo executivo registrado mantém o prazo de 10 anos, prevê hipotecas de R$ 200 a R$ 500, demolição em 48 horas de construção não legalizada e criminalização de quem organiza ocupações irregulares; a campanha estima o projeto em 'R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão' e afirma que o Tesouro ficaria com R$ 50 bilhões a R$ 85 bilhões dessas despesas, alegando autofinanciamento por hipotecas e IPTU
  4. 2026Declarações anteriores, citadas em verbete enciclopédico, indicavam transformação das favelas em até 30 anos; o verbete é usado aqui apenas como apoio, acompanhado das fontes de 2026
Posição

Sustenta que a favela não deve ser tratada como condição permanente e que a retomada territorial precede a regularização.

Proposta

Marco Nacional da Desfavelização: conversão de favelas em bairros formais em 10 anos, financiamento por IPTU, regularização de energia, emissão de títulos e recursos do Minha Casa Minha Vida, com monitoramento por satélite.

Histórico

HISTÓRICO — nenhum ato praticado em cargo público: nunca exerceu mandato nem função executiva. O marco de trajetória é a defesa pública do tema ('Vou desfavelizar o Brasil', entrevista à Globo em agosto de 2026) e a formulação do plano pelo partido que preside.

Explicação pública da mudança

O plano justifica a retomada territorial pela existência de áreas sob controle de facções e milícias, condicionando a desfavelização a uma 'guerra ao crime'. Não foi localizada declaração específica explicando a diferença entre os prazos de 30 e 10 anos citados em fontes distintas.

Conexão documentada

O custo do projeto é estimado pela própria campanha em 'R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão' e, no mesmo texto, o Tesouro Nacional ficaria com R$ 50 bilhões a R$ 85 bilhões dessas despesas, com a alegação de que o programa 'se autofinancia' por hipotecas e IPTU; a mesma reportagem registra que esses gastos superam os limites de aumento hoje definidos pelo arcabouço fiscal. A meta depende de prefeituras, que controlam as regras urbanísticas, e o plano não detalha cronograma por município nas fontes consultadas.

Plano de governo de Renan Santos promete extinguir favelas, sistema de cotas e modelo atual do Bolsa FamíliaO Globo · publicado 21/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Descreve a prévia do plano: desfavelização em 10 anos, financiamento por IPTU, regularização de energia, títulos e Minha Casa Minha Vida; extinção do modelo atual do Bolsa Família; e a passagem sobre repasses de Fundo Partidário e Fundo Eleitoral calculados pela 'qualidade gerencial dos mandatários'.Renan Santos: plano propõe fim do Bolsa Família, guerra ao crime, superpresídios, fusão de municípios e fim de cotasg1 (Globo) · publicado 21/07/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto)Renan Santos propõe R$ 6 bilhões para construir presídios e defende regime de exceção em favelasg1 (Globo) · publicado 26/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Entrevista à Globo: 'Vai ter um regime de exceção em favelas para eu retomar a favela'; 10 presídios federais de 30 a 40 mil vagas ao custo de R$ 6 bi; fusão de municípios de 5.570 para cerca de 1.600.Renan propõe cortes na Previdência e alterar pisos da saúde e educação (ajuste de R$ 1,1 tri até 2031; plano de 51 páginas)Agência Brasil (EBC) · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Setembro/2026; dia exato não capturado.Renan Santos — verbete (Wikipédia em português)Wikipédia · publicado 29/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Enciclopédia colaborativa usada como índice; afirmações conferidas nas fontes primárias citadas no verbete quando disponíveis; usada diretamente apenas para: Wesley Safadão (remoção de vídeo por decisão judicial), Levantamentos El País (2017) e Metrópoles (2022) sobre processos da família, Marcha pela Liberdade e Queermuseu.

soberania nuclear e tratados

  1. 2025-10O deputado Kim Kataguiri (Missão, único deputado federal do partido) protocolou a chamada 'PEC Bomba Nuclear', para autorizar produção de armas nucleares com finalidade de retaliação defensiva, segundo checagem jornalística que descreve a legislação vigente
  2. 2026-08Em sabatina no Jornal Nacional (26/08/2026) defendeu iniciar programa nuclear com objetivo de bombas atômicas, citou a possibilidade de saída do TNP e afirmou que o país 'não dispõe de condições, nos próximos 10 anos', de ter o armamento
  3. 2026-09A reportagem sobre o resumo executivo registrado trata de terras raras e de acordos bilaterais com EUA e UE, e apresenta o Brasil como 'Árbitro do Sul Global', rejeitando 'alinhamento ideológico automático' com os EUA, sem registrar capítulo sobre programa nuclear
Posição

Declara que, para ser uma das cinco maiores nações, o Brasil precisa de soberania militar e deve discutir a posse de bombas atômicas, iniciando desde já o processo de pesquisa.

Proposta

Iniciar programa nuclear voltado à eventual produção de armas atômicas, com a discussão de saída do TNP; não foi localizada proposta detalhada no documento registrado no TSE (custo, prazo e instrumento não estão descritos nas fontes consultadas).

Histórico

HISTÓRICO — nenhum ato praticado em cargo público (nunca exerceu mandato). Marco de trajetória: a 'PEC Bomba Nuclear' protocolada em outubro de 2025 pelo deputado federal do partido que ele preside — ato de bancada, não ato próprio de Renan Santos.

Explicação pública da mudança

Justificativa declarada: 'as nações mais poderosas do mundo dispõem de armas nucleares e elas se fazem respeitadas por causa disso'; disse não precisar de estudo científico para 'determinar que uma nação tem que ter força política para se proteger de outras nações'.

Conexão documentada

O art. 21, XXIII, da Constituição admite atividade nuclear no território nacional apenas para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso; o Brasil é signatário do TNP e do Tratado de Tlatelolco (checagem do Portal Terra). Na mesma fala, o candidato afirmou que o país não teria condições de desenvolver o armamento em 10 anos e propôs 'iniciar o processo', sem indicar cronograma, custo ou instrumento (PEC, projeto de lei ou denúncia de tratado). Registro de fatos, sem juízo sobre mérito.

O Brasil tem bomba nuclear? Veja o que diz a legislação sobre projeto de Renan Santos para dar protagonismo ao BrasilPortal Terra (checagem) · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Checagem que descreve o art. 21, XXIII, da Constituição (atividade nuclear apenas para fins pacíficos, com aprovação do Congresso), o TNP e o Tratado de Tlatelolco, e a 'PEC Bomba Nuclear' protocolada pelo deputado Kim Kataguiri (Missão) em outubro de 2025. Mês; dia exato não capturado.Em sabatina, Renan Santos defende que Brasil desenvolva armas nuclearesCBN (Globo) · publicado 26/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Sabatina da TV Globo de 26/08/2026: defesa de armamento nuclear, cita Coreia do Norte, defende Bukele, R$ 6 bi para 10 presídios de 30 a 40 mil vagas e recusa de cumprir decisões do STF que considere ilegais.Renan Santos proposes delinking spending, developing atomic bombValor International · publicado 27/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Registra a defesa de desvincular pisos de saúde e educação, o programa nuclear com objetivo de bombas atômicas, a menção à saída do TNP e a referência à Constituição (atividade nuclear só para fins pacíficos, com aprovação do Congresso).Brasil precisa de bomba atômica para ser respeitado, diz Renan SantosPoder360 · publicado 26/08/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Transcreve a declaração de que o país 'não teria condições' de desenvolver o armamento nos próximos 10 anos e cita o TNP e o caso da Coreia do Norte.Renan propõe cortes na Previdência e alterar pisos da saúde e educação (ajuste de R$ 1,1 tri até 2031; plano de 51 páginas)Agência Brasil (EBC) · publicado undefined/09/2026 · acessado 29/09/2026Imprensa (contexto) — Setembro/2026; dia exato não capturado.

assistência social e Bolsa Família

  1. 2026-07A prévia do plano (21/07/2026) propõe extinguir o modelo atual do Bolsa Família e substituí-lo por 'frentes de trabalho remuneradas', vinculando programas assistenciais à prestação de serviços para beneficiários com 15 anos ou mais
  2. 2026-09O resumo executivo registrado descreve a substituição por 'Frentes Cidadãs' (trabalho remunerado em prol da comunidade) e inclui, no mesmo ajuste fiscal, a desindexação de benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo, com reajuste limitado à inflação
Posição

Defende que a assistência seja vinculada ao trabalho para quem está em idade economicamente ativa.

Proposta

Substituição do modelo atual do Bolsa Família por 'Frentes Cidadãs' de trabalho remunerado, com reajuste dos benefícios limitado à inflação (sem ganho real) dentro do ajuste de R$ 1,1 trilhão até 2031.

Histórico

HISTÓRICO — nenhum ato praticado em cargo público: nunca exerceu mandato nem cargo no Executivo e não há gestão de programa assistencial na trajetória. Os marcos são a coordenação do MBL e a formulação do plano pelo partido.

Explicação pública da mudança

Não foram localizadas, nas fontes consultadas, explicação pública sobre a transição dos atuais beneficiários nem estimativa de custo das frentes de trabalho.

Conexão documentada

A substituição do Bolsa Família por trabalho remunerado implica despesa nova, ao mesmo tempo em que o ajuste proposto prevê reajuste dos benefícios assistenciais apenas pela inflação e economia estimada em R$ 1,1 trilhão até 2031; os documentos consultados não detalham a conciliação entre as duas frentes nem o custo das frentes de trabalho. Registro de fatos, sem juízo.

Área separada

Opinião pública

O que as pesquisas registradas mostram — sem relação com competência.

Instituto e data em cada linha — pesquisa de opinião não mede competência

Intenção de voto — pesquisas recentes (1º turno)

39% (Quaest, 28/09) | 40% (Datafolha, 24/09) | 45,8% (AtlasIntel, 23/09)
36% (Datafolha, 24/09) | 34% (Quaest, 28/09) | 33% (Datafolha, 21/08) | 29% (Quaest, 07/09)
3% (Datafolha, 24/09) | 3% (Quaest, 28/09) | 4% (Datafolha, 21/08) | 3% (Quaest, 07/09) | 6,5% (AtlasIntel, set/2026)

Aprovação da gestão (pesquisas)

47% aprovam / 50% desaprovam

Datafolha, 24/09/2026

—

Não aplicável

—

Não aplicável

Área separada

Histórico e trajetória

Currículo e percurso: medem oportunidade institucional, não capacidade.

Cargos, tempo, orçamento, equipe e patrimônio — percurso, não capacidade

Anos em cargos executivos públicos

≈11,7 anos
0 anos
0 anos
+11,7 anos para Luiz Inácio Lula da Silva

Maior orçamento anual administrado

R$ 6.542,6 bi/ano

R$ 6,54 trilhões — LOA 2026, Lei 15.346

≈R$ 56 milhões

gastos de campanha declarados ao TSE em 2026 — proxy

Parcial
—

Não aplicável

116.832,3× maior para Luiz Inácio Lula da Silva

Pessoas/equipe sob gestão (servidores)

1.006.392 servidores ativos

Executivo Federal, CPFs únicos

25 pessoas

gabinete do Senado + escritório de apoio, 2026

—

Não aplicável

40.255,7× maior para Luiz Inácio Lula da Silva

Anos de experiência política

≈51 anos

desde 1975

26 anos
Parcial
≈13 anos

desde 2013

+38 anos para Luiz Inácio Lula da Silva

Anos em cargos legislativos

8 anos

1987–1995

23 anos e 9 meses
0 anos
+23,7 anos para Flávio Nantes Bolsonaro

Anos em cargos públicos federais

≈19,7 anos
7 anos e 8 meses
0 anos
+19,7 anos para Luiz Inácio Lula da Silva

Mandatos eletivos conquistados

5 mandatos

2 deputado federal, 3 Presidente da República

5 mandatos
0 — nunca disputou eleição antes de 2026
+5 mandatos para Luiz Inácio Lula da Silva

Votos recebidos em eleições anteriores

57.259.504 votos

48,43%) no 1º turno de 2022; 60.345.999 no 2º turno

4.380.418 votos

2018

—

Não aplicável

13,1× maior para Luiz Inácio Lula da Silva

Situação do registro de candidatura no TSE

Deferido

Plenário do TSE aprovou a chapa Lula/Alckmin em 02/09/2026 (12 candidaturas registradas à Presidência)

Deferido

TSE validou a chapa em 02/09/2026 (sessão virtual); AIJE do PT, que pede cassação, está em curso

Deferido

Plenário do TSE, por unanimidade, em 09/09/2026 (RRC 0601415-52.2026.6.00.0000)

Bens declarados à Justiça Eleitoral

R$ 4.775.650,64
R$ 1,74 milhão
Parcial
R$ 795.089,00
6× maior para Luiz Inácio Lula da Silva
Área separada

Integridade e responsabilidade institucional

Transparência, prestação de contas e processos, com a categoria jurídica explícita.

Luiz Inácio Lula da Silva
Decisão anuladaConfirmadoConfiança: Alta confiança

Condenações da Operação Lava Jato (caso tríplex/Guarujá) — anuladas

As condenações da Lava Jato contra o ex-presidente (1ª instância 2017, TRF-4 em 2017/2018, STJ em 2019) foram anuladas em 2021. Segundo o UOL Confere, o STF não julgou o mérito das acusações — 'não o condenou nem o absolveu, apenas anulou os processos'. Categoria registrada como decisão anulada (não absolvição, não condenação definitiva).

STF — Plenário (recurso contra a decisão do min. Edson Fachin de 08/03/2021 que declarou incompetente a Justiça Federal de Curitiba; o Plenário rejeitou por 8 votos a 3 o recurso da PGR) · atualizado em undefined/undefined/2021

ArquivamentoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Caso tríplex do Guarujá — arquivamento do processo

O Ministério Público Federal pediu o arquivamento do processo do tríplex, citando as decisões do STF que anularam as condenações e a possibilidade de prescrição dos supostos crimes; o processo estava suspenso desde maio/2021. Categoria: arquivamento.

Justiça Federal (Brasília) — o MPF requereu o arquivamento em 06/12/2021 · atualizado em 07/12/2021

DecisãoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Prisão preventiva (Lava Jato) — cumprida e encerrada

Preso em 07/04/2019 e libertado em 08/11/2019: 580 dias (1 ano, 7 meses e 1 dia) de prisão cumprida na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após o STF decidir contra a prisão em 2ª instância. Categoria: prisão decorrente de decisão judicial (posteriormente vinculada às condenações anuladas de 2021).

13ª Vara Federal de Curitiba; libertação em nov/2019 após decisão do STF · atualizado em 08/11/2019

CondenaçãoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Caso do Sítio de Atibaia — condenações de instâncias ordinárias (desconstituídas pela anulação de 2021)

Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro originária da 13ª Vara de Curitiba. Categoria registrada como condenação (instâncias ordinárias), encerrada: os atos da 13ª Vara foram anulados em 2021 (incompetência declarada pelo STF) e a denúncia foi rejeitada em seguida — ver inst-lula-5. Não misturar com a absolvição de mérito.

13ª Vara Federal de Curitiba (06/02/2019, 12 anos e 11 meses) e TRF-4/8ª Turma (nov/2019: pena elevada a 17 anos, 1 mês e 10 dias; embargos de declaração rejeitados em 06/05/2020) · atualizado em 06/05/2020

DecisãoConfirmadoConfiança: Confiança média

Caso Sítio de Atibaia — denúncia do MPF rejeitada

Após a anulação dos atos da 13ª Vara de Curitiba e a transferência dos processos para Brasília, a Justiça Federal do DF rejeitou a denúncia do MPF no caso do sítio de Atibaia (08/2021). Categoria: decisão de rejeição de denúncia (não é absolvição de mérito).

Justiça Federal do Distrito Federal (agosto/2021) · atualizado em undefined/08/2021

DecisãoParcialConfiança: Confiança média

Mensalão (AP 470, STF) — o candidato não figura entre os condenados

Julgamento da AP 470 concluído com 25 condenações entre 38 réus (entre eles José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares — figuras do 1º governo Lula). Não há condenação do candidato na AP 470 segundo as fontes consultadas; situação processual exata do candidato na ação marcada como parcial (não localizada lista nominal de réus na coleta).

STF — Ação Penal 470 (julgamento de 02/08/2012 a 13/03/2014; rel. Min. Joaquim Barbosa) · atualizado em 16/12/2012

AbsolviçãoConfirmadoConfiança: Confiança média

Quadrilhão do PT — absolvição do candidato

O candidato foi absolvido no caso conhecido como 'Quadrilhão do PT' (organização criminosa supostamente montada em Petrobras, BNDES e outros órgãos), segundo checagem do UOL Confere. Categoria: absolvição.

STF (julgamento anterior a set/2022; data exata em verificação) · atualizado em 12/09/2022

AbsolviçãoParcialConfiança: Confiança média

Operação Zelotes — absolvição em uma ação; outra em verificação

Em uma das ações da Operação Zelotes o candidato foi absolvido em junho (fonte BBC, 2021); a mesma fonte registrava 'processo pendente' em outra ação — situação atual da segunda ação em verificação. Categorias separadas para não misturar absolvição com processo em andamento.

Justiça Federal (absolvição em 21/06, com o ex-chefe de gabinete Gilberto Carvalho) · atualizado em 21/06/2021

AprovaçãoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Registro de candidatura à Presidência 2026 — deferido

Registro da chapa Lula/Alckmin aprovado pelo Plenário do TSE em 02/09/2026; a Justiça Eleitoral reconheceu 12 candidaturas registradas à Presidência (11/09/2026). Não foi apontada inelegibilidade (Ficha Limpa) contra o candidato.

TSE — Plenário (julgamento de registros em set/2026) · atualizado em 02/09/2026

RegularConfirmadoConfiança: Alta confiança

Declaração de bens à Justiça Eleitoral 2026 — apresentada

Bens declarados de R$ 4.775.650,64 na candidatura de 2026.

TSE — DivulgaCandContas · atualizado em 15/08/2026

Flávio Nantes Bolsonaro
ArquivamentoParcialConfiança: Alta confiança

Caso da "rachadinha" na ALERJ — denúncia do MP-RJ (peculato, lavagem e organização criminosa)

MP-RJ denunciou Flávio Bolsonaro e mais 15 pessoas em nov/2020 por suposto esquema de rachadinha na ALERJ (R$ 6 milhões alegados). O STJ anulou as quebras de sigilo (fev/2021) e, por 4x1, todas as decisões do juízo de 1ª instância (nov/2021, tese do "mandato cruzado"); o STF anulou parte dos relatórios do Coaf. Sem provas válidas, o próprio MP pediu a extinção e o Órgão Especial do TJ-RJ rejeitou a denúncia por falta de justa causa em 16/05/2022 (arquivamento). A rejeição não impede novo oferecimento. Imprensa em 2026: Folha/Política Livre (07/03/2026) descreve o caso como encerrado; BBC informa que a promotoria aguardava decisão do STJ sobre pedido de retomada — status atual, portanto, parcialmente incerto. Ele sempre negou as acusações.

TJ-RJ — Órgão Especial (após anulações de provas pelo STJ e pelo STF) · atualizado em 16/05/2022

InquéritoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Inquérito do STF sobre financiamento do filme "Dark Horse" (repasses de Vorcaro/Banco Master)

André Mendonça determinou a abertura de inquérito para apurar, em tese, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e organização criminosa no financiamento do filme "Dark Horse" junto a Daniel Vorcaro (Banco Master). A PF aponta Flávio como "interlocutor direto" de Vorcaro; US$ 24 milhões (≈R$ 122 mi) seriam previstos em contrato. Divulgado em 11/09/2026, no curso da campanha. Flávio afirma que se tratou de patrocínio privado e pede transparência total. É INQUÉRITE/investigação — não há denúncia ou condenação nesta matéria.

STF — ministro André Mendonça (inquérito sigiloso vinculado ao INQ 5026) · atualizado em 11/09/2026

AprovaçãoConfirmadoConfiança: Confiança média

Prestação de contas da campanha ao Senado em 2018 (PSL)

Contas julgadas APROVADAS COM RESSALVAS em 11/12/2018 (processo nº 0605831-16.2018.6.19.0001): (i) indícios de recebimento indireto de fonte vedada; (ii) doações anteriores à PC parcial não informadas; (iii) despesas não informadas na PC parcial. Sem impugnação no edital. A decisão ressalva que não afasta apuração de ilícitos por outros órgãos. O MP-RJ (Gaecc) investigou contas de 2010–2018 no âmbito do inquérito da rachadinha (Estadão).

TRE-RJ — Desembargador Relator Raphael Mattos · atualizado em 11/12/2018

ProcessoConfirmadoConfiança: Alta confiança

AIJE da coligação "Brasil Pronto pra Mais" (PT) pedindo cassação da chapa e inelegibilidade de 8 anos

Ação de Investigação Judicial Eleitoral (processo nº 0602222-72.2026.6.00.0000), ajuizada em ago/2026 contra Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar e Mário Frias por suposto abuso de poder econômico/político e uso indevido dos meios de comunicação. O TSE admitiu a ação (corregedor Antonio Carlos Ferreira): Flávio e Gaspar têm 5 dias para defesa. Liminar deferida em parte (preservação de dados de Facebook e Shopee; multa diária de R$ 50 mil); demais medidas indeferidas. NÃO há reconhecimento de ilícito nem decisão de mérito — tramitação em curso.

TSE — Corregedoria-Geral Eleitoral (rel. min. Ricardo Villas Bôas Cueva; distribuição em 23/09/2026) · atualizado em 23/09/2026

ProcessoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Ação do TSE sobre "ecossistema de desinformação" (81 representados, protocolada em 2022)

Processo protocolado em 16/10/2022 pela campanha de Lula contra 81 representados (incluindo Flávio, Jair, Eduardo e Carlos Bolsonaro) por suposto abuso de poder político/econômico e desinformação sobre as urnas. Pede cassação e inelegibilidade até 2030. Segundo nota oficial do TSE (05/05/2026), ainda em etapa de identificação e citação de investigados, sem previsão de julgamento; parte dos investigados em revelia. O Globo (07/2026) descreve o caso como "à deriva" há quase 4 anos.

TSE — 4º relator desde 2022 (atualmente min. Ricardo Villas Bôas Cueva) · atualizado em 05/05/2026

InvestigaçãoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Representação da Federação Brasil da Esperança por desinformação sobre urnas eletrônicas

Representação protocolada em 22/07/2026 após Flávio afirmar que as urnas foram produzidas pela empresa venezuelana Smartmatic (informação desmentida pelo TSE). Pedem multa de R$ 30 mil e remoção das postagens. Sem decisão localizada até a data desta pesquisa.

TSE · atualizado em 22/07/2026

DenúnciaParcialConfiança: Confiança média

51 imóveis da família comprados com dinheiro vivo (levantamento UOL)

Levantamento jornalístico do UOL (ago–set/2022): 51 das 107 transações imobiliárias da família Bolsonaro com dinheiro em espécie (R$ 5,7 mi de R$ 13 mi registrados; R$ 11 mi corrigidos). A Justiça de Brasília determinou a exclusão da reportagem; o UOL informou cumprir e recorrer. Não localizado neste processo judicial ou inquérito específico contra Flávio pelo fato. Confiança: média, por se tratar de apuração de imprensa.

Sem processo judicial localizado contra Flávio por este fato — matéria jornalística; liminar da Justiça do DF determinou exclusão da reportagem · atualizado em 23/09/2022

DenúnciaParcialConfiança: Confiança média

Emenda parlamentar de quase R$ 200 mil destinada a projeto a pedido de miliciano condenado no caso Marielle

G1 (22/09/2026) mostrou que o senador destinou emenda de quase R$ 200 mil a projeto esportivo a pedido de Robson Calixto "Peixe", condenado no caso Marielle, mediante conversas com assessora do gabinete. Matéria de imprensa; não localizada decisão ou processo judicial específico sobre o fato nesta pesquisa.

Sem decisão judicial localizada — reportagem do G1 com prints de conversas · atualizado em 22/09/2026

RegularParcialConfiança: Confiança média

Patrimônio declarado à Justiça Eleitoral

R$ 1,74 milhão em bens declarados (levantamento Brasil de Fato com base na Justiça Eleitoral); mansão de R$ 6 milhões em Brasília comprada em 2021 (entrada R$ 2,87 mi, financiamento quitado em 2024 junto ao BRB); crescimento patrimonial de 397% em 12 anos de mandato na ALERJ segundo o mesmo levantamento.

Justiça Eleitoral (declaração de bens) · atualizado em 13/04/2026

Renan Antônio Ferreira dos Santos
ArquivamentoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Denúncia do MP-SP por tráfico de influência (out/2020) — rejeitada pela Justiça

Em outubro de 2020, o MP-SP denunciou Renan Santos por tráfico de influência no caso envolvendo contrato milionário de Alessander Mônaco Ferreira com a Fipe e nomeação dele para cargo comissionado na Imprensa Oficial de SP sem concurso, com doações ao MBL equivalentes ao salário. Em 06/11/2020, o juiz Thiago Baldani Gomes De Filippo rejeitou a denúncia, por ausência de descrição de conduta típica: 'não houve crime nos fatos imputados'. Não houve condenação; não foi localizada a interposição de recurso posterior.

1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo · atualizado em 06/11/2020

ProcessoParcialConfiança: Baixa confiança

Processos cíveis, trabalhistas e fiscais ligados a empresas da família (2016–2022)

Reportagem do UOL (08/05/2016) apurou que Renan respondia por mais de 60 processos (cíveis, trabalhistas e fiscais) e cobrança de R$ 4,9 milhões, ligados à atividade de recuperação de empresas de sua família (incluindo a Martin Artefatos de Metal); houve bloqueio de contas sem saldo e bens penhorados a leilão. Levantamentos posteriores citados pela Wikipédia referem 125+ processos da família (El País, 2017, com cobranças de ~R$ 20 mi) e dívida de R$ 6,3 milhões à União (Metrópoles, 2022). Renan afirma que os processos decorrem das dificuldades da atividade empresarial e que parte das dívidas preexistia à aquisição das empresas pela família. Não há condenação criminal; situação atual dos processos não localizada.

Justiça de São Paulo / Justiça do Trabalho (região de Jundiaí) / Receita Federal · atualizado em undefined/03 (ú/2022

DecisãoConfirmadoConfiança: Alta confiança

Cautelar do TSE suspendeu campanha digital da chapa (ago–set/2026) — revista em parte; registro deferido

A campanha informou à Justiça Eleitoral 16 perfis em redes sociais apenas em 19/08/2026, 12 dias após o pedido de registro (RRC enviado em 07/08). Em 30/08, o relator retirou o caso de pauta e suspendeu cautelarmente a propaganda digital, os debates e o acesso ao Fundo Eleitoral, apontando 'indícios de irregularidades' (art. 24, VIII, Res.-TSE 23.609/2019); em 01/09 reviu parcialmente a decisão, liberando debates, propaganda e repasses, mantendo restrições aos perfis e abrindo 72h para esclarecimentos (o candidato prestou esclarecimentos; a defesa chamou a medida de 'manifestamente ilegal'). Em 09/09/2026, o Plenário do TSE deferiu por unanimidade o registro da chapa. Não houve indeferimento, multa nem sanção de mérito.

TSE — relator Min. Dias Toffoli; Plenário · atualizado em 09/09/2026

ProcessoParcialConfiança: Confiança média

Ação de Wesley Safadão — vídeo removido por decisão judicial (2026)

Em 21/03/2026, Renan publicou vídeo acusando o cantor Wesley Safadão de liderar esquema de contratos com prefeituras do Nordeste (mais de 50 contratos por R$ 52 milhões em 2024–2025, segundo o vídeo). Safadão o processou e obteve, em 27/04/2026, decisão judicial pela remoção do vídeo. Ação em andamento; desfecho não localizado. Registro baseado na Wikipédia (com citação à imprensa).

Justiça de São Paulo (vara não informada na fonte localizada) · atualizado em 27/04/2026